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Amor de Ficante

Cerca de 239147 frases e pensamentos: Amor de Ficante

O amor tem algo
de primavera:
regressa sem explicar
como venceu o
inverno da alma.

"A ressurreição de Cristo é a certeza da vitória da vida sobre a morte,do amor sobre o ódio, e do bem sobre o mal."

Eu fui um amor ausente na sua vida; me perdi pelo caminho, em outros braços e outros laços, me enrolando. Aos poucos fui me distanciando do seu coração.

Sem saber o caminho de volta, bati em outras portas, mas nenhuma tinha o seu cheiro nem os seus abraços.

Foi então que entendi que, ao procurar outros laços, perdi o seu abraço — que era o que mais importava para mim.

Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando afeto como vulgaridade.


"Dai-me atenção", o peito assim implora,
Rogando carinho, suplicando clemência
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
⁠⁠

" Que o Amor Incondicional de Deus
A Graça do Senhor e Salvador Jesus Cristo
E as doces Comunhão da Pessoa do Espírito Santo esteja sempre em sua vida."
__


Sociedade Missionária
Unção e Legado

O amor é quase indestrutível, poucas coisas podem acabar com um amor verdadeiro... Mas existe um veneno fatal que o corrói de dentro para fora... a decepção!

Meu senso de "humor" tem uma relação apimentada de amor com o "sarcasmo" e um triangulo amoroso com a "ironia"!

Gotinhas de Amor:
Oceanos da Diversidade
A Aventura Tátil da Lu
Brasil,2026


Lu era uma menina curiosa e criativa.
Ela não enxergava como os outros colegas, mas isso
nunca impediu seu sorriso de brilhar.
Com as mãos, Lu descobria o mundo: sentia as formas,
as texturas, os caminhos… e com os ouvidos,
guardava sons como pequenos tesouros.
Na escola, porém, nem tudo era fácil. Algumas brincadeiras dependiam muito dos olhos, e Lu, às vezes,
ficava sem saber como
participar. Enquanto os colegas corriam ou
apontavam coisas, ela esperava, imaginando como poderia brincar junto.
A professora percebeu isso com carinho.
Então, junto com as crianças, decidiu mudar algumas coisas.
— Vamos brincar de um jeito que todo mundo
possa participar! — disse ela.
Os amigos começaram a descrever as brincadeiras para Lu, usando palavras cheias de cuidado.
Criaram jogos com objetos de diferentes
texturas, sons e cheiros.
Também inventaram os passeios sensoriais,
onde Lu explorava a sala tocando, ouvindo e
sentindo cada cantinho. Lu se sentiu acolhida.
Fez amigos, riu alto e descobriu que aprender podia ser uma aventura incrível — do jeitinho dela.
Um dia, a professora teve uma ideia especial:
— Que tal uma caça ao tesouro pela escola?
Os olhos das crianças brilharam.
Mas logo alguém perguntou:
— E a Lu? Como ela vai brincar?
Os amigos não pensaram duas vezes.
Adaptaram o jogo com amor.
Em vez de procurar pistas com os olhos, Lu usaria o tato e a audição. As pistas seriam
objetos com texturas diferentes,
sininhos, caixinhas que faziam barulho. Enquanto
caminhavam, os amigos
descreviam cada passo, cada curva do caminho.
Lu levava uma caneta de cheiro e marcava o
percurso, rindo a cada nova descoberta.
— Está quente… agora macio… escuta esse som! — diziam eles.
No final do caminho, encontraram o tesouro:
um saco cheio de
brinquedos sensoriais — bolas texturizadas,
chocalhos, tecidos e objetos curiosos.
Lu ficou tão feliz que teve outra ideia.
— Agora é minha vez! — disse ela, animada. — Vou criar uma
caça ao tesouro tátil para vocês!
E assim, naquele dia, os amigos aprenderam que existem muitas formas de explorar o mundo.
Algumas com os olhos, outras com as mãos, os ouvidos…
E todas cheias de descobertas.
Porque quando a escola acolhe, todo mundo aprende junto.
Fim

Gotinhas de Amor que Revelam
João e Anita
Quando o Olhar Protege
O Olhar Atento
João e Anita chegaram à creche trazendo no corpo e no comportamento sinais de alerta. João, ainda pequeno, demonstrava um temperamento intenso: reagia com agressividade, mordidas e empurrões. Falava pouco, mas seu corpo falava muito — adoecia com frequência, apresentava feridas recorrentes e demonstrava constante estado de tensão.
Anita, mais velha, assumia uma postura de proteção que não condizia com sua idade. Observava tudo, cuidava do irmão e raramente se permitia ser criança. Seu comportamento revelava responsabilidade precoce e vigilância constante.
Os Sinais no Cotidiano Escolar
A observação diária revelou mudanças importantes: oscilações de humor, retraimento, descuidos incomuns e comportamentos que indicavam sofrimento emocional. Nada foi ignorado. A professora percebeu que algo não estava bem — não por um único episódio, mas pelo conjunto de sinais.
A Escuta e a Confiança
Em um ambiente de acolhimento e segurança, Anita encontrou espaço para falar. A escuta sensível da professora foi decisiva. Sem pressão, sem julgamento, apenas presença. A escola cumpriu seu papel ético: observou, acolheu e acionou a rede de proteção.
A Responsabilidade da Instituição
Diante dos sinais, a escola não se omitiu. Agiu conforme a lei e os princípios da proteção à infância. A denúncia não foi um ato de acusação, mas de cuidado. Foi a ponte para que João e Anita pudessem sair de um ambiente de risco e reconstruir suas trajetórias.
O Recomeço
Hoje, os irmãos vivem em um lar seguro. João segue em acompanhamento terapêutico, e sua transformação é visível: mais tranquilo, mais comunicativo, mais criança. Anita cresceu, tornou-se uma jovem forte e sensível. Carrega marcas emocionais, mas também carrega a prova de que a intervenção no tempo certo muda destinos.
Reflexão ao Educador
Ser professora de creche é muito mais do que ensinar rotinas.
É observar atentamente.
É acolher sem julgar.
É agir quando o silêncio pede ajuda.
A omissão também comunica — e nunca protege.

Não foi fraqueza,
foi amor demais.
Não foi o fim,
foi a vida pedindo paz.
Perdi pessoas,
perdi chão,
mas não perdi a fé
nem o coração.
Aos sessenta,
não quero luxo nem correr:
quero dignidade,
silêncio
e tempo
pra florescer.

Projeto Gotinhas de Amor
Oceanos das Marés da Adolescência: Voz, Identidade e Futuro.
Poema
Marés da Adolescência
(Letra & Poesia)
No mar da adolescência,
A gente aprende a navegar,
Entre as ondas do medo
E a esperança de um lugar.
Navegando no escuro,
Buscando a direção,
Com a força da nossa voz,
Identidade e coração.
Este é o nosso oceano! Descobrindo a coragem,
Nosso projeto de vida.
Navegando nessa maré,
Construindo a nossa rota,
Fortalecendo a fé.
Todo capitão aprende
Com o peso da tempestade,

Ser mulher é florescer mesmo depois da tempestade. Força, coragem e amor. 🌻Feliz Dia da Mulher!

“Gotinhas de Amor: onde a literatura encontra o cuidado.”

Às vezes o fim de um amor não faz barulho.
Ele simplesmente aprende a viver em silêncio.

Ser trocado dói.
Mas às vezes o que mais dói é perceber que o amor foi embora em silêncio.

"Ah, esse amor, um acaso cheio de intenções."

⁠⁠O amor é como a morte, a gente nunca está preparado (a) para perder!!!

QUINTANA E O AMOR

Muitas vezes nessa vida
Confesso que já chorei!
Já chorei por coisas bobas
Já chorei por quem amei
Lhes juro, a dor é grande
O tamanho eu não sei
Eu só sei que quem já amou
Sabe do que eu falei...

E quem não quiser chorar
Creia, eis a solução:
Não procures o amor
Endureça o coração
Tu só não vai experimentar
A mais linda emoção
O mais lindo sentimento
A incrível sensação
Vais parecer que flutuas
Na leveza da paixão.

E por falar em sentimento
Me lembro de um senhor
Que morou no meu Rio Grande
Da vida era doutor
Escreveu as coisas mais lindas
Soube a paixão expor
Mário de Miranda Quintana
O professor do amor...

Eu aprendi com o Quintana,
Exaltar o amor...
Pra meus filhos lembrarem
Quando eu me for
E vão tornar a falar
Assim como eu falei:
—Eu aprendi com papai,
Exaltar o amor...

Thiago Rosa Cézar

Nó do lenço

Em Veneza, o amor era um porto,
Onde o Mouro, de guerras cansado,
No olhar de Desdêmona,enfim, achou conforto,
Um reino de paz, por ela outorgado.

Mas a sombra do lago, em silêncio, tecia
A teia de aranha que o peito consome.
A dúvida, o verme que a alma vicia, Sussurrava mentiras em volta de um nome.

O lenço caído, bordado em morangos,
Tornou-se a prova de um crime inexistente.
Otelo, perdido em sombrios fandangos, Cegou para a luz da amada inocente.

Onde havia ternura, nasceu o tormento,
O ciúme é o monstro que a si próprio devora.
Um travesseiro abafa o último alento,
E a verdade só chega na última hora.

Ó, General, que venceu mil batalhas,
Mas caiu diante de um falso confidente!
No quarto de Chipre, entre mortalhas,
Dorme o amor que foi morto injustamente.

" Senhor derrama a tua graça eteu amor
que eu sinta a tua presença, que teus anjos estejam aqui, que a tua luz inunde esse lugar


— que assim seja —
que assim se faça, que assim se cumpra


Que Deus me abençoecom paz e sabedoria
todos os dias, Amen."