Amor de Prima
A verdadeira felicidade exige a tríplice aliança do amor. Amar a vida, amar o próximo e amar a nos mesmos.
O ser humano embrutecido e sem fé desapercebe do poder do amor, da oração e da transformação. Igual a como a pálida lagarta presa em seu triste casulo desapercebesse, quem em pouco tempo, crescerá as asas multicoloridas lindas e ganhará os céus em vôo livre na mais pura liberdade.
Quem sois vos para mau falar de nos, se trazes por medo a incerteza do amor, dentro de si mesmo. A obliqua sociedade condena sem remorso pela furtiva aparência sem julgar as medidas certas e as fatalidades das verdades.
Com o declínio da religiosidade e da fraternidade humanitária por amor a vida e ao lugar comum onde se vive, muitos desinformados e rebeldes da boa literatura e doutores da desinformação "internetica", da internet, cometem erros grosseiros. Alguns destes personagens encontram se mesmo dentro das ordens maçônicas regulares, que doutrinariamente encontram se em níveis baixíssimos, são os que confundem a qualificação "livres e de bons costumes", com algum principio politico, partidário e religioso. Pois não existe um só Deus denominado nas ordens, por mais que existam juramentos por honra e compromisso. Existe sim um principio criador que pela geometria, simbolizada pelo "G' que não é God, e sim a matriz existencial da vida que eternamente organiza todas as leis da vida do universo em todos os lugares e em todas as dimensões visíveis e invisíveis.
O amor é a linguagem universal vibracional de existência viva entre todos os reinos, seja animal, vegetal e mineral.
O Deus, o amor, a caridade e o perdão estão presentes em todas as culturas civilizatórias da humanidade, das mais diferentes formas mas com um único sentido.
O mais alto conhecimento maçônico sem a fraternal paridade com o amor incondicional, a compreensão nas diferenças e a compaixão universal, não tem valor algum.
Somente a arte pode inspirar o amor universal e colorir com cores vivas da vida em alegria, as tristezas, as mecanicidades e as sombras no mundo.
Sobre o amor, na língua portuguesa sou muito mais o sentimento de Luís de Camões do que o de Fernando Pessoa. O meu "Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer."
O verdadeiro amor incomoda, o que se acomoda não é amor e sim uma tranqüila boa amizade branda e serena para se conviver.
Quão me é prospero o abandono do amor e a solidão. Parece mesmo que a saudade do amor eleva e leva a alma da gente, por caminhos infinitos antes nunca navegados.
A Grande Festa da Natividade, deve ir além da religião, é a celebração da vida, do amor universal onde todos os povos vivam em união.
A cor amarela traz consigo uma radiação e frequência espiritual de gratidão, alegria e amor. Alguns seres divinos vestem-se de amarelo e espalham luzes por onde passam.
Metade de mim é amor e a outra metade perdão e gratidão. Nem todos foram feitos e criados para gostarem da forma e do jeito, que sou.
A paternidade, o amor, o carinho e cuidado quando se é o pai biológico de um ser, é muito bonito, louvável e responsável... mas quando o homem, nunca foi pai biológico de ninguém e assume a paternidade de todas as crianças do mundo, de todas as raças, cores, credos e culturas. Da mesma forma que assume filosoficamente a paternidade por todas as sementes, por todos os filhotes e todos os espíritos infantis em todas as dimensões. Pela atitude se propõe ser um adepto da perpetuação da vida e de certa forma comunga em espirito com o Grande Pai Celestial, na paternidade de todas as coisas.
