Amo minha Igreja
Muitos dizem que não são responsáveis por tirar o joio do meio da Igreja e isto não poderia ser mais errado, não por tirar o joio e sim por não cuidar do trigo. Se analisar bem a Parábola do Trigo e do joio, pode-se observar que os trabalhadores que reconheceram o joio, permitiram que este fosse semeado entre a boa semente por dormirem. E hoje muitos pastores estão permitindo que o joio seja semeado em meio ao trigo, simplesmente por fazerem como aqueles ajudadores do dono do campo, dormirem em serviço.
Espiritualidade
Sempre fui Católica, sempre frequentei igreja, rezei, agradeci.
Passei pela fase dos porquês, me questionei sobre construções suntuosas, sermões hipócritas e maçantes, pedidos de dízimo à exaustão e tédio em algumas Missas.
Ao contrário do que pode parecer, meus questionamentos me uniram ainda mais à Deus, a espiritualidade, me fortaleceram. É claro que não tinha a maturidade que tenho hoje e nem sei se já a conquistei, é claro que julgamentos e dúvidas fizeram parte da minha ligação com a fé, mas o que foi bom foi ter aceitado apesar dos questionamentos, aceitado não como algo imposto à mim quando criança, nasci católica e vou me manter católica, houve uma busca, uma dúvida, críticas, compromisso e por fim, propósito. Passei por vários estágios e me encontro na fase: Quero ser uma pessoa melhor, quero ser exemplo de amor, quero levar sorriso, paz e alegria, quero me motivar a mim e ao meu coração não com base em pessoas ou erros do passado, não com base nas minhas mazelas, nos meus erros e no meu jeito estourado de ser, mas motivada pela força interior que transborda dentro de mim. Faça aos outros aquilo que você gostaria que fizessem à você! É fácil? Não! Sempre Consigo? Não!
Muitas e inúmeras vezes entro no tabuleiro do perde tudo, volto 4 casas, volto 2 casas, então inicio o jogo, rasgo a folha rabiscada e pego uma nova página, limpinha para iniciar novos ciclos, para viver novas e divinas aventuras, para recomeçar, para tentar alcançar a minha linha de chegada: O Paraíso. Primeiro o Paraíso na Terra, depois o Paraíso no Céu.
É muito mais fácil demonstrar um "cristianismo" quando estamos reunidos em uma igreja, difícil é praticá-lo fora dela.
Oito Anos
"A escola,
a igreja,
a casa do padre no jardim
e o menino bonito
sorrindo pra mim...
Cancela fechada,
trem passando,
vagões bêbados,
cambaleando sobre trilhos,
embalados em música
jamais esquecidas...
Na sala
Judite, Ilvia, meu irmão,
eu, o piano
e a professora...
No fim da rua
o rio,
rolando com a força das patas
de um animal selvagem...
Na volúpia das águas turbulentas
cantando loucos movimentos
jamais sentidos..."
Senhor sinto a tua presença, na igreja, em minha casa, na rua, na escola...!
em qualquer lugar, eu não paro de te adorar...Pai,
preciso tanto de ti, Espirito Santo nunca se afaste de mim, sou fraca, sou barro, pó e cinza, sou nada, mas Tu Deus; estar comigo...Obrigada por estar sempre ao meu lado, me dando forças para suportar tudo... te amo Senhor' ♥
Não vou a igreja só por que tem um grande pregador ou grande ministerio de louvor,e sim por que sei que meu Pai celestia esta sempre lá.
Transformaram a cristandade em cristolândia, a igreja no castelo de Cinderela e Cristo num Pateta, cuja mensagem inofensiva não deve ser levada a sério.
Os pais educam, a escola educa, a igreja educa, mas a última palavra para uma vida digna é dada pela própria pessoa, é ela que escolhe qual o caminho deseja seguir.
Igreja?
- Não, obrigado.
Hoje é dia 28.10.18 e só consigo ver estampada a hipocrisia do que o “cristianismo” se tornou. À memória, em compasso binário, dobram-se os joelhos na Marcha da Família com Deus (1964).
Houve, na atualidade, uma barganha do respeito, pelo amor ao ódio. Da liberdade, pela opressão. Da justiça que atinge a todos, pelo vulto da seletiva justificação e santidade para com a segunda pessoa do singular. Senso vago de justiça que prefere iludir-se, enganar-se, perder-se no desconhecido óbvio, afastado-se da realidade. Como a amante que não se importa em ver seus valores banidos, mas apaixona-se perdidamente, cega, pela figura mitológica criada só na falsa intelectualidade da sua irracionalidade.
Do cristianismo que liberta, passam para o apresso a ideologia que exclui, para o culto à idolatria do pensamento escravocrata doutrinário, longe do realismo do próprio Deus. A Verdade (pelo menos a visão humana construída sobre ela) não liberta mais, mas oprime, reprime, persegue, acusa. O dogma, há tempos, vale muito mais que a graça. A aparência, bem mais que o conteúdo. A intenção limita-se ao ideologismo, tendo bem maior valor e importância do que a real verdade (falha, manchada, suja mas passiva de modificações). A máscara vale bem mais que a realidade.
Caiados sepulcros rachados já não cheiram bem. Por isso causam repulsa social, ao invés de atração. O ‘atrativismo’ contemporâneo embasa-se no deus da troca (venha para receber) pois perdeu-se a essência do Deus da existência (venha para ser), dando reinado ao deus da penitencia. Nesse “cristianismo”, que da tradição só restou a indulgência do pensamento culpado, Cristo já deixou de ser o centro há tempos.
Já fazem algumas estações que o vento tem gritado: “Eu já não estou na igreja”; “Nunca preferi a sinagoga”. O grande problema é que a repulsa cria ânsia e ânsia fortes dores estomacais. Se é pra perder a fé? Óbvio que não! É pra amplia-la, já que o som das paredes da sinagoga, há algum tempo, falam mais alto a respeito do auto égo do que da realidade que transforma, individualmente, o ser, este que a ele ainda é audível a pergunta: “você quer vir após mim?”.
Por isso, hoje, se o ofertório questionador é:
Igreja (templo material)?
A resposta possível é: - não obrigado!
Uma família simples constrói sua casa pensando na quantidade de filhos e netos que vai ter. A Igreja deveria pensar da mesma forma.
Uma igreja que está sempre lotada usando para isto cantores e pregadores famosos, não indica que está crescendo, em que pese a sensação, mas tudo indica que está gastando muito dinheiro do povo, por vezes sem retorno espiritual e ainda correndo o risco de se desfigurar em sua identidade.
NAQUELE TEMPO.
Lá no sertão nordestino
brincava de se esconder
na igreja tocava o sino
na escola ia aprender
hoje sigo o meu destino
mas o tempo de menino
eu jamais vou esquecer.
Deus é vitamina que já está na família unida: religião por natureza. A igreja é suplemento criado para o já afeiçoado ou remédio genérico para o desiludido, é placebo que induz o órfão desamparado a crer que achou um lar onde, por fim, é chamado de irmão.
Sempre quando chega o dia do domingo vamos sempre a igreja e pedimos perdão a a Deus mas sempre cometemos mais erros , será que Deus não cansa de nos perdoar?
Vejo muita gente dizendo que adora e ama Deus. Simplesmente por frequentar à igreja, chega criticar aquele que não frequenta, fazendo juízo de valores e até mesmo juízo de fato, mas todos sabemos que a igreja não faz de nós superiores e tão pouco nos torna mais próximos do Senhor. Como é possível amar Deus, um ser que não se vê, mas odiar o teu próximo ? A nossa maior igreja é o coração, a nossa fé e os nossos atos é que nos tornam próximos de Deus. Não importa quantas vezes vá a igreja, não importa qual seja o seu cargo na igreja, se não amares a ti e o seu próximo, então não amas a Deus. A Bíblia diz que o nosso o próximo é qualquer pessoa que necessita de ajuda, quer seja amigo ou inimigo ( Mateus 5:43-44).
Mas para o homem é o posto, o homem escolhe a quem ajudar, amar e respeitar, queremos fazer juízo de valores, mas os mandamentos de Deus mandamos lixar.
