Amor de Primo
"Não julgar" é primo em primeiro grau da empatia. Ele é alimentado por experiências vivenciadas, dores sofridas, tristezas causadas a outros. "Não julgar" é um crescimento espiritual, que causa dor... dor da evolução do "eu" interior, que, aos olhos de alguns, pode parecer fraqueza... fragilidade...
Mas na verdade, é compreensão, respeito pelo outro. É muitas vezes virar o rosto, mas não para evitar encarar, mas para dar a outra face. "Não julgar" não é livrar-se do julgamento futuro, mas ter compaixão do próximo, quando ele não tem alcance emotivo/espiritual para agir de forma assertiva e complacente.
"Não julgar" é a sublimação do perdão e da compreensão.
E é maravilhoso praticar...
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Tem-se que lutar para se sentir feliz. Uma vez feliz, não existirá inveja e o amor será o lema. Uma pessoa infeliz, além da inveja, irradia maus fluidos, atingindo inocentes distraídos e sem maldade. Porém, fluidos se formam em círculos e isso quer dizer que: o mesmo mau que se emite pelos fluidos são os que retornarão. Melhor emitir bons fluídos.
Um olhar complacente conquista um amor; um esbarrão sem pedir desculpas conquista o ódio. É assim o homem.
Dizem que a lua é dos namorados; que lua tem muitos amantes, porém,eu digo: Ela só tem como amor, aquele que lhe acompanha em silêncio!
Amar e dar amor é a principal prática que a maioria nunca adota. Uma pena, poderíamos todos conhecer a felicidade. Mas, fazer o que... Faz parte da evolução humana tropeçar pelo caminho. Assim escolhe o homem, caminhar por estradas pedregosas e cheias de espinhos.
Educação crítica ou lavagem cerebral? O educador crítico já se foi. O PT colocou suas crias para fazer valer o seu projeto de dominar o povo brasileiro. E conseguiu provar que pessoas são facilmente levadas; tanto é, que ficou no poder por longos anos. Porém provou, também, que muitos acordam para a realidade e foi o que aconteceu. PT já era. Professor doutrinado a doutrinador em escola vai morrer pela boca.
Os legisladores aprovam e enviam ao Presidente da República para sua apreciação. O Presidente veta ou não. Se veta, a questão volta para legisladores que podem aceitar ou não os vetos. Qual o sentido nisso? Por qual motivo o Presidente apreciar se a decisão está com o legislativo?
