Amor de Tia pela Sobrinha
A verdadeira medida do valor humano transcende as artificiais barreiras da educação formal e do status socioeconômico. Julgar um indivíduo por tais parâmetros superficiais não apenas demonstra uma profunda ignorância sobre a natureza da inteligência e do potencial humano, mas também revela uma lamentável tendência à segregação social que contradiz os princípios fundamentais da evolução do conhecimento.
Vitor Ferreira de Paula
A reflexão sobre o passado revela a beleza daquilo que foi, enquanto o presente parece fugaz e incerto, como se o 'agora' pudesse se dissolver no 'nunca'
Vitor Ferreira de Paula,2025.
A proximidade de indivíduos que, conhecendo nossas necessidades, optam por não nos auxiliar, revela uma das mais profundas aflições humanas. Essa indiferença é ainda mais pungente quando proveniente daqueles que possuem os meios para oferecer suporte. Além disso, a experiência de testemunhar a despedida final de alguém querido é uma das mais dolorosas que podemos enfrentar, deixando uma marca indelével em nossa consciência.
Vitor Ferreira de Paula
Para termos novas lembranças, é simples, compareça, se não vier, vá! Se não tentar, tente! Se não chamar, chame! Se não as lembranças serão como água da chuva!
A vida é bela, não importa como esteja, só em está respirando, devemos agradecer por essa dádiva, que nos foi concebido❗
Que a semana comece bem pra todos nós.
Que as experiências nos alarguem por dentro
e nos melhorem... sempre.
Eu me desnudo sem medo de cair, sem rede de segurança, sem véus para esconder. Minha alma é um abismo, profundo e escuro, onde apenas a verdade pode respirar.
Eu me exponho, como uma ferida aberta, sem curativos, sem disfarces, sem medo de sangrar. Meu coração é um grito, um berro de silêncio, um sussurro que ecoa, sem palavras para dizer.
Eu sou a minha própria sombra, a minha própria luz, a minha própria verdade, sem filtros, sem disfarces. Eu me desnudo, para me encontrar, para me conhecer, para me amar. Sem máscaras, sem véus, apenas a minha essência.
Eu me exponho, como um rio que flui, sem margens, sem fronteiras, apenas a corrente da minha alma. Meu ser é um espelho, que reflete a verdade, sem distorções, sem sombras, apenas a luz da minha existência.
Eu sou a minha própria criação, a minha própria destruição, a minha própria redenção, sem culpa, sem pecado. Eu me desnudo para me libertar, para me soltar das correntes que me prendem, das sombras que me cercam.
Eu sou a minha própria liberdade, a minha própria prisão, a minha própria escolha, sem medo, sem arrependimento.
(“Nudez”, de Douglas Duarte de Almeida)
A angústia surge quando a pessoa desliga-se da sua própria existência. É uma espécie de alienação do eu. Não há outro caminho para lidar com a angústia, senão através do autoconhecimento.
Seria incrível se pudéssemos mudar um ciclo como o da vida. Pra mim já é maçante a ideia de nascer, crescer, reproduzir e morrer. Na prática não é tão simples assim, os intervalos entre esses momentos são assustadoramente complexos. Algo que me sufoca, além de me deixar com uma sensação de incapacidade, é ouvir que a vida é breve. Mas é fato, então vamos simplificar - sugiro tornarmo-nos ainda mais limitados. Já que não se pode ter mais de uma vida, vamos dividir os dias em vidas. O sol me inspira a fazer isso. Vou dar-me a chance de nascer, crescer, brilhar, diminuir e morrer todos os dias. Se assim fizer, a pureza e a inocência sempre me acompanharão. Se assim fizer, descobrirei coisas novas todos os dias. Se assim fizer, serei sempre o melhor, o maior. Se assim fizer, nunca deixarei de notar o brilho dos outros. Se assim fizer, colocarei todos os dias, a sete palmos da terra, as coisas que não me fazem bem. Nunca vi o sol “triste” por ter morrido no dia anterior. Às vezes ele até se esconde atrás das nuvens, mas está sempre lá, vivo um dia após ter morrido. Nunca percebi a soberba do sol por estar acima de todos – talvez porque ele já tenha experimentado estar por baixo. E ele não permite que essa “instabilidade” atrapalhe o seu brilho-de-cada-dia. Parece que temos muito que aprender com o sol.
Amar o outro exige atravessar uma linha delicada: deixar de buscá-lo como espelho e reconhecê-lo naquilo que ele é, não no que projetamos.
Hoje eu só quero ficar sozinho,viajar no rio da minha alma,quebrar as ribanceiras de concreto que as mãos humana me puseram.
Deixar escorrer todas as águas do meu pranto,deverás densas e pesadas como o bronze.
Quero enxergar o sol resplandecer,a onde as nuvens negras tentam esconder.
Hoje eu só quero me libertar do pesso da vida e me sentir leve como uma pluma.
Era uma pena
Era uma pena
Era uma pena vazia e inflexível
Era uma pena renegada pelo tempo,levada pelo vento
Quem dera fosse de pavão ou de gavião,mas era uma pena
Tão triste era à pena.
Saudades são vidas roubadas pelo tempo.Deixando apenas uma absoluta certeza que nunca será encontrada.
