Amo essa minha Vida Louca
Acúmulo de ideias em minha mente se prendem por esse mundo ansioso.
Perco meu precioso tédio, meu tempo, para orgulhar os abastados e ver, a cada dia, minha nação mais miserável!
" ENREDO "
Contaram minha história: dor, paixão,
acertos, desacertos, a alegria
expressa num sorriso, todo dia,
os ganhos, minhas perdas de montão!
Disseram que a lembrança me feria,
que as coisas do passado meu, então,
marcaram por demais meu coração
se não, penar igual, não sofreria.
Que a morte dos amores meus partidos
levaram, sim, também, os meus sentidos
e nunca mais fui terno como outrora…
Mas, quem ousou viver meus passos dados
e ter, ao fim, melhores resultados?
Só eu conheço o enredo que, em mim, mora!
Se eu soubesse que seria a última vez teria te beijado mais isso é um fato.
Enfiaria minha mão entre os seus cabelos ainda úmidos,deslizando levemente sobre o seu pescoço,estamparia em meu rosto um sorriso de luxuria,daqueles de quem se deu bem no maior golpe da história.
E estas sensações ,eu sei, transbordariam ao ponto dos poros não se conterem, e deixariae levar pelo prazer de me banquetear ao ver estremecer a carne em seus ossos.Talvez falasse ao seu ouvido e o quão mútuamente delicioso estava sendo, concorda?
e mesmo que em meio a relutante resistência,minha doce voz ecoasse aos seus ouvidos,da maneira mais atenta me dedicaria a sentir sua respiração ofegante,o enbaracar dos dedos, os toques mais sutis, e a perca total do livre arbítrio que me foi dado.
Tenha consigo que certamente gravei na memória seu olhar,o som da sua voz e a parte na qual você me beijava enquanto estava dentro de mim e talvez isso seja o suficiente.
Bem que minha intuição não mente.
Já não gostava mais de você por saber que você mente.
Descobri suas mentiras e sumi da sua vida.
E confesso que estou muito mais feliz sozinha.
Bate-papo
"(Thaís Silva Oliveira R. de Lima - In memoriam)
Oi, menina, minha filha e pedaço de mim! A tia só quer falar de cada sorriso, choro e coisinhas que só nós sabíamos bem.
Tia e sobrinha, mãe e filha, não era assim? Mãe, porque você é fruto de um pedaço maior de mim. Como você falava: "Mãe do coração".
Sei que me ouve, sei que não duvidava do meu amor. Afinal, amor é demonstrado com pequenos gestos, não é?
Neste bate-papo simples, venho te falar que nada, nem ninguém, pode tirar de nós esta força chamada amor.
Menina, você sabe o que deixou comigo? Você sabe da certeza que tenho da magnitude do Pai Maior?
Então, neste papinho com você, quero lembrar daquele sorriso quando eu falava: "Linda, igual à tia!" rsrsrs... Estou repetindo, né?
Como todos que amamos, às vezes queremos seguir antes, temos que respeitar e a tia respeita. Respeito pela vontade do Pai Maior.
Neste bate-papo leve e sem cobranças – porque o amor não julga –, a tia fala pra você!!! Sua linda.
Vai!!! Vá na luz! Você quis voltar pra casa. Eu, chorando um pouquinho, e ao mesmo tempo, vem o consolo, porque, quando Deus quiser, também vou voltar, e a gente vai se encontrar.
Deus te abençoe! Te amo eternamente, sua tia-mãe Rosania Rica Almada."
Eu sinto que a minha chave virou. Não sei como, mas é o sentimento que estou sentindo neste exato momento. (05.04.2025)
Eu levo em meu coração bons sentimentos, minha história é repleta de altos e baixos como de muita gente, mas o que guardo em mim são memórias que me fizeram evoluir e me tornar quem eu sou.
Frase de Islene Souza
Os jovens de hoje em dia, assim como na minha época, sofrem uma crise identitária e geracional.
A diferença é o som que eles ouvem, aquilo que eles leem e os seus ideais políticos...
Às vezes eu observo estrelas solitárias para esquecer ou negar a minha tristeza novamente... E eu sempre tenho muito a dizer, mas o vento e o tempo levam as minhas palavras para longe.
dívida
não é minha função
te fazer ficar
eu não te devo nada
eu não te devo minhas horas de trabalho
as noites que chorei por ti
as manhãs em que procurei alguma mensagem
e nada pulsava
as tardes onde as plantas precisavam
te ver
porém presença alguma aguava
o caule
amansava a casa
e eu não te devo nada.
não te devo os textos que escrevi
enquanto te esperava voltar
as mensagens escritas e apagadas
tantas e tantas vezes
às segundas e terças
e todos os outros dias
as vezes que dei perda total e gritei
teu nome em alguma balada da Rua Augusta
o choro preso na garganta na linha amarela do metrô
a angústia que me acompanhava durante o trajeto de
quarenta e cinco minutos da linha azul
todas as outras cores do metrô de São Paulo que já me viram padecer
e ter crises de ansiedade
de ausência
de solidão
os passos dados em direção a algum
lugar, qualquer um, que tirasse você
da minha cabeça
eu não te devo nada
eu não te devo os boletos que você pagou
e as compras de mercado que fizemos juntos
as feiras às terças
e as frutas que comprávamos no fim de semana pois
era mais barato e estavam mais bonitas
as idas ao hortifruti no sábado
e aos domingos o pastel com caldo de cana
eu não te devo os jantares
a lasanha com Coca-Cola nos almoços
a padaria da esquina pela manhã
e todo o ritual que tínhamos para fazer qualquer coisa
nas primeiras horas do dia
eu não te devo as festas na casa dos amigos
nem as vezes que ficamos chapados
de cigarro ou intimidade
as comemorações de promoção no trabalho
as garrafas de vinho compradas na promoção
do supermercado Zona Sul
a pia cheia de louça
esperando para ser limpa
não é minha função te fazer ficar
eu não te devo nada
nenhuma lágrima que chorei na terapia às quintas das 19 às 20h
o chocolate que eu comia toda vez que uma crise aparecia atrás de mim e me assustava os pelos do pescoço
os gritos e as brigas e os dias sem se falar
e as semanas se desmanchando na adrenalina de enfim
perceber que estava acabando
que estava indo
tudo estava indo
mas eu não te devo nada
as horas na casa da sua mãe reclamando que uma vez mais
nós estávamos distantes
afastados
mais distantes do que óleo e água quando colocados juntos
não nos misturávamos
nem queríamos nos misturar
os passeios de bike pela orla da praia
as vezes que jogamos vôlei com pessoas desconhecidas
e as tornamos mais conhecidas que um ao outro
as tardes no arpoador com cerveja e cigarro
as viagens para Salvador para visitar meus pais porque você
queria mostrar a eles o quanto os amava
apesar de mim
eu não te devo os discos que você comprou nos meus aniversários
os vinis da Maria Bethânia e Gilberto Gil
a vitrola que continha um anel de noivado
e todas as histórias
memórias
e tristezas de um casamento que quase deu certo se não fosse por você
por nós
pela vida
não é minha obrigação te fazer ficar
de repente redecorar o apartamento
mudar os móveis de lugar
colocar o sofá rente à parede
abrir as janelas
ceder ainda mais espaço na cama
e fechar a porta
a decisão continuaria sendo sua
meu bem
a decisão da mão na maçaneta
das malas no centro da sala
o discurso de quem se perdeu e não sabe como voltar
como retornar ao primeiro momento
ao primeiro instante
à primeira comunhão
a verdade é que nos perdemos
entre os silêncios compridos dos dias que pareciam inofensivos,
mas que traziam consigo vazios e espaços indesculpáveis
dias que abriram crateras entre nós e nossos desejos
alargando o espaço que existia na cama
e em nossas almas
apagando a paixão com extintores de incêndio
e beijos mornos
e abraços pequenos
e sexos sem amor
queimando o tesão com pitadas de sonolência
provas da faculdade
e expediente em horários que deveríamos estar juntos
fazendo alguma coisa
qualquer coisa
eu não podia te fazer ficar
você já sabia o caminho até sua outra casa
destino e coração
já havia outra cama esperando pelo
seu corpo ter com quem conversar
outra rede na varanda
e o anseio de te ver descansar
da vida e do perigo da vida
de mim e do perigo
que fomos um ao outro
você já havia decorado o tamanho dos paralelepípedos
o cheiro do pão da padaria próxima à rua
que agora você mora
o aroma dos carros atravessando a pista
e dizendo que a vida não para porque duas pessoas
que se gostaram um dia
deixaram de se compartilhar
a vida não espera a gente
meu amor
e isso é terrivelmente triste
e necessário também
mas eu não te devo nada.
não nos devemos.
Meu ponto de vista só me permite enxergar até onde minha capacidade de percepção da realidade me permite ver.
É por isso que ha tanto desrespeito hoje nas redes sociais, é todos contra todos querendo impor sua próprias percepções.
Só quero os meus feliz e nada mais me falta. Jurei pa minha mãe que eu vou vencer a jornada.
Hoje comecei a pensar na agente e na nossa historia
do nada você me manda (oi) como minha cabeça ficou após acorda 5:04 da manhã com msgs suas minha cabeça endoidou meu amor aumentou eu senti algo que jamais achei que sentiria de novo por voce nao quero me enganar mas também não quero deixar vc ir assim de bandeja! ou será que ele me procura de noite por prazer?
eu peso a DEUS eu estou digitando em forma de conversa com o senhor
eu amo o meu menino quero ele comigo meu DEUS por favor que seja feita a tua vontade
a minha volta para casa
gostaria de dizer
que amei te ver
e contaria para o mundo
que tudo com você é onírico
meu paraíso, rico em amor.
saí de seu lar cambaleando
tropeçando em versos
estampando meu sorriso
como um idiota.
um idiota vivo
que mostraria o mundo
a beleza da felicidade
a beleza de minha amada
que já não vejo
só desejo tais lábios
que soam sábios.
ao dizer, "eu te amo".
sua culpa 1
meu amor
por que faz isso comigo?
por que não saí da minha cabeça
estou começando a enlouquecer
pois não paro de escrever
pois meus versos são todos pra você
pois minhas rimas já estão cansadas
de serem usadas
para demonstrar meu amor
para ver seus sorrisos.
que como homem sortudo que sou
admito que é tudo culpa sua
que sinto que te amo
todos os dias.
"Solitude e Amor: Dois Abismos em Mim"
Gosto de me perder na minha solitude,
não por fuga, mas por essência.
Há um eco de eternidade no silêncio,
um véu de mistério sobre a existência.
Meu amor é vasto, intenso, sem margens,
mas não me basta apenas o abraço.
Preciso do vazio que em mim ressoa,
do abismo onde me refaço.
O amor me chama, doce e urgente,
mas há em mim uma terra indomada,
onde os ventos sussurram segredos
e a alma dança na madrugada.
Não é recusa nem indiferença,
é sede de algo que não se explica.
O amor me habita, mas a solitude
é a estrada onde a alma fica.
Sigo por dentro de mim mesma,
onde a noite se debruça infinita,
onde o tempo se curva em silêncio
e a ausência me serve de escrita.
Há um oceano que me separa
entre o ser livre e o ser abrigo.
O amor me envolve como asas,
mas a solitude é meu destino antigo.
Nessa dualidade, me faço eterna:
metade entrega, metade ausência.
Amo sem bordas, mas me pertenço,
sou vastidão e pertença em cadência.
E, quando volto ao abraço amado,
sou mais inteira, mais branda, mais minha.
Pois só quem se perde na própria sombra
descobre onde a luz se aninha.
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