Amor Cigano

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Há algo de bonito na saudade...
É o amor que ela não deixa morrer.
É a lembrança que persiste,
mesmo sabendo que
a relação não mais existe.

Joelma Siqueira

"...Não é vaidade
é amor e cuidado
pelo corpo que guarda
minha essência."

Onde mora o amor?
O amor mora na saudade.
E voce,onde mora?
voce mora em mim.
Eternizado em meu coração.


Where love lives?
Love lives in nostalgia.
And you, where you live?
you live in me.
Immortalized in my heart.

O amor sempre foi e sempre será doce ...
O que amarga a vida é o desamor
o ego.

A vida é cheia de ternura, amor e candura.
Tenha olhos cuidadosos e amorosos.
Não deixe passar um momento sublime
como o pôr-do-sol,
como o voo dos pássaros,
o beijo-flor que chega leve...
Seja leve.Releve.
Veja com outros olhos o que seus olhos vêem todo dia.
Dê para si o melhor de si,
Amar a si mesmo também é caridade.

Meu amor por você é puro...
Puro como o sorriso de uma criança.
Puro como a água que cai nas plantas...
Meu amor é puro como
as estrelas que iluminam a escuridão.
É puro como a alegria do solitário
que dar fim à solidão.
Meu amor por você é puro,é amor

Amor que move o mundo é outro..
é o único,é o que é.
É o sem nome,mas que nomeia tudo.

Um coração cheio
de amor e harmonia
é como um jardim
na primavera:
Cheio de flores!

Em qualquer oportunidade
Seja luz!
Lembre-se de que seu criador
lhe enviou para propagar amor!

A saudade
olha pra fora
quando o amor reside
ainda lá dentro.

Dessa vida só se leva o amor que plantamos,
as alegrias que cultivamos...

Um lar sempre será acolhedor quando há a presença do amor. Lar é o alimento do físico, o repouso da alma.

É o poder do amor que
floresce tudo em volta...
É o poder da ternura,candura...
Só assim a felicidade
perdura,dura...

Apenas o amor é capaz de abolir as diferenças e tornar as pessoas iguais.

E o tempo se rói
Com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Pra tentar reviver

Ela dizia que não existia amor, até que um dia se permitiu sentir...

Carta para o meu grande amor!




Meu amor,

Dizem que o universo nasceu de uma explosão.
Mas eu — que te encontrei — sei de outra verdade:
o universo nasceu no instante em que teus olhos beberam os meus com aquela lentidão que só os deuses conhecem.
Tudo antes disso era ensaio.
Era o silêncio à espera da tua voz.
Era partitura sem melodia,
uma oração perdida entre galáxias,
à espera do milagre que és.

As estrelas — hoje eu entendo —
são cicatrizes do céu,
fissuras sagradas por onde tua existência transbordou.
E o tempo?
O tempo se tornou um animal manso.
Deita-se entre nós, nos observa em reverência,
e oferece o agora como um altar.

Quando me tocas, algo acontece que a ciência não explica.
As galáxias se dobram como folhas de papel em tuas mãos,
e até o caos, que sempre me acompanhou,
se cala para ouvir o som do teu nome no meu corpo.
Há planetas girando ao redor do teu ombro,
como se ali morasse o eixo do divino.

Teu riso, meu amor...
Teu riso é o idioma que os anjos esqueceram,
mas que minha alma nunca deixou de falar.
Quando ouço tua alegria,
volto ao ventre do mundo.
Sou feita de lava e canto,
de luz primeira,
de amor antes da linguagem.

Amar-te é caminhar por todos os tempos
com os pés descalços e o coração nu.
É habitar corpos que ainda não existem,
é dançar no meio da chuva
como quem celebra o sagrado no ordinário.
É ser poema antigo,
escrito em uma língua que só tua pele decifra.

Somos feitos, tu e eu,
da mesma substância que os deuses esconderam:
carne embriagada de céu,
pecado redimido em milagre,
beijo que conhece a morte e ainda assim escolhe viver.

Se o universo decidir desabar,
que me desintegre em teus braços.
Se houver outro mundo,
que eu renasça do lado esquerdo do teu peito,
na morada mais secreta do teu silêncio.

E se, por fim, tudo se desfizer
e o nada for o único idioma possível,
ainda assim,
eu levarei teu nome comigo —
como se fosse uma oração
que nem o escuro ousa apagar.

Com tudo que há de eterno em mim,
Te amo.

T.

Chega de medo, incertezas, agora eu te amo, e vou faze-la feliz ao meu lado meu amor.

Há pessoas que não veem a diferença entre Satanás e Deus, a tentação e o amor, pois olham ao espelho e veem que, se não fosse o amor, não existiria a tentação. Se não mostrássemos amor por algo, não cairíamos na tentação de abdicar de outra coisa. Contudo, há uma visível diferença: Quando levamos Deus aos outros, não os tentamos com algo superficial, quando levamos Deus aos outros, não praticamos o mal, já quando levamos ódio aos outros, estamos a abdicar da oportunidade de nos tornarmos chegados ao nosso próximo, não ganhando nada em troca para além de, muitas das vezes, um valente chapadão.

Porque o meu irmão índio também me ensinou o valor da terra, o amor pelo chão e por seus frutos.