Amor de Tia pela Sobrinha

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É a profunda ignorância que inspira o tom dogmático.

Agrada-nos o homem sincero, porque nos poupa o trabalho de o estudarmos para o conhecermos.

Não devemos julgar os homens por aquilo que eles ignoram, mas por aquilo que sabem, e pela maneira como o sabem.

Para o homem, apenas há três acontecimentos: nascer, viver e morrer. Ele não sente o nascer, sofre ao morrer e esquece-se de viver.

Condenados à morte, condenados à vida, eis duas certezas.

Depois do espírito de discernimento, o que há de mais raro no mundo são os diamantes e as pérolas.

O amante é um arauto que proclama onde existe o mérito, o espírito ou a beleza de uma mulher. Que proclama um marido?

Se você insistir em pensar no mal, na dor e na doença, você a atrairá para si mesmo.

Se você não vê nada além do horizonte de sua janela não quer dizer que não haja nada além do horizonte.

“... Filho, observa bem o que fazer do teu tempo, do teu sacerdócio, de tua missão, e nela procura impregnar todo o teu amor, o que puderes da perfeição de tua conduta, emitindo e comunicando a doutrina que te foi confiada, para não perderes qualquer afeto na fronteira da morte. O sol que brilha, a nuvem que passa, o vento da despedida, o luar que alimenta com o perfume da flor. Aproveite filho, esses momentos de tranqüilidade que a terra com toda a sua riqueza, ainda vai cobrar aos que não aproveitaram seus frutos.”

Na maioria das vezes reclamamos, sentimo-nos injustiçados. Só conhecemos que estamos sendo vibrados e, nenhuma vez, nos lembramos de fazer um exame de consciência para ver se não estamos fazendo alguma injustiça. Saiba que o maior desajuste é o julgamento. A preocupação de estar sendo vibrado, acaba por vibrar o outro, que nada tendo contra, se isenta voltando contra ti mesmo.

O amor é um egoísmo a dois.

O nosso amor-próprio exalta-se mais na solidão: a sociedade reprime-o pelas contradições que lhe opõe.

O amor-próprio dos tolos desculpa o das pessoas inteligentes, mas não o justifica.

O amor é um poema essencialmente pessoal.

O amor-próprio do tolo, quando se exalta, é sempre o mais escandaloso.

Mors Amor

Esse negro corcel, cujas passadas
Escuto em sonhos, quando a sombra desce,
E, passando a galope, me aparece
Da noite nas fantásticas estradas,

Donde vem ele? Que regiões sagradas
E terríveis cruzou, que assim parece
Tenebroso e sublime, e lhe estremece
Não sei que horror nas crinas agitadas?

Um cavaleiro de expressão potente,
Formidável, mas plácido, no porte,
Vestido de armadura reluzente,

Cavalga a fera estranha sem temor:
E o corcel negro diz: "Eu sou a morte!"
Responde o cavaleiro: "Eu sou o Amor!"

Pode ferir-se o amor-próprio; matá-lo, nunca.

O verdadeiro amor só conhece a igualdade.

O nosso amor-próprio é muitas vezes contrário aos nossos interesses.