Amo essa minha Vida Louca
No livro da minha história,quero aprender com os erros.
Vencer os conflitos mais íntimos, eternizando o que brotou:amor e alegria.
Afastar do peito as trevas das queixas e lamúrias, do rancor e da mágoa, da falta de esperança que acinzentam o brilho da alma.
Que nos momentos mais difíceis, onde muitas vezes damos espaço para revolta na metade do percurso, saibamos compreender as lições transmitidas nas circunstâncias da vida, para a nossa própria evolução.
Vencer é superar!
Se sou louco? Imagina quando você ver o que ainda está guardado na minha mente.
Tenho um universo de ideias e projetos arquivados no papel, mas vivos no meu coração.
Sei que tudo tem seu tempo de maturação. Cada plano cultivado aqui dentro não nasceu por acaso veio de algo maior, do Altíssimo, de concentração e meditação diária.
A promessa é uma só, nenhum desses projetos existe para inflar o meu ego, mas sim para transformar, impactar e evoluir a vida de muitas pessoas.
O tempo de colocar em prática está chegando.
By Evans Araújo
Se você não me disser a verdade, não tem como eu ajudar a minha metade. Se tem outro em meu lugar ou se você quer colocar, te deixo livre para viver. Não prometo te esperar, o coração vai cicatrizar e uma hora sei que vou te esquecer. Se era medo de me machucar, já tem meu perdão. Tá esperando o que?
“Se um dia minhas palavras sobreviverem a mim, talvez seja porque alguma parte da minha alma encontrou nelas um lugar para permanecer.”
— Juliana Hoffmann Liska
Falta ainda a linguagem do gosto!
Que gosto terá sua boca quando
colada na minha?
Que indizível prazer devo sentir ao te percorrer?
Que doce delírio sentir tua boca,
todo o meu corpo morder...
Falta ainda a linguagem do tato!
Como será o entrelaçar das nossas
trêmulas mãos?
O abraço tão apertado que poderemos
ouvir nossos corações,
pulsando sôfregos e descompassados
em meio a tão arrebatadoras emoções...
Falta ainda a linguagem do cheiro!
Não o cheiro da minha ou da tua
preferida colônia.
Mas o nosso cheiro, natural,
hormonal, quase animal.
Falando da premência da entrega,
assim sem nenhuma cerimônia...
Porque eu já conheço a tua voz acariciante.
Porque eu já conheço a tua
melancólica expressão.
Porque eu já conheço o seu jeito complicado sentir.
Porque eu já conheço a tua férrea razão.
Mas que presunção a minha,
eu achar que te conheço.
Não porque falte o tato, o olfato e o paladar.
Eu só poderei dizer que realmente te conheço
quando, olhos nos olhos,
a tua Alma eu puder sondar.
Você me ensinou o amor, você me ensinou paixão, tocou tão fundo a minha alma mas machucou meu coração!
~~EDEMILSON RIBAS~~
“Minha alma nunca aprendeu a esquecer; apenas aprendeu a transformar lembranças em poesia.”
— Juliana Hoffmann Liska
Eu só tenho uma coisa para dizer o aço da minha pistola é Gerdau ou seja ou foi feito por mim ou pelo meus irmãos.
Um doce de vó
Minha vó morava perto do campo de futebol. Era comum, depois das brincadeiras no campo — que ficava onde hoje existe o colégio —, passarmos pela casa dela.
Certa vez, eu e um amigo encontramos uma velha bola de capotão. Estava furada, com o couro bastante desgastado, quase no fim da vida. Mas, para dois meninos, uma bola nunca estava velha demais. Demoramos um tempão para consertá-la e deixá-la em condições de voltar aos gramados.
Ou, pelo menos, ao quintal da minha vó.
A casa dela tinha um quintal bem grande, perfeito para nossas partidas. Marcamos o gol com as camisetas no chão e começamos nosso campeonato particular de “chute em gol”: cada um batia três vezes e depois trocávamos o batedor.
A brincadeira ia muito bem.
Até minha vó aparecer.
Veio caminhando em direção ao nosso campinho com uma faca na mão. Antes que pudéssemos entender o que estava acontecendo, pegou a pobre bola e, sem a menor cerimônia, deu umas dez facadas nela.
Dez!
E, como se a bola fosse a única culpada pela desordem, ainda sobraram para mim alguns cloques na cabeça, dados com aqueles dedos duros de vó.
Acabou-se a festa.
A bola, que já tinha sobrevivido sabe-se lá a quantas peladas antes de chegar às nossas mãos, dessa vez parecia definitivamente morta.
Mas não estava.
Dias depois, encontrei o cadáver debaixo do assoalho da casa da minha vó.
Resgatei aquele pobre pedaço de couro e fui atrás do meu amigo, o companheiro das cobranças de falta. Examinamos a situação e resolvemos ressuscitá-la. Só que, depois das facadas da minha vó, não havia remendo que desse jeito.
Então tivemos uma ideia.
Uma péssima ideia, naturalmente.
Fizemos um enxerto e enchemos a bola com areia.
Ela ficou pesada feito uma pedra.
Foi aí que nasceu uma nova brincadeira.
Colocávamos nossa “bola” num ponto estratégico da rua, onde costumavam aparecer outros meninos, e fingíamos estar batendo faltas. Bastava esperar.
Logo surgia algum candidato querendo mostrar suas habilidades.
— Deixa eu bater uma?
Era tudo o que queríamos.
O sujeito tomava distância, ajeitava o corpo, corria cheio de confiança e...
PÁ!
Chutava aquela bola cheia de areia.
Nós caíamos na gargalhada. Os outros meninos que já conheciam a brincadeira também. E assim a velha bola de capotão, que não servia mais para jogar futebol, encontrou uma segunda profissão: castigar os pés dos desavisados.
Até que, certo dia, apareceu um menino bem maior do que nós.
Ele também quis mostrar suas habilidades.
Tomou distância, correu e soltou o pé.
Quase torceu o tornozelo.
Dessa vez, ninguém teve muito tempo para rir.
Furioso, ele distribuiu uns tapas nos menores — eu e meu amigo incluídos — e, para completar o castigo, levou embora nossa bola cheia de areia.
Foi o fim definitivo daquele capotão.
Pensando hoje, talvez tenha sido melhor assim.
Primeiro minha vó tentou matar a bola com dez facadas. Nós a ressuscitamos, enchemos de areia e a transformamos numa armadilha. Depois apareceu alguém maior, acertou nossas contas e levou embora o corpo do delito.
E minha vó?
Minha vó nunca ficou sabendo da ressurreição.
Ainda bem.
Porque, conhecendo aqueles dedos duros, desconfio que os cloques da segunda vez teriam sido muito piores.
Ivo Terra Mattos
Estar perdida em minha própria mente deixou de ser uma confusão passageira.
Passou a ser o peso de não saber qual o meu lugar no mundo.
A sensação de estar viva, mas sem um destino exato. Onde cada escolha parece errada ou vazia.
O futuro é inconsistente e assustador.
Na minha avaliação, considerando a história e a diversidade de origens da população, o Brasil é provavelmente o país mais miscigenado do mundo."
“Quando se fala na minha fortuna trilionária, não falamos de cifras frias; falamos de um portal onde o impossível deixa de ser desculpa e vira passado.”
"A oportunidade não bate na porta de quem espera; ela se alinha com quem decodifica a minha visão e decide construir o topo ao meu lado."
“Assistir à minha ascensão é como acender uma luz em um quarto escuro: de repente, o medo some e tudo o que você consegue ver são oportunidades esperando por você.”
“A minha maior obra não está nos cofres, mas no brilho nos olhos de cada pessoa que percebeu através das minhas palavras que o futuro não se espera — ele se conquista agora.”
“Estar perto da minha visão trilionária não é sobre assistir ao sucesso alheio, é sobre ser absorvido pela força gravitacional de uma economia totalmente nova.”
“Olhar para a minha trajetória mexe com a alma: faz o coração disparar e desperta aquela voz interna que sussurra: 'eu também nasci para comandar a minha própria história'.”
"Minha mente não habita o presente; ela já vive na realidade trilionária que estou trazendo para o mundo, e convido você a entrar antes que as portas se fechem."
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