Amor de Filho para Mãe Falecida
Deus cuida sempre da natureza reprodutora humana; depois da mãe dar a luz à criança os pais devem cuidar da natureza da família.
Toda mãe deve passar sempre uns tempos junto de suas fihas, quando em desenvolvimento infanto-social para criar nelas conceitos de respeito, confiança, pureza e altruísmo, um laço afetivo e maternal para fortalecer o seu vínculo de amor e proteção e, acima de tudo, a liberdade de se sentirem como crianças amadas, livres e educadas, baseada em valores, princípios e propósitos familiares, a fim de que seu crescimento atinja outros níveis de sólidos e confiáveis relacionamentos de amizade e fraernidade, em busca de portas abertas para a criatividade, esperança, sonhos e felicidade tão desejados por todos.
O princípio da vida está com Deus e o resto a mãe cuida, enquanto o pai educa até que a criança vire gente adulta, inteligente, educada, sábia e útil à sociedade e depois de tomar decisões saiba como agradar a Deus em todas as coisas.
Em um pedido de oração com fé, a favor de uma mãe sofredora, Deus dá ordens a Seu anjo para imobilizar a uma filha perversa.
Pai e mãe tomam o lugar de honra e felicidade, quando tornam seu lar o lugar da presença, da unção e do temor
a Deus.
Toda mãe protege e guia seus filhos à procura da calmaria como um navio em alto mar, sem âncora e sem bússola, até passar toda a tempestade.
A obra da mãe não se compara com qualquer outra, porquanto o mérito materno está acima das obras dos homens.
A mãe que garante a existência dos seus filhos pela amamentação e luta pelo seu crescimento físico e espiritual deve merecer a coroa mais sublime da vida.
O leite materno da mãe faz uma criança forte e aqueles que se alimentam da Palavra de Deus buscam alimento mais sólido.
Mãe pode ser de todas as formas, independente de sexo ou idade. Mãe é aquela que abre os braços e acolhe o filho, pois eles são as âncoras da vida.
Escrever é uma Profissão
Minha mãe sempre me pergunta:
- Quando vais terminar de escrever?
- Nunca. Respondo
A escrita fez de mim morada. Se eu não conseguir colocar para fora, morrerei. Escrevo porque preciso. Escrevo porque é o meu alimento. Escrevo porque tenho necessidades urgentes. Escrevo porque ser escritor também é uma profissão.
Outras pessoas me perguntam também:
- Não estás aposentada?
- Sim. Respondo. Mas, tenho o outro trabalho que é o de escrever.
Mesmo que muitas pessoas não levem a sério a escrita, eu considero um trabalho. O meu trabalho. A minha profissão. O meu refúgio. A minha casa. A minha fuga. O meu remédio. A minha cura. É nas entrelinhas que coloco pra fora todas as minhas angústias, meus medos, minhas loucuras e meus devaneios e as minhas necessidades.
Mesmo que eu não tenha que cumprir horários como uma empresa. Mesmo que eu esteja em casa. Não tenho hora para escrever. É como se eu estivesse de plantão 24 horas por dia. Quando a inspiração vem tenho que estar preparada para recebê-la. Então, ser escritor é uma profissão sim e não adianta dizer o contrário.
Agradeço a Deus todos os dias pelo presente que ele me deu. Se a escrita não existisse na minha vida eu estaria morta. Então, vivo porque para eu poder existir preciso urgentemente escrever.
O pente fino que minha mãe passava em mim quando criança,hoje continuo passando,tirando quem não soma,deixando quem interessa.
"Tu, ó SENHOR, sabes quem sou, desde o ventre da minha mãe.
Se Tu tiveres que me colocar no deserto, eis me aqui, mas te peço que não me abandones.
É benézer, até aqui me ajudou o Senhor!"
"Não sejamos o arrependimento de um pai ou de uma mãe, que não usou por esquecimento ou imprudência o contraceptivo, antes de nos conceber"
"Não existe ex-amigo e ex-mãe, aqueles que supostamente deixaram de ser, é porque nunca foram de verdade. Quem é de verdade, nunca deixa de ser. Nem a morte é capaz de separar. Cuidado para não confundir colegos com amigos, são duas coisas muito diferentes."
