Amor de Menina
“Quando eu encontrar o amor da minha vida, não vou precisar de cenário perfeito, nem de discursos ensaiados.
Vai ser simples… talvez na cozinha, entre uma conversa boba e um sorriso desajeitado.
Vou olhar nos olhos dela e saber: é ali que eu quero morar para sempre.
E, sem medo, vou pedir que caminhe comigo, não só em dias ensolarados, mas também nas tempestades.
Porque o amor verdadeiro não precisa de espetáculo, só de verdade.”
"Jesus não rejeitou o casamento; rejeitou a ideia de que o amor possa ser reduzido à posse de um corpo."
"A prova da eleição não está na certeza do céu, mas na qualidade do amor e da justiça aqui na terra."
"O amor não usa cronômetro, mas usa bússola. Ele nos orienta a nunca deixar o outro se perder na invisibilidade do nosso descaso."
“O amor não é mecânico, mas é atento. Ele não permite que o outro se sinta invisível. Afinal, onde não há resposta, o silêncio grita que o outro deixou de ser prioridade.”
"As operações de Deus no mundo — o Amor, a Providência e a Luz — não são criações d'Ele, mas o próprio Deus em movimento ao nosso encontro."
A saudade costuma mostrar as flores e esconder os espinhos. O coração sente falta do amor, mas a memória precisa lembrar por que aquilo terminou.
Ninguém morre por amor. As mulheres estão morrendo pelo peso de um "não". Morrem porque decidiram que o seu próprio sorriso valia mais do que a vontade de um homem. Morrem dentro de casas que deveriam ser refúgios, transformadas em prisões psicológicas onde o carcereiro dita a roupa, a maquiagem e as amizades. Elas morrem muito antes do último suspiro, quando são proibidas de sonhar, de trabalhar, de rir e de serem donas de suas próprias vidas.
Essa realidade cruel não escolhe classe social, cor ou religião. Ela se esconde, muitas vezes, atrás dos bancos das igrejas evangélicas e dos discursos de santidade. Homens usam a palavra de Deus como escudo para a tirania doméstica. Distorcem conceitos sagrados como a submissão e o perdão para manter esposas encurraladas no medo.
O agressor religioso ora em público, mas amaldiçoa em particular. Ele usa o nome de Deus para dizer que a mulher deve aguentar o soco, o grito e a humilhação para "salvar o casamento". Nenhuma doutrina legítima apoia a tortura psicológica. Deus não habita no lar onde o medo substitui a paz. O altar da igreja jamais deve ser usado para santificar o abuso ou para silenciar o clamor de uma mulher que pede socorro.
Cada agressão verbal, cada ameaça sussurrada entre dentes e cada crise de ciúme disfarçada de cuidado espiritual é um passo em direção ao abismo. Quem agride não está amando; está tentando calar a própria incapacidade de lidar com a liberdade do outro.
Se você sente a raiva subir ao peito diante da rejeição, se o impulso de posse nublar sua mente, pare. Olhe para as suas mãos. Elas foram feitas para construir, para apoiar, para viver em paz — não para carregar o peso eterno do arrependimento e da destruição de uma vida inocente. Um homem de verdade aceita a partida, respeita a escolha alheia e entende que o fim de um ciclo não é o fim do mundo. Dobrar os joelhos para orar perde o sentido se, ao levantar, você usa sua força para esmagar quem jurou proteger.
Destruir uma mulher é destruir mães, filhas, irmãs e o próprio futuro. Atrás de cada tragédia, há crianças que ficam órfãs, pais que enterram seus pedaços e uma comunidade inteira que sangra junto. A violência nunca será prova de força; ela é a assinatura digital da fraqueza humana. É o colapso de quem não aprendeu a ouvir um "basta" e prefere o pecado da destruição ao ato de coragem de deixar ir.
Antes de cometer um erro sem volta, feche os olhos por um segundo. Pense no silêncio ensurdecedor que fica depois. Pense no barulho das algemas, no peso da cela fria e nas lágrimas desesperadas de quem fica. Pense na certeza de que a dor que você causar nunca sumirá do espelho da sua própria consciência. O julgamento dos homens pode demorar, mas a justiça divina e a ruína da sua própria mente serão imediatas. Não destrua a vida dela, e não jogue a sua própria vida no lixo. A raiva dura minutos, mas a culpa e o inferno da consciência duram a eternidade. Escolha se afastar. Escolha a paz.
"Amor pode ser desejo. Quando estamos apaixonados, queremos que a pessoa amada fique perto da gente o tempo todo. Como isso não é possível, ficamos pensando nela sem parar.
Nós amamos o que desejamos, na hora em que desejamos e enquanto dura esse desejo. E podemos desejar muitas coisas: desde uma pessoa até um copo bem gelado de groselha.
Para desejar, basta não ter. Sempre que desejamos algo, é porque sentimos falta daquilo. Desejamos o que não temos, o que não somos ou o que não podemos fazer. Por isso, o desejo é sempre pelo que está faltando. E o amor também."
Sentimentos de gente...
Alexandre Sefardi
Bendito seja o amor que nos move
e a fé que nos levanta!
Bendito seja Deus a Fonte disso tudo.
Joelma Siqueira
