Amor de Primos
O amor, esse mistério que desafia o tempo, não cabe em ponteiros nem em calendários. É fogo que arde sem cronologia, pulsando no silêncio entre os segundos, nas pausas entre as palavras, no vazio que se preenche apenas com um olhar.
Não importa se nasce em um instante ou se atravessa décadas. O amor não se mede pelo calendário de dias vividos, mas pelo impacto que deixa no coração. É a lágrima que rola sem pedir licença, o riso que brota sem explicação, o abraço que suspende o mundo ao redor.
Como medir a vastidão do mar com as mãos? Como contar as estrelas no céu de uma noite sem fim? Assim é o amor: infinito em sua essência, eterno mesmo quando efêmero.
Não há unidade que defina seu peso, nem relógio que capture sua duração. É algo que sentimos e sabemos, mesmo sem entender. Porque o amor é isso: viver no intangível, acreditar no impossível, e encontrar, no outro, o pedaço do universo que nos faltava.
Um amor forte, mas que, por razões do destino, seguiu caminhos distintos. Talvez não fosse o tempo certo, talvez o universo tenha outros planos… Mas quem sabe, em outra vida, os reencontros não precisem de despedidas.
Era uma vez um quase-amor...
Desses que não se nomeiam com facilidade, mas se sentem na pele, no peito e até nas pausas da respiração. Um sentimento que nasceu rápido demais, intenso demais — talvez demais para caber nos moldes do que se espera de um amor tranquilo.
Ele chegou como quem não queria nada, mas logo tomou tudo. Fez morada nas conversas, nos olhares trocados, nas entrelinhas não ditas. E ela, mesmo desconfiada, se entregou como quem reconhece uma alma antiga. Havia ali uma conexão que não precisava de explicação. Só existia.
Mas era um laço torto. Um passo à frente, dois atrás. Um carinho de manhã, um silêncio à noite. A ausência dele não era total, mas era constante o suficiente pra doer. Ele aparecia, mas não permanecia. Dizia muito, mas demonstrava pouco. E ela, ainda assim, insistia. Não por falta de amor-próprio, mas porque acreditava — talvez mais do que devia.
Ver o afeto dele derramado em outros cantos era como se olhar no espelho e não se reconhecer. Era se dar conta de que o espaço que ocupava era pequeno demais para o tamanho do que sentia. Ela saiu das redes dele, mas nunca conseguiu sair, de verdade, da memória. Porque amor que marca, marca até no silêncio.
E ele? Ele sentia. Sentia a falta, o peso da ausência dela, o vazio onde antes havia vida. Só não sabia — ou não conseguia — dizer. Talvez porque nunca aprendeu que o amor precisa ser assumido, não disfarçado. Que sentimento escondido vira ferida em quem espera.
No fim, ficaram os dois: ela com o peito cheio de palavras engolidas, ele com a alma carregada de tudo que não soube viver. Não houve briga, nem ponto final. Só um "quase" que doeu mais do que qualquer fim.
Porque há amores que não terminam, apenas se perdem.
E há pessoas que, mesmo indo embora, continuam morando em nós.
Feito eco.
Feito lição.
Feito eternidade disfarçada de acaso.
Não há prisão mais cruel do que aquela em que o carcereiro é alguém que te chamava de amor, de mãe, de pai ou de amigo.
Sinto ainda teu perfume
Nos lençóis do nosso último amor...
A cama solitária
A casa calada
A porta encostada
Como a contar
Os segundos para tua volta
Sei que podes me esquecer
Não duvido disso meu bem
Sequer um só momento...
Tu podes esquecer tudo,
O que houve entre nós
Até mesmo a nossa história de amor
Hoje, talvez, sem cor
O que não podes de forma alguma,
É esquecer, quem na tua vida,
Em suma, foi tua vida,
E o teu primeiro amor!
O amor e a providência de Deus são como o vento, que não vemos, mas podemos sentir seu frescor em nosso corpo e espírito.
Eis aí o verdadeiro amor:
Aquele que encontra e permanece, vencendo todos os obstáculos que a vida oferece...
O amor, quando se instala, seja presente ou virtual, é sempre arrebatador, espiritual e até carnal...
Depende como você o aceita, crê e retribui...
Que a serenata das suas paixões soe alto em seus corações...
Que suas noites sejam quentes de amor, irriquietas de desejos e ansiosas de ardor...
E, se depois de tanta emoção ,ainda conseguirem,
Durmam bem...
Amor de colegial é um ardor que parece queimar o peito, que faz as semanas serem curtas e os finais de semana intermináveis...
Amor de colegial é aquele que tira o sono e nos enche de ansiedade e saudade...
Amor de colegial é aquele que nos transporta para um planeta só nosso, que só compartilhamos com nossos sonhos.
Amor de colegial é sofrido, cruel e até muitas vezes platônico, mas quem de nós não sofreu desta dor de verdade?
Você ainda não?
Pois prepare-se, pois amor de colegial não escolhe idade!
Já tive olhos brilhantes
Já falei de amor
Até já encantei e fui encantado
Mas meus olhos desbotaram
Meus lábios se calaram
E desencantei quem me encantava
Pois, meu olhar já não brilha
Meus lábios são anseios
E meu encanto...
Não passa de devaneios
Quero o gosto do seu beijo em minha boca
O perfume do nosso amor em nossa casa
A poesia da sua voz em meus ouvidos
A luz do seu sorriso em minha alma
O pulsar acelerado do seu coração no meu coração
Sussurros trocados
Chamando nossos nomes...
Saciando nossos desejos ...
E eu viverei...
Em seu corpo...
Não tenha vergonha de expressar o amor!
Pois o mundo vive em guerra por falta dele...
(Saul Belezza - Patife)
Saul Freitas
23 de maio de 2014 às 15:01 ·
O que temos para o café? Temos Dores e alegrias, esperanças e desventuras, amor e ódio, Agora você se alimenta daquilo que te vai fazer bem...(Patife)
O que o amor é? Alem de uma droga que nos vicia,
que faz os sentidos não ter sentido, loucura pura,
e que nos faz mais perdido a cada encontro, só desculpas,
e não deixa dois seres ser um só, e nem arruma uma saída...
(Saul Belezza -Patife)
Parem de falar do amor de DEUS, parem de enviar mensagens de paz e de amor, vão para as ruas e com atitudes divina espalhem esse amor de DEUS e que as mensagens aqui postadas sejam dita de frente a cada pessoa que encontrar pelo caminho...(Patife)
