Amor Carente
O amor ficou em extinção para o meu coração;
E a carência se aproveitou para guardar o que não me convém;
E ainda sim a minha frustração grita pelo que não aconteceu;
Por um desejo não atendido ou a esperança perdida
Nesse tribunal de rua se não for
O amor... O que será da vida!
Banalizada excomungada
Carente do bom senso!
Nada mais esconde essa minha indignação
Talvez eu grite em palavras cultas
Ou não!
Sempre celebrei o amor de cartas marcadas, festejando o coração carente, contemplando o futuro que me aguarda.
Meu silêncio já esteve pior, mesmo tendo gente que machucasse meu ego e me fazendo enxergar minhas desconfianças.
Porém, os meus sentimentos são superáveis ao que nunca foram bons a mim.
Mesmo querendo alguém que eu pudesse confiar e ser só minha.
Nem sei ao certo por que me sinto assim! Carente desse amor, carente de você;
Quando vejo que tudo está perdido não me isolo, mas sim me afugento do que me faz mal e me entrelaço com o que me faz bem;
Amor, por favor... Sejas minha
Pode ser ciumenta, exigente e carente que eu aguento suas manias
Pode até me analizar
Sou afetivo, romântico e atencioso...
Sei que estou pronto para amar
Eu só desejo me envolver nos braços seus
Pois se todo mundo ama ser amado... Imagina eu?
Eu entendo que o amor
Têm suas reciprocidade
De qualquer forma eu te quero, tenho amor de verdade!
E para você sentir as palavras do meu coração
Eu termino esse poema com uma sincera declaração!
Quando balbucio "meu amor"
Afirmo toda minha propriedade
Não é carência nem solidão é somente cumplicidade
Toda afetividade que transborda meu coração
Criam palavras doces que tem somente uma única direção
Oferecendo os meus sentimentos à você mulher, minha paixão!
O amor que se descobre
faz nascer as ansiedades
de um carente coração
Quando os sentimentos
são tangíveis, se olve
claramente o rugido
da paixão;
Mas que com palavras
se desenha o querer
que o desejo imagina contemplar
E com fé na esperança
que me faz querer te amar;
Amor ou carência
Amor ou solidão
Amor ou ilusão
Amor ou vontade de ter alguém
Amor ou medo de ficar sozinho (a)
É o que passa pela minha cabeça quando olho suas fotos
As vezes penso que seja amor,as vezes apenas apego,mas enquanto a mente fala tudo isso o coração grita, você sabe que é amor,é amor porque conheceu a pior versão dele e decidiu ficar,amor porque apesar dos defeitos dele,você não o julgou, amor porque quando você o viu pela primeira vez mal conseguia falar,Amor porque entre a distância que existe entre nós não mudou o que eu sinto por você, amor porque quando falo de um futuro é ao seu lado que eu quero está!
Liberte-se de ciúmes excessivos, brigas, desconfianças... isso não é amor, é apego, obsessão, carência, infantilidade , etc. Com o tempo cansa. A felicidade plena só se tem com liberdade.
EUFÓRICA
Estou tão carente essa noite
Ela se foi,semana passada depois do amor
A noite eu sofro sofro sofro
Sem a minha flor
Eu te guardo num cantinho do meu coração
Nunca esqueço de alimentar você
Ela é sortuda e me tem na mão
Quando estamos juntos,pega fogo o prazer.
Te quero além do mar
Teu beijo Salgado
Desidratar Me
Sua boca doce
Vem eufórica me mostrar
Sua boca doce
Vem eufórica me mostrar.
Poeta Antonio Luis
A humanidade está carente de amor, de paz e principalmente de serenidade. Carente de saber buscar a essência. Carente delas mesmas. Lá no fundo do vazio, há uma luz. Esta, nos levará a um caminho para o encontro com o nosso verdadeiro Eu. Saibamos buscá-la e tudo ao nosso redor mudará.
O amor não se partilha com o mundo, o amor suspeita, o amor é carente, o amor tem medo, o amor é egoísta. Meus amigos não existe grande amor sem grande ciúme.
(Bender)
Em uma alma solitária e carente as confusas expectativas de breves sorrisos fortuitos sem compromissos na alma são como o mais forte dos entorpecentes que alimentam por falsa esperança de sonhos infinitos impossíveis, mais uma vez na vazia realidade do que não existe. Todo inquieto que busca o que não sabe, que vive com vazio na alma por insólita nevralgia deve policiar se das tao maléficas insanas euforias. O estado morno de viver, que parece que não é o certo, se basta e o preserva e tira do raio de ação fulminante e flamejante da cada vez mais forte abominável e inevitável depressão. O coração inseguro de quem pouco se ama, volta e meia se engana e se perde por breve ilusão nestes labirintos.
