Amor de Tios
escrevo livros,canções, gravo vídeos, cartas de amor, mais de mil declarações só nessa vida, e tudo o que ela entende é
bla bla bla bla gurincrível ☀️
Gotinhas de Amor:
Oceanos da Diversidade
A Aventura Tátil da Lu
Brasil,2026
Lu era uma menina curiosa e criativa.
Ela não enxergava como os outros colegas, mas isso
nunca impediu seu sorriso de brilhar.
Com as mãos, Lu descobria o mundo: sentia as formas,
as texturas, os caminhos… e com os ouvidos,
guardava sons como pequenos tesouros.
Na escola, porém, nem tudo era fácil. Algumas brincadeiras dependiam muito dos olhos, e Lu, às vezes,
ficava sem saber como
participar. Enquanto os colegas corriam ou
apontavam coisas, ela esperava, imaginando como poderia brincar junto.
A professora percebeu isso com carinho.
Então, junto com as crianças, decidiu mudar algumas coisas.
— Vamos brincar de um jeito que todo mundo
possa participar! — disse ela.
Os amigos começaram a descrever as brincadeiras para Lu, usando palavras cheias de cuidado.
Criaram jogos com objetos de diferentes
texturas, sons e cheiros.
Também inventaram os passeios sensoriais,
onde Lu explorava a sala tocando, ouvindo e
sentindo cada cantinho. Lu se sentiu acolhida.
Fez amigos, riu alto e descobriu que aprender podia ser uma aventura incrível — do jeitinho dela.
Um dia, a professora teve uma ideia especial:
— Que tal uma caça ao tesouro pela escola?
Os olhos das crianças brilharam.
Mas logo alguém perguntou:
— E a Lu? Como ela vai brincar?
Os amigos não pensaram duas vezes.
Adaptaram o jogo com amor.
Em vez de procurar pistas com os olhos, Lu usaria o tato e a audição. As pistas seriam
objetos com texturas diferentes,
sininhos, caixinhas que faziam barulho. Enquanto
caminhavam, os amigos
descreviam cada passo, cada curva do caminho.
Lu levava uma caneta de cheiro e marcava o
percurso, rindo a cada nova descoberta.
— Está quente… agora macio… escuta esse som! — diziam eles.
No final do caminho, encontraram o tesouro:
um saco cheio de
brinquedos sensoriais — bolas texturizadas,
chocalhos, tecidos e objetos curiosos.
Lu ficou tão feliz que teve outra ideia.
— Agora é minha vez! — disse ela, animada. — Vou criar uma
caça ao tesouro tátil para vocês!
E assim, naquele dia, os amigos aprenderam que existem muitas formas de explorar o mundo.
Algumas com os olhos, outras com as mãos, os ouvidos…
E todas cheias de descobertas.
Porque quando a escola acolhe, todo mundo aprende junto.
Fim
Existe o amor que não se rende.
Ele apanha da vida, sangra em silêncio, mas não recua.
É teimoso, firme, não por orgulho,
mas porque acredita que sentir vale mais que desistir.
Esse amor permanece quando tudo diz “chega”,
e resiste não por fraqueza,
mas por coragem.
Há também o amor que busca respostas.
Ele questiona, observa, sente dúvidas.
Não se contenta com migalhas nem com palavras vazias.
Quer entender gestos, silêncios e distâncias.
É um amor inquieto, porque sabe
que amar sem verdade é se perder de si mesmo.
E existe o amor indeciso na caminhada.
Caminha com o coração em conflito,
dando passos curtos, olhando para trás.
Não sabe se fica, se vai, se espera.
Não é falta de sentimento,
é medo de errar o caminho
e se machucar outra vez.
Amor que se diz amor
busca ser verdadeiro.
Não se esconde, não engana,
não vive de meio termo.
Amor de verdade pode até falhar,
mas nunca trai aquilo que sente.
1539
" 'Na volupia do Meu Amor por Você, Dorinha, meu Coração explode de Emoção e Meus Olhos viram Cachoeiras de Lágrimas de Paixão. Estão 'veno'? Também sei escrever Tolices, Pieguices e Asneiras. Neste último caso, sem querer ofender o Asno (o Animal), ohquei?"
O amor não recíproco, é como uma doença que acabou de surgir
Onde, ainda não há remédios para curá-lo
Só resta o tempo criar a cura.
Aí de morte por amor
Me apaixonei por alguém que não tinha nenhum valor
Aí de morte por amor
Ele era branco, sem alma e sem amor
Aí de morte por amor
Quem diria velejar por uma brisa do mar e um coração vazio encontrar
Aí de morte por amor
As mentiras dele me fizeram ama-lo sem pudor
Aí de morte por amor
Gonsalves dias, Castro Alves e Álvares de Azevedo poderiam dizer: ( " a morte é amiga e o amor é faca cega, mata mas que mil espadas em meio a uma guerra")
Aí de morte por amor
Virei poeta por causa de um escritor
Aí de morte por amor
Amei um homem mais novo que no fim no meu coração só pisoteou
Aí de morte por amor
Será que o William Shakespeare está certo quando matou Romeu e Julieta?
Aí de morte por amor
Van Gogh foi mais um apaixonado desvalorizado que morreu por amor
Aí de morte por amor
O seu nome é tudo o que preciso dizer
Aí de morte por amor...
Eu morri por você
Adoeci de amor, seus beijos me embriagou e de overdose me matou
Eu morri por você
Estava em depressão e você vazio sem emoção
Eu morri por você
Notei que poemas ao meu respeito escreveu e para que eu não entendesse o meu nome você não o escreveu
Eu morri por você
Cansei de te esperar em um jardim onde você terminou e devastou
Eu adoro você
Eu adoro você que morri por você, me vi sozinha e descalça, sem seu abraço e seu olhar que me acalma, éramos eletricidade e o amor foi só meu
Eu adoro você
Os planetas se alinharam pra nós unir, você me deixou e nem me explicou
Eu adoro você
Eu adoro você , repito várias vezes se preciso for, o meu amor por você não deixarei morrer
Eu adoro você
Mas você me magoou, resolveu fugir do que tinha solução e eu tinha pedido perdão
Eu adoro você
Por que te fiz feliz por um momento curto, não prolonguei, cada sorriso seu era combustível para minha melhora
Meu pequeno príncipe
Eu acordei com febre, lembrei dos momentos curtos que tivemos
Meu pequeno príncipe
Eu engasguei com um grito do eu te amo, que não falei
Meu pequeno príncipe
Eu tô cansada de lutar e entreguei meu coração pra você cuidar, a esperança era te tornar meu ciclo final
Meu pequeno príncipe
Eu dancei sozinha na chuva e sem poder sentir minhas pernas, eu rir sem ter som de voz, dormir sem ter olhos e quando acordei e não te vi suas mensagens percebi que era deficiente visual me dei conta que também era surda por não escutava mais sua voz, os sentidos do meu corpo são seus sentidos e se você não está aqui eu não sei sentir .
Quando se perde um amor
Sem nada poder fazer
Choramos em silêncio
ao ver a flor desse amor
no horizonte desaparecer
Té que um dia a saudade
Vai se embora devarinho
Brota no peito outra flor
Amando a nós mesmos
Com duplicidade no carinho
Maria Francisca Leite
Quando te olhava, era com admiração.
Ignorava o chão, só via paixão.
Com amor no peito, sem hesitação.
Mas não via a dor, nem a podridão.
Um casal que se ama e se cuida constrói um laço forte e duradouro, criando um refúgio de amor e apoio mútuo.
O amor é, para mim, o sentido da vida, porque se nós não amarmos a vida, a mesma não terá nenhum sentido. Eis, para mim, a explicação á pergunta principal da filosofia: "qual é o sentido da vida?".
Agradeço sempre pelo Amor estar presente dentro de mim em abundância, caso contrário, a frieza tomaria conta de tudo e a racionalidade dominaria este ser.
Meu amor, um dia gostei demais que doeu. Sentia muito carinho e admiração e agora toda essa consideração tem que ser esquecida. A vida tem dessas, de amar errado... é doloroso e agoniante, pois estes sentimentos intensos e confusos te deixam vulnerável e ansioso, mexe demais com o coração. Mas ou escolho sofrer ao lado deste que traz estes sentimentos ou escolho ser feliz e saudável sozinha. ( que foi o que fiz, ser
Gotinhas de Amor que Revelam
João e Anita
Quando o Olhar Protege
O Olhar Atento
João e Anita chegaram à creche trazendo no corpo e no comportamento sinais de alerta. João, ainda pequeno, demonstrava um temperamento intenso: reagia com agressividade, mordidas e empurrões. Falava pouco, mas seu corpo falava muito — adoecia com frequência, apresentava feridas recorrentes e demonstrava constante estado de tensão.
Anita, mais velha, assumia uma postura de proteção que não condizia com sua idade. Observava tudo, cuidava do irmão e raramente se permitia ser criança. Seu comportamento revelava responsabilidade precoce e vigilância constante.
Os Sinais no Cotidiano Escolar
A observação diária revelou mudanças importantes: oscilações de humor, retraimento, descuidos incomuns e comportamentos que indicavam sofrimento emocional. Nada foi ignorado. A professora percebeu que algo não estava bem — não por um único episódio, mas pelo conjunto de sinais.
A Escuta e a Confiança
Em um ambiente de acolhimento e segurança, Anita encontrou espaço para falar. A escuta sensível da professora foi decisiva. Sem pressão, sem julgamento, apenas presença. A escola cumpriu seu papel ético: observou, acolheu e acionou a rede de proteção.
A Responsabilidade da Instituição
Diante dos sinais, a escola não se omitiu. Agiu conforme a lei e os princípios da proteção à infância. A denúncia não foi um ato de acusação, mas de cuidado. Foi a ponte para que João e Anita pudessem sair de um ambiente de risco e reconstruir suas trajetórias.
O Recomeço
Hoje, os irmãos vivem em um lar seguro. João segue em acompanhamento terapêutico, e sua transformação é visível: mais tranquilo, mais comunicativo, mais criança. Anita cresceu, tornou-se uma jovem forte e sensível. Carrega marcas emocionais, mas também carrega a prova de que a intervenção no tempo certo muda destinos.
Reflexão ao Educador
Ser professora de creche é muito mais do que ensinar rotinas.
É observar atentamente.
É acolher sem julgar.
É agir quando o silêncio pede ajuda.
A omissão também comunica — e nunca protege.
