Amor e Odio Sao Iguais

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AS VEZES AS COISAS SÃO CONFUSAS ESTRANHAS POR SINAL, VOÇE NÃO SABE SE VEM NOTICIA BOA OU RUIM SO SABE QUE ALGUMA COISA PODE ACONTECER.
UM DIA NUNCA E NORMAL SEMPRE TEM COISAS ACONTECENDO.
SAIBA DESFRUTAR DESSAS COISAS DO DIA E FAZER O BEM.

as emoções são coisas incontroláveis,num momento se estás feliz,em outro estás triste

Ética e politica são praticas que se definem pela ação

Diante de tantas incertezas que rasgam por dentro e ferem por fora, todas as pessoas são sem dúvida a sombra da indecisão, e o gosto de ser gente indecente e tola, sem opção. Nunca leram história, mas são capazes de armazenar histórias de tantos horrores.

Os sonhos, não são para serem guardados,
nem mesmos arquivados.
Mas, para serem feitos
e expostos,
lindos ,alegres
e coloridos
Nas esquinas e vitrines da vida!

Por onde quer que eu vá vou te levar
pra sempre
A vida continua...
os caminhos não são tão simples
Mas tenho que seguir
viajo em pensamentos,uma estrada de iluzões que eu proucuro dentro do meu coração...
Toda vez que fecho os olhos é pra te lembrar
a distância entre nós não pode nos separar
o que eu sinto por você não vai passar
Um minuto é muito pouco pra poder falar
a distância entre nós não pode separar
e no final,eu sei que vai voltar
E no meu coração
a onde quer que eu vá
sempre levarei o teu sorriso em meu olhar
E no final de tudo isso
Eu sei...
um dia a gente vai se encontrar

"AMIGOS SÃO FLORES ETERNAS, GUARDADAS NO VASO DA VIDA"

Jovens bonitos são acidentes da natureza:
Velhos bonitos são obras de arte.

Aprendi a me virar sozinha...
a ver a vida do meu jeito, aρrendi a ver quem são as ρessoas que me fazem bem, as que fazem mal, e as que nao fαzem simplesmente nada. Aρrendi que o que realmente vale a ρena é o momento vivido, que deρois, ele ρode nao ter a mesma intensidade. Aρrendi a continuar de cabeça erguida, a lutar ρelas coisas que acredito e a chorar ρelas coisas que ρerdi. Aρrendi a ver que há certas coisas na vida que o temρo não aρaga, mas outras, por mais que demore, ele aρaga sim, aρrendi que nao ρosso exigir o amor de ninguém, aρenas dar boαas razões ρara que gostem e ter ρaciênciα, ρara que a vida faça o resto,aρrendi a ouvir críticas, e elogios, a criticar e elogiar, aρrendi a seguir meu coraçao, antes de seguir quαlquer outra coisa, vi que a vida nao é o castelo encantado que ρensei ser, mas ρode se tornar melhor que isso se souber viver.


Chega um dia que a gente muda, os sentimentos acabam, e o coração faz novas escolhas! ಌ

Não aprendi dizer adeus.
Mαs tenho que αceitαr que αmores vêm e vão.

*Pra que sofrer se nada é eterno?

Tombos são tombos, se tombo é uma escolha, o acaso é uma ordem.

A maçã de tão vermelha
da vontade de pegar
os seus lábios são tão macios
da vontade de beijar

Nunca ache que as palavras mais tristes são as mais tristes, pois um dia elas serviram de apoio à você!

Amigos são jóias raras e a qualquer sinal respondo com
minha AMIZADE que é sempre incondicional“.

"Paizão" e "papai" são formas de chamá-lo. "Pai" e "meu velho" também são, com muito amor. Esse homem é especial, faz tudo para me ver bem.

Os que menos sabem governar-se são
os que mais ambicionam governar
os outros.

Gente

Pessoas boas vêm com o vento...
As pessoas são como o tempo.
Gente que existe pra completar gente.
Gente que eu não conheço, outras quero conhecer. Umas raras me fazem sentir como se as conhecesse desde sempre. Outras mais raras não suporto. As mais comuns eu adoro.
Gente simples...

À medida que se intensificam as relações, as pessoas passam a exibir quem realmente são.

Poesia na Escola Pública: Livro “Folheto de Versos”

De como a USP-Universidade de São Paulo, com um Projeto de Culturas Juvenis sob a Coordenação da Professsora-Doutora Mônica do Amaral, trabalhou Poesia e Folclore do Cangaço em Sala de Aula, Rendendo um belo Livreto de Alunos Produzido Pela Mestranda Maíra Ferreira e Colegas.

“Perdi minha origem
E não quero voltar a encontrá-la
Eu me sinto em casa
Cada vez que o desconhecido me rodeia(...)”

Wanderlust, Bjork (Cantora Islandesa)



Com a suspeita midiática culpabilização dos Professores de Escola Pública pela falência da Educação Pública como um todo, o que engloba na verdade suspeitas políticas neoliberais de sucateamento de serviços públicos em nome de um estado mínimo (e no flanco o quinto poder aumentando os índices de criminalidade além da impunidade já generalizada em todos os níveis), quando uma universidade de porte como a USP vai até onde o povo está, no caso, uma comunidade carente da periferia de São Paulo, trabalhando com o corpo discente da EMEF José de Alcântara Machado Filho, fica evidente aquela máxima poética de que “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.

Intervenções em salas de aula, leituras trabalhadas, declamações com suporte afetivo, oficinas de palavras e rimas, trocas, somas, cadências didático-pedagógica num contexto de criação a partir da ótica de um humanismo de resultados, e assim, a Mestranda Maira Ferreira e colegas acadêmicas e mesmo profissionais da escola, e, quando se viu, pronto, estava semeada a leitura, estava plantado o verbo criar no assento poético, e, os manos sim, os manos, as minas, mandaram bem: saiu a produção “Folheto de Versos” como arte final do projeto de ótimo alcance literal e humanizador que é que vale a melhor pedagogia no exemplo.

Sou a favor das chamadas antologias, em que alguém visionário e generoso se propõe a bancar autores novos, temas específicos, tentando juntar turmas, abranger variadas óticas, fomentando a divulgação lítero-cultural de anônimos criadores desses brasis gerais, em nome da poesia porque assim a emoção sobrevive, a arte se torna libertação, e, falando sério, enquanto houver arte ainda há de haver esperança, parafraseando um rock moderno aí.

A escola pública carente, a escola sem estrutura técnico-administrativo funcional, os professores mal-remunerados, e, um conjunto de profissionais de educação segurando a barra pesada do que é mesmo a docência, então, uma luz no fim de tudo apresenta jovens acadêmicos potencializando intervenções em classes. É o caso da Sétima Série (2007), Oitava Série (2008) da EMEF José de Alcântara Machado Filho, que rendeu o livreto – que bonitamente lembra edições de cordel – chamado Folheto de Versos. Resistir na arte é uma criação histórica que tende a mudar planos de vôos, para os alunos carentes. A periferia agoniza mas cria.

Com um enxuto projeto gráfico da Comunicação e Midia-FEUSP, a arte letral composta no Projeto “Culturas Juvenis X Cultura Escolar: Como Repensar as Noções de Tradição e Autoridade no âmbito da Educação (2006/2008, Programa Melhoria do Ensino Público), a Mestranda Maira Ferreira e a Bolsista Técnica Pátria Rabaca foram a campo. Foram a luta. Levaram a universidade ao seio da escola pública, a sala de aula. Daí a aula fez-se verso, o verso lembrou hip hop ou mesmo RAP (Ritmo e Poesia), o verbo poetar virou verbo exercitado, da poesia fez-se o humanismo de abrir espaços, quando e viu, Saravá Baden Powel, a voz da periferia soou suas lágrimas com rimas e contações de realidades escolares.

Trinta e duas páginas de produção poética de alunos. “Chegando em casa, pensei bem/Vou fazer este cordel/Resumir nossa conversa/De maneira bem fiel/Pros alunos do Alcântara/Acompanharem no papel(...) (Pg. 3 Maira Ferreira). Estava dado o mote. Sinais e parecenças. E daí seguiu-se o rumo: Escravidão – Nós Somos Contra o Preconceito (Emerson, Stéffani, Adriely, Paloma), Depois Diogo, Bruno, Roberta in “Sou Afro/Sou Brasileiro/Sou Negro de coração(...)”. Ensinar, passa por ensinar a pensar. Pensar leva ao criar. Criar é colocar amarguras e iluminuras no varal das historicidade e chocar dívidas sociais impagas desde um primeiro de abril aí.

Nesse rocambole de idéias, os achados do projeto: alunos devidamente trabalhados, estimulados, compreendidos, sabem exercitar a sensibilidade muito além de suas rebeldias às vezes com as vezes sem causas.

E daí descambou a criação, acrósticos, versos brancos, rimas e rumos, citações (Rap é compromisso), até liberdades poéticas (O Cangaço e o Bope), rascunhos, resumos, xérox de despojos criacionais em salas de aula, despojos e, quem mesmo que disse que aula tem que ser chata, que sala de aula tem que ser cela de aula? Pois é. FOLHETO DE VERSOS é um achado como documento de um momento, um tempo, um espaço, um lugar, uma comunidade.

Dá identidade a quem precisa. Dá voz a quem se sente excluído. Imagine um país sem divisas sociais. E a emoção de um aluno simples, humilde, podendo colocar no papel – e ver-se impresso – como se no quarador das impossibilidades pudesse tentar reverter o quadro de excluído das estatísticas de dígitos estilo Daslu, para se incluir (certa inclusão social na criação de arte popular, literária) porque lhe foi dado palco e vez, palanque educacional e espírito criativo aguçado pelas sóbrias intervenções, debates cívicos, críticas dialogadas, esparramos de idéia, mas, antes e acima de tudo e sobre todas as coisas, o aluno tendo vez e voz-identidade num livreto que, sim, pode ser a página de rosto de sua existência, colorir o livro de sua vida, fazendo dele um cidadão que quer soltar a voz (precisa e deve soltar); botar a boca no trombone, dizer a que veio, e, sim, se a escola ainda é de certa forma uma escada, quando a sua criação impressa é um documento de identidade de cidadão enquanto ser e enquanto humano. Já pensou que demais?

O canto dos oprimidos.

“Fizemos essa letra com força de vontade/Só queremos expressar um pouco da realidade”(...), in Realidade Não Fantasia (Cesário, Diógenes e Gabriel).

Quando o sol bater na janela de sua esperança, repara e vê “Folheto de Versos” resgata e registra poemas de jovens querendo libertações, porque além de “ser jovem” ser a melhor rebeldia deles, há corações em mentes querendo mais do que ritmo e poesia.

A dor dessa gente sai no jornal e os seus cantares joviais oxigenam perspectivas, arejam possibilidades.

“Uma aurora a cada dia” diz a Canção do Estudante do Milton Nascimento.

Há coisa mais bonita do que o sonho?

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Poeta Prof. Silas Correa Leite
E-mail: poesilas@terra.com.bnr
Site: www.itarare.com.br/silas.htm
(Texto da Série: Resenhas, Críticas e Documentos de Lutas e Sonhos)
Blogues: www.portas-lapsos.zip.net
ou
www.campodetrigocomcorvos.zip.net

As lições que aprendemos na dor...São as que nos fazem mais fortes.

As coisas que a vida nos apresenta são boas e más ao smo tempo, o reflexo das mesmas é que são diferentes, se boas ou más, isso depende de como cada um as encara.