Amor de Tios
Cansei de ter que cair pra aprender, de ser minha própria cobáia, agora aprendo com os erros dos outros.
Se não fosse a sua teimosia e impertinência em dizer que não, que não queria se apaixonar;
Tão feliz poderíamos ter sido, quanta felicidade perdida, quanto amor que não houve.
"Que o meu rosto reflita nos espelhos um olhar doce e tranquilo, mesmo no mais fundo sofrimento; e que eu não me esqueça nunca que devo estar constantemente em guarda de mim mesmo, para que sejam humanos e dignos o meu orgulho e a minha humildade, e para que eu cresça sempre no sentido de Tempo..."
“O pecado de elogiar é o de causar maior vaidade a aqueles que já não enxergam acima da lama que afundam”.
Quando tu passas ligeira,
Sozinha e alegre, a cantar,
Eu, que choro a vida inteira,
Eu rio em vez de chorar.
Aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância. Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso naquele que me fortalece.
Se minha vida fosse um livro seria de comedia ou auto ajuda com o titulo " Coisas que não se devem fazer pra se dar bem na vida"
Um homem pode morrer, lutar, falhar, até mesmo ser esquecido, mas sua ideia pode mudar o mundo mesmo tendo se passado 400 anos.
Quando a gente lhes fala de um novo amigo, elas jamais se informam do essencial. Não perguntam nunca: "Qual é o som da sua voz? Quais os brinquedos que prefere? Será que coleciona borboletas?" Mas
perguntam: "Qual é sua idade? Quantos irmãos ele tem? Quanto pesa? Quanto ganha seu pai?" Somente então é que elas julgam conhecê-lo. Se dizemos às pessoas grandes: "Vi uma bela casa de tijolos cor-de-rosa, gerânios na janela, pombas no telhado..." elas não conseguem, de modo nenhum, fazer uma idéia da casa. É preciso dizer-lhes: "Vi uma casa de seiscentos contos". Então elas exclamam: "Que beleza!"
[O Pequeno Principe cap.IV]
Serei delicado. Sou muito delicado. Morro de delicadeza.
Quem pagará o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?
Quem, dentre amigos, tão amigo
Para estar no caixão comigo?
Quem, em meio ao funeral
Dirá de mim: — Nunca fez mal...
Quem, bêbado, chorará em voz alta
De não me ter trazido nada?
Quem virá despetalar pétalas
No meu túmulo de poeta?
Somos o que fazemos para mudar o que fomos
Mas se nada somos, virão apenas velhos outonos
A curiosidade leva por um lado a escutar às portas e por outro a descobrir a América.
Nota: Trecho de Link
“É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios”.
