Amor Adolescente

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Sentir saudade é perceber que o amor, de alguma forma, ainda vive... mesmo quando a presença já não está perto.

O amor verdadeiro não prende… ele acolhe, cuida e conduz o coração à paz.

Há um tipo de amor que não exige perfeição, apenas presença, entrega e verdade.

O amor que permanece é aquele que aprende a atravessar dias difíceis sem perder a ternura.

Se doer em você, já não é amor.

Você merece o amor que insiste em dar aos outros.

Se for pra se perder, que seja em um amor que também te encontre.

Nem todo amor nasce pronto… alguns são cuidados por Deus até aprenderem a permanecer.

O amor humano pode falhar… mas o amor de Jesus permanece inteiro.

O pedido de desculpa pode até ser o começo… mas é o amor vivido depois que prova se ele foi verdadeiro.

Nem toda saudade é de amor… algumas são só ecos do que já foi curado.

⁠Nem todo amor é dito em palavras… alguns são vividos em gestos silenciosos que curam por dentro.

Quando o amor é guiado por Deus, até os silêncios se tornam abrigo.

O amor não é ausência de falhas, mas a escolha diária de continuar apesar delas.

O amor que vem de Deus não se desgasta com o tempo… ele amadurece, aprofunda e floresce em meio às estações da vida.

Nem sempre o amor será fácil, mas quando há fé, ele encontra forças para recomeçar quantas vezes for preciso.

O verdadeiro amor não se perde nas dificuldades… ele se revela nelas.

A leitura lida com amor, é a semente da sabedoria; ler no faz de conta é desprezar a sua propria inteligência. A interpretação cria sábios e a preguiça cria homens fracos e manipulados.

Otavio Mariano.

“Há sorrisos que contagiam. Outros ferem.
Há os que nascem do amor… e os que servem à conveniência.”
“Nem todo sorriso é luz.
Alguns são disfarces bem treinados.”


Otávio Mariano

Amar é ser livre!


​Ninguém disse que o amor é submissão, prisão ou um modo de se escravizar. Nunca foi dito isso. O amor é um modo de se libertar; é um jeito de ser livre em um mundo acorrentado por ideias prescritas, estabelecidas por uma sociedade que grita. O que ela grita é: "Eu não quero laços, eu não quero estar próximo, eu não quero me prender".
​O amor não é uma corrente; ao contrário, é a chave que liberta, que abre e que nos deixa livres para podermos voar como um pássaro em dia de sol, que voa sem saber para onde vai, mas que já está indo.
​Nildinha Freitas