Amor de Filho para Mãe Falecida
É uma das ironias mais devastadoras da vida: passamos os dias pedindo ao universo por um amor calmo, por alguém que cure nossos abismos, e, quando essa alma finalmente chega, nós a tratamos como se fosse um móvel na sala. A ingratidão não nasce da falta de amor; ela nasce da arrogância de achar que o outro estará lá para sempre. O ser humano tem uma urgência doentia pelo que é difícil e um desprezo pelo que é seguro. O carinho diário vira rotina; o cuidado constante vira obrigação. E, aos poucos, cegos pelo brilho falso de novidades baratas, deixamos de ver quem segura a nossa mão no escuro.
Dói perceber que você entregou o seu melhor para alguém que só sabia ler os seus defeitos. É uma dor que rasga o peito, que faz o travesseiro parecer pesado e o amanhecer parecer um castigo. Você se doa por inteiro, ajusta sua vida para caber nos dias do outro, engole o orgulho para salvar o relacionamento, e o troco é a indiferença. A pessoa ingrata consome a sua luz e depois reclama que você está apagado. Mas a grande lição de vida não está na ferida que nos abriu, e sim na nossa capacidade de recolher os próprios pedaços no chão, colá-los com a dignidade que nos resta e aprender a caminhar de novo.
A superação não acontece quando a dor some, mas quando você percebe que o seu amor era grande demais para ser desperdiçado com quem só queria migalhas. Quem não valoriza o sol que tem ao lado acaba implorando por calor na tempestade. Quando um coração generoso cansa de ser ferido, ele não briga, não grita e não cobra. Ele apenas recolhe o afeto que foi jogado fora e fecha a porta, sabendo que cumpriu o seu papel. Se você tem alguém que escolhe você todos os dias, que cuida dos seus medos e honra a sua presença, abra os olhos antes que o tempo transforme essa bênção em uma saudade incurável. Porque o amor sabe perdoar muitas coisas, mas a ausência de valor o mata um pouco mais a cada dia.
O choro que só nasce na perda não prova o amor, mas confessa a ausência dele; quem não cultiva a presença, apenas lamenta o vazio.
... Kenosis ... Conexão ...
Humor com Amor
O que há na Cabeça
Daquele que vive
Em 2 Mundos ... Moradas ... Tempos: ...
Futuro ... Presente?
Worm ... wormHome ... worm ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...
“Quando o mínimo cuidado vem de quem também ameaça, a alma pode chamar de amor aquilo que era apenas alívio.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Perder você me ensinou, da forma mais dolorosa, que o amor verdadeiro mora nos detalhes que a gente costuma ignorar na pressa dos dias. Hoje, o silêncio da casa ecoa a falta de tudo o que vivemos. Sinto saudade do som contagiante da sua risada iluminando a sala, mas, acima de tudo, sinto uma falta profunda até dos seus defeitos. Aquelas pequenas teimosias que antes me faziam respirar fundo, agora são as memórias mais sagradas que carrego, porque faziam parte da sua humanidade tão linda e única.Se eu pudesse deixar uma lição para o mundo, gritaria para que todos tivessem paciência. Nós vivemos correndo, irritados com bobagens, esquecendo que o tempo é um sopro impiedoso. Julgamos os erros de quem amamos sem perceber que a perfeição é uma ilusão fria. O que dá vida a uma relação são justamente as arestas, os tropeços superados e a capacidade de olhar para a imperfeição do outro e escolher acolher, em vez de afastar. A tolerância não é um sacrifício; é o maior ato de romance que existe.Compreendi tarde demais que amar é um exercício diário de desacelerar o próprio ego para dar espaço ao universo de outra pessoa. Cada detalhe seu, por mais caótico que parecesse, compunha a melodia mais bonita da minha existência. Espero que quem ainda tem a chance de abraçar seu par hoje, pare um instante, respire fundo e compreenda: o afeto real exige calma, pois a ausência é um vazio eterno que nenhuma justificativa consegue preencher.
Cultivando minha primavera, para que nunca me faltem flores.
Quem sabe o amor que plantei e tenho regado também venha a florescer?
Sigo cuidando, mesmo quando não há sinais,
porque aprendi que nem toda raiz se revela de imediato.
Algumas crescem no escuro, em silêncio,
antes de ousarem tocar a luz.
E enquanto o tempo cumpre o seu papel,
eu não deixo de me florir.
Porque há beleza em quem permanece,
em quem cultiva,
em quem acredita
mesmo sem garantias.
Se for para florescer, que seja inteiro.
Se for para ficar, que seja com raízes.
E se não for…
ainda assim, minha primavera não se perde.
Saudade é amor que fica.
Você se foi
e levou um pedaço gigantesco de mim…
um desses que não se recompõe fácil.
Mas o amor
você esqueceu.
E ele ficou aqui,
ocupando tudo,
transbordando nos silêncios,
me atravessando nos dias mais comuns.
É por isso que eu morro de saudade.
Porque o que ficou
não foi pouco.
Ficou o que mais pesa,
o que não passa,
o que insiste em existir
mesmo depois da sua partida.
E eu escrevo
não para esquecer,
mas para dar lugar
ao que ainda vive em mim.
Aos meus pais 🤍
"Onde não existe sabedoria
não existe
paz, onde não existe paz
não existe amor e onde não
existe amor
não existe justiça: aquilo que para você é
visto como evolução, aventura
ou novidade,
para mim é percebido como repetição
vazia, superficialidade ou falta
de propósito."
Álbum: O Mundo Jaz no Maligno
(Autor-desconhecido)
O sentido perpétuo do amor se contrata dia após dia no infinito pois a vida segui depois da morte...
Amor bela flor...
Flor de petulância e espinhos que encantam.
No tempo encontrava refúgio no jardim.
Tuas melodias era levadas pelo abuso dos ventos.
Na chuva que vinha chuvisco clamando terra seca...
Folha amarelada preenche o cheiro com a marra do desejo...
Foram queimados pelo sol e sua ardência demonstra que ate beleza tem um final...
Marreta flor se espalha pela floresta.
Minha alma rebelde floresce ate num pântano pois a vida é o amor tão simples... torna-se evidência do destino.
Somos copilidos com polem, a semente trans nascimento de outra vida.
Sentimento perdido para onde foi foi criado por amor porquê se foi?
Para onde foi porquê não me levou?
Me abandonou num estante que mundo também me deixou...
O amor próprio tem opinião e fotos de status, no linear do dia ver o por do sol...
Te da um significado e um sentido de ser.
“Amor verdadeiro não exige que a alma desapareça para que o vínculo continue existindo.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O cárcere emocional começa quando a pessoa já não sabe se fica por amor, por medo, por culpa ou por não lembrar mais quem era antes.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
... Kenosis ... Future?! ...
... Wormhole?! ... WormHome?! ...
Humor com Amor
Onde nasce a lagarta
Aí se farta
E onde nasce a worm?!
E onde nasce O Home?!
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...
