Amor em Forma de poesia
Amor a gente não aprende nos livros, na faculdade, com conselhos, com teorias. Amar a gente aprende amando.
O amor é uma combinação de cuidado, compromisso, conhecimento, responsabilidade, respeito e confiança.
Entenda: não existe amor que não doa. O amor, pra ser amor, precisa ser verdadeiro. E as coisas verdadeiras às vezes machucam.
O amor procura o amor como o estudante que para a escola corre:num instante.Mas,ao se afastar dele,o amor parece que se transforma em colegial refece.
Uma vida sem amor é como árvores sem flores e sem frutos. E um amor sem beleza é como flores sem perfume. Vida, amor, beleza: eis a minha trindade.
Completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude.
O amor não é uma palavra bonita. O maior problema do mundo, hoje, é esse. As pessoas acham que falar basta. Não, falar não basta. O amor não tem que ser dito, ele precisa ser sentido, senão ele não sobrevive.
Enquanto houver amor não vou desistir. Enquanto houver vontade de estar junto eu vou insistir. Enquanto houver necessidade do abraço, desejo do beijos, intenção de ser feliz, eu vou prosseguir. Enquanto houver sonho, fantasia, atração, planos, eu vou persistir. Enquanto houver esperança eu vou permanecer, continuar, vou sustentar. Eu não fiz nada para esse amor despertar, mas faço de tudo para não se acabar.
Sempre que você está entregue a existência, sempre que você vive em confiança, amor, oração, celebração, alegria, você está no céu.
O amor tem uma dupla personalidade, é herói e vilão, é alegria e dor, é esperança e ilusão. Num simples toque a máscara vai ao chão e sua verdadeira face se revela.
Ciúme não é inveja. Educação não é falsidade. Sinceridade não é grosseria. Amor-próprio não é ego inflado.
Devemos expandir o círculo do nosso amor até que ele englobe o nosso bairro, se desdobre para a cidade, o estado e assim sucessivamente até o objetivo do nosso amor incluir todo o universo.
O amor é assustador: ele se transforma, ele murcha. Faz parte do risco. Não quero mais ter medo. Quero ser corajosa…
"O amor não lembra do que precisa. Amor é não precisar de nada. É precisar do que acontece depois do nada, ainda que não aconteça. O amor confunde para se chegar ao mistério. Embaralha para não se ouvir. Perde-se no próprio amor a capacidade de amar. Amor é comer a fruta do chão. O chão da fruta. O amor queima os papéis, os compromissos, os telefones onde havia nomes. O amor não se demora em versos, se demora no assobio do que poderia ser um verso. O amor é uma amizade que não foi compreendida, uma lealdade que foi quebrada. O amor é um desencontro por dentro.''
Só pensamos no amor romântico aqui no Ocidente, mas os tibetanos têm uma abordagem diferente pro amor. Pra eles, amar é o quanto você pode fazer feliz outra pessoa.
"Ali, o futuro não contava. E o passado só continha uma certeza: o amor era um erro nocivo, e sua cúmplice, a esperança, uma ilusão traiçoeira."
O amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável). O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.
Ninguém ama da noite para o dia. Você sente atração e desejo. Mas isso não é amor. Amar é outra coisa.
O amor gay é o mais puro e verdadeiro, pois muitos homossexuais são capazes de lutar contra a sociedade por alguém.
Relacionamento significa algo completo, acabado, fechado. O amor nunca é um relacionamento: amor é relacionar-se, é sempre um rio fluindo, interminável.
