Amor de Verdade
Ninguém abandona uma relação onde existe amor de verdade, cuidado sincero e paz no coração.
Quando duas almas se encontram de forma verdadeira, elas permanecem… mesmo nos dias difíceis, mesmo nas tempestades da vida.
Uma relação saudável é abrigo, é colo, é parceria.
É ter alguém que segura sua mão sem querer mudar quem você é.
É encontrar carinho nos detalhes, conforto nas palavras e amor até nos silêncios.
Porque quando existe reciprocidade, respeito e sentimento verdadeiro, o coração não procura saída… ele encontra lar.
Ian N.T
Para amar de verdade, a pessoa precisa primeiro entender as "regras" do amor — que ele não sobrevive apenas de admiração visual, mas de alicerces construídos no conhecimento real.
O mundo diz que o amor precisa de sorte. A verdade é que ele precisa de escolha. O que mantém dois juntos não é a ausência de problemas, mas a decisão diária de enfrentar o que vier sem desistir um do outro. Não é sentir o tempo todo, é permanecer mesmo quando não se sente nada.
O amor não se alimenta só de momentos bons, mas de compromisso nos dias ruins.
O mundo diz que se dói é porque é forte,
mas a verdade é que o amor não precisa
machucar para provar que existe.
Onde D'us é D'us não há religião. Há Luz. Há Amor. Há Verdade. Há Adoração. Há Comunhão Universal. Há tudo Nele e Ele em tudo.
Pois Nele foram criadas todas as coisas. Tudo foi criado por meio Dele e para Ele. Nele Tudo Subsiste. De modo que Nele nos movemos, existimos e respiramos. Sim, Ele é o Pai de todos, está em todos e opera por meio de todos. Nada existe fora Dele. Tudo é Nele. Mas Ele não é a nenhuma coisa .Como poderia D'us ser Flamengo, ou Santos, ou Corinthians, ou Botafogo, ou Palmeiras?
Ora, o reducionismo é tão patético quanto o que acima usei para ilustrar o ridículo do deus de Religião.
É tão gracinha quanto dizer que deus é brasileiro.
Sou um humano que é filho do Eterno.
Nele, que não torce por time religioso nenhum, para a mais profunda tristeza religiosa de alguns, mas para nossa alegria do Caminho aberto a todos.
"Nosso coração precisa de muito amor,
essa é a verdade."
Porque o amor sempre resolve os problemas... É incrível. As vezes parece que não... As vezes a gente acha que acabou tudo, mas o amor sempre reconstrói tudo. É impressionante.
A paixão ao contrário do amor nos deixa cegos, e na verdade o ser humano nao gosta de sofrer, queremos amar e ser amados, porém buscamos coisas desnecessárias em um tempo torto, amar nunca foi ruim, jamais será ruim, mas só entenderemos isso no dia em aprendermos a amar, e parar de buscar em nós o que nunca poderá ser encontrado, não antes de vermos que tudo que estamos vivendo, nao passa de uma "simples" passagem aqui nessa terra. Lembre-se: Nunca acharemos respostas para coisa alguma, se a nossa mente limita-se somente a esse mundo.
Ouve-se por todos os lugares do mundo que o amor cura.
E hoje eu digo que é verdade.
Sem amor nada cresce, sem amor não há vida, sem amor não existe esperança, sem amor não existe motivo querer a cura.
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
“A distância não destrói um amor de verdade de uma vez… ela o silencia aos poucos. E o mais doloroso é perceber que, enquanto ainda tentamos manter o sentimento vivo, a outra pessoa já não coloca o mesmo coração nisso.”
A verdade é que o amor quase nunca chega de verdade.
As pessoas apenas se encostam para suportar o vazio, confundem carência com eternidade e seguem a vida sem jamais serem realmente vistas.
Amor Leonino
Eu amo com fogo, com verdade, com tudo que tenho.
Eu não sei amar pela metade quando eu amo, eu me entrego inteira, eu defendo, eu cuido, eu acredito.
Mas também não me perco de mim.
Fui mandada embora… e doeu, sim.
Porque eu não entro na vida de ninguém de leve.
Eu fico, eu marco, eu sinto.
Só que existe uma coisa em mim que ninguém apaga: meu orgulho e meu amor próprio.
Eu não imploro permanência.
Eu não corro atrás de quem me coloca pra fora.
Eu não me diminuo pra caber onde não me quiseram inteira.
Eu sou intensa, mas não sou substituível.
Sou amor, mas também sou força.
E se me perderam…
não foi porque eu amei pouco.
Foi porque não souberam sustentar o tamanho do meu amor.
Agora eu me recolho em mim.
Me abraço.
E sigo.
Porque leonina não implora amor…
leonina se escolhe
Eu acredito no amor de verdade, no amor que dura pra sempre, em alma gêmea. A gente só fala de coisas bobas e divertidas, então você nem imagina isso.
Mas eu acredito sim. Sempre penso que pode dar certo, que dessa vez é diferente. Talvez por isso eu me decepcionei tanto.
"Olha que legal: fui atrás do amor e ele já estava aqui. Fui tentar ser feliz e já fiquei feliz sem saber."
Felicidade Coisa de Gente...
Alexandre Sefardi
Amor de amigo é um amor que faz a gente se sentir completo.
Um amigo de verdade não precisa estar junto todo dia, porque esse amor vai além da distância.
Quem é amigo de verdade pode ter muitos outros amigos, porque o amor de amigo não acaba, ele só aumenta.
Tem amigo de todo tipo: da infância, da escola, do bairro, da igreja, da faculdade, da internet, amigo de amigo.
Tem amigo que a gente nem lembra mais de onde conheceu.
Mas cada um deles tem um lugar guardado na nossa memória e no nosso coração.
Coisa de Gente...
Crônica
O Amor Que Muda de Endereço
Existe uma verdade sobre pais e filhos que raramente é dita em voz alta.
Eles se amam muito mais do que conseguem demonstrar.
Talvez porque o amor familiar não seja feito apenas de abraços e palavras bonitas. Muitas vezes ele vem disfarçado de preocupação, de cobrança, de conselhos que ninguém pediu e até de discussões que parecem não ter fim.
Quando somos crianças, enxergamos nossos pais como gigantes.
Eles sabem tudo.
Resolvem tudo.
Protegem de tudo.
Mas o tempo passa.
E os gigantes começam a parecer pessoas comuns.
Começamos a enxergar seus defeitos, suas limitações, seus erros e suas fraquezas.
É justamente aí que surgem os conflitos.
Os pais acreditam que os filhos ainda precisam de orientação.
Os filhos acreditam que já sabem caminhar sozinhos.
E entre uma opinião e outra, muitas palavras deixam de ser ditas.
O pai que queria dizer "tenho orgulho de você" acaba perguntando apenas se o trabalho está indo bem.
A mãe que desejava dizer "sinto sua falta" limita-se a perguntar se o filho está se alimentando direito.
E os filhos, por sua vez, também escondem sentimentos.
Querem agradecer.
Querem reconhecer.
Querem demonstrar carinho.
Mas imaginam que ainda haverá tempo.
E assim os anos passam.
As conversas tornam-se mais curtas.
Os encontros mais espaçados.
As responsabilidades mais numerosas.
A vida segue seu curso.
Como sempre segue.
Até que um dia acontece algo curioso.
Os filhos tornam-se pais.
E aquilo que antes parecia exagero começa a fazer sentido.
As noites mal dormidas.
As preocupações silenciosas.
Os medos escondidos.
Os conselhos insistentes.
Tudo ganha uma nova interpretação.
Pela primeira vez, eles conseguem enxergar o mundo pelos olhos de seus próprios pais.
Mas a vida ainda guarda outra surpresa.
Os netos.
Ah, os netos...
Eles chegam sem pedir licença e transformam novamente a dinâmica da família.
É como se abrissem uma janela que permaneceu fechada durante anos.
Aquele pai sério torna-se brincalhão.
Aquela mãe exigente transforma-se em uma avó paciente.
As regras ficam mais leves.
As broncas mais raras.
Os abraços mais demorados.
E os filhos observam tudo isso em silêncio.
Às vezes sorrindo.
Às vezes refletindo.
Às vezes sentindo uma pontada difícil de explicar.
Porque não é inveja.
Também não é mágoa.
É apenas a percepção de que aquele carinho tão espontâneo talvez tenha existido dentro dos pais o tempo inteiro, mas não encontrou espaço para ser demonstrado daquela forma.
Os avós, por sua vez, também mudaram.
A experiência ensinou que o tempo corre depressa.
Que as oportunidades não voltam.
Que algumas palavras deveriam ter sido ditas.
Que alguns abraços poderiam ter sido mais longos.
E sem perceber, acabam oferecendo aos netos aquilo que a vida lhes ensinou tarde demais.
Não porque amem mais os netos do que os filhos.
Mas porque aprenderam a amar de maneira diferente.
Os filhos observam.
Sentem.
Refletem.
E, no íntimo, compreendem mais do que dizem.
Porque a maturidade ensina algo importante:
Nem todos os vazios serão preenchidos.
Nem todas as explicações chegarão.
Nem todos os pedidos de desculpa serão feitos.
E está tudo bem.
A vida não é uma novela.
Não existem roteiristas escrevendo finais perfeitos.
Não há música tocando ao fundo quando percebemos nossos erros.
Não existe um capítulo seguinte para corrigir cada palavra mal colocada.
A vida real é mais simples.
E também mais dura.
Ela é feita de pessoas imperfeitas tentando acertar.
De pais que amam, mas nem sempre sabem demonstrar.
De filhos que sentem, mas nem sempre sabem falar.
De famílias que carregam cicatrizes e, ainda assim, continuam caminhando juntas.
Podemos passar a vida inteira nos torturando pelo que faltou.
Ou podemos compreender aquilo que existiu.
Porque, apesar dos conflitos, dos desencontros e dos silêncios, o amor sempre esteve lá.
Talvez escondido.
Talvez desajeitado.
Talvez tímido.
Mas presente.
E quando vemos nossos filhos correndo para os braços dos avós, percebemos uma das maiores lições da existência.
O amor não desaparece.
Ele apenas muda de forma.
Muda de linguagem.
Muda de endereço.
E continua seguindo seu caminho através das gerações.
Talvez não exatamente como gostaríamos.
Mas exatamente como a vida permite.
E, no final das contas, aprender a aceitar isso também é uma forma de amar.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
Apenas o acúmulo da saudade pode nos mostrar o que é o amor de verdade. Aquele carinho, um chamego e a sensação de estar em casa.
