Amor
Os teimosos aprendem! Nem que seja no amor ou com a dor! Aprendem! A vida tem sinais! Ela mostra com seus sinais os caminhos que devemos seguir!
O amor é como um gênio,
aprisionado numa lâmpada.
Então, um dia, você liberta esse gênio
e não mais precisa fazer desejos.
De uma vida de dissabores
e você vai defender o amor?
Sempre nadando contra a maré.
- A maré segue o curso do amor.
Me envie uma carta de amor
Para que na velhice,
eu não dependa de áudios e prints.
Para que na velhice,
eu tenha algo real em minhas mãos.
Fiz do peito um canteiro
De amor e respeito
E a despeito de um ou outro sentimento invsor e sorrateiro sigo cultivando o belo e a reflorescer
Cuidar de quem não tem voz é o grito mais alto de amor
Há silêncios que gritam. Estão nos olhos de um animal abandonado, no corpo frágil de uma criança esquecida, no idoso calado em um canto da casa, na natureza sufocada pelo descuido humano. Nem todos podem dizer o que sentem, mas todos sentem. E é nesse sentir silencioso que nasce a urgência do cuidado.
Cuidar de quem não tem voz não é um gesto comum — é um ato de grandeza. É enxergar além do que se ouve, é compreender dores que não se explicam com palavras, é oferecer presença onde falta amparo. Quem cuida sem esperar aplausos, quem acolhe sem exigir retribuição, quem protege sem precisar ouvir um “obrigado”, está vivendo a mais pura expressão do amor.
Esse tipo de amor não faz alarde, mas tem o grito mais alto. Grita na ação silenciosa que alimenta, acolhe, limpa feridas, devolve dignidade. É o amor que ergue lares para bichos de rua, que dá colo a quem nunca teve, que planta árvores para o amanhã de quem nem nasceu.
No mundo de hoje, onde as palavras são muitas e os gestos, por vezes, escassos, cuidar de quem não pode falar é um manifesto de humanidade. É a prova de que ainda há esperança, de que ainda há gente que ouve com o coração.
Porque o verdadeiro amor não precisa ser ouvido, ele precisa ser sentido. E quem ama de verdade, ouve o silêncio como um clamor... e responde com ação.
