Amor e Odio Sao Iguais
Me dá um beijo, nega
Pode ser na boca ou na bochecha
Me dá um sorriso, nega
Daqueles de orelha a orelha
Eu te dou meu colo
Se ocê chorar, eu choro
E se precisar de um tempo sozinha
Eu vou ali e volto
Vai que nessa história de ficar sozinho cê não aguentou
Vai que cê resolveu descontar a saudade no acelerador
Quando lembrou
Que na sua cama cê dormia bem
Só que na minha você nem dormia
Veio furando o sinal
Buzinando pro povo
É que a saudade dói no peito
Mais que a multa dói no bolso
E agora que ela superou
Cê aparece dizendo que mudou
Se é verdade eu não sei
Mas mesmo se for
Faz isso com ela não
Não Basta Existir!
Cada alma tem seu intimo recato uma estrela perdida,
e cada coração em n'uma estrela uma vida.
“”Quando você chega ilumina tudo, todo mundo pode ver, você tem um charme, uma luz tão forte, faz a gente estremecer.
Quando você ri pra mim e me toca sem querer, sinto tudo o que sou, tremer.””
A simplicidade, de uma simples cidade, contagia, enquanto agia, me surpreendeu, e ela super ardeu. A simplicidade é algo raro e exótico, tudo gira em torno de um caos caótico.
O mais triste de ver nessa pandemia do Coronavirus é que muitas pessoas não podem dizer adeus aos seus entes queridos, familiares que morrem com o Covid-19 nem aos seus amigos e às pessoas da vizinhança.
[...] Naquele dia estávamos sóbrios, e foi tão bom que eu até me esqueci que estava passando mal do estômago com o X-tudo que havia comido.
Eu juro que tentei contar a ele as inúmeras vezes que fiquei chapada só pra ter uma noite boa com outros caras, mas a única coisa que consegui dizer foi:“O que foi isso?” [...]
O Covid-19 veio para destruir o mundo ou o mundo deve destruir o Covid-19 para continuar a existir?
Eu não sou o cara perfeito que você sonhou
Exemplo de rapaz pra apresentar pros pais
Mas sou o motivo do seu corpo em chamas
Toda vez que cê suspira
Me diz se adiantou alguma coisa
Procurar alívio passageiro
Beijar umas quatro ou cinco bocas
Com beijos que não têm gosto de beijo
Aí lembrou de mim, não teve jeito
tenho me exposto demais
nas linhas que quase sempre
me descrevem
enrubesço, quando olhos curiosos
adentram o meu íntimo
sabe se lá ...
quantas vezes serei analizada
em más interpretações textuais
noutras eu serei tão só, banalizada
se me decoram, ou se me ignoram
nada muda o fato do que
eu tenha me tornado
um livro que na estante vazia
é ostentado
