Amo minha Igreja
Seguirão anos de decadência eclesiástica os líderes da igreja que se ocupam dos púlpitos, esperando que seus membros façam os trabalhos evangelísticos e de visitação.
Vivem atualmente os membros da igreja uma total infidelidade às Escrituras devido ao apego da matéria, que os aprisiona às fascinações do mundo, tornando-se impotentes na fé por falta de obras.
Os líderes mais fracos da igreja são aqueles que sabem demais e não fazem nada, sem tomar as devidas providências de amor, respeito e apreço pelos seus membros espiritualmente necessitados.
A igreja sempre cresce com a saída dos membros, cheios da graça de Cristo, com seus dons e habilidades, para indicar para outras almas a entrada no reino de Deus.
Um cristão esquentado precisa ser recatado na Palavra de Deus, porque fora da igreja as outras pessoas dizem para ele: vai te catar.
Todos os cristãos podem estar no melhor lugar do mundo aos domingos na igreja; porém, se a liderança não escolher com zelo os melhores dons espirituais, todos continuam também ocupando o púlpito, o espaço, o tempo e a vida da igreja que ali permanecem como meros ouvintes nos bancos.
Muitas pessoas levam pitzzas e coca-cola às reuniões da igreja, ignorando o poder do Evangelho como principal fonte de sustentação dos pecadores.
Cinco assuntos que poderiam tornar uma igreja forte e promover o seu crescimento: o valor da disciplina, a santidade do rebanho, o poder da palavra testemunhada, a ousadia da fé e a força de uma liderança eficaz.
Não se joga por terra a credibilidade e experiência espirituais de um líder, com a qual a igreja pode crescer e atingir grandes alvos.
Presbitério que elege o seu próprio presbitério omite o direito da igreja escolher os seus simpatizantes e como consequências queda na frequência dos cultos, no dinheiro das ofertas, nos trabalhos e ministérios não correspondidos.
A matemática de um pastor de igreja é subtrair de 100 ovelhas outras 99 e correr atrás dela, antes que o lobo apresente uma estratégica contábil de fome fora do pasto.
É inevitável a presença de bocas de fofoqueiros na igreja, mas estas deveriam passar pela disciplina para não difamarem a igreja toda.
Mentores que sinalizam ocupações sucessoras para administrar a igreja dão sinais verdes para crescimento físico e espiritual às igrejas.
Pastores que não deixam outros membros entrarem na frente dos trabalhos da igreja são ditadores espirituais, os quais não se interessam pelo crescimento do próprio corpo.
