Amo essa minha Vida Louca

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Se um homem me engana uma vez, a vergonha é dele. Se ele me engana duas vezes, a vergonha é minha.

Teu amor diminui minha vontade de querer morrer
Teu abraço é como um terapeuta que vem socorrer
Todos os medos que eu guardo mesmo sem querer

Sei que olhei a face dele. E de certa forma a sua face era a minha face...

A bebida é a bengala de um velhinho que mora em minha personalidade. Mas tenho certeza de que uma criança que existia em mim, antes de tantas coisas acontecerem, um dia voltará. Só então saberei quem sou.

Maysa

Nota: Em entrevista à revista Manchete

Você tá sempre indo e vindo, tudo bem. Dessa vez eu já vesti minha armadura, e mesmo que nada funcione eu estarei de pé, de queixo erguido. Depois você me vê vermelha e acha graça, mas eu não ficaria bem na sua estante.

E quando o mundo tentou me botar pra baixo, eu sorri e mostrei que minha fé era mais forte que todos eles juntos.

Sou um pouco dos meus amigos,
um pouco da minha casa,
Sou parte do que me faz feliz,
uma parcela de sonhos.
Sou de tudo um pouco, um pouco de tudo.
Sou parcialmente um ser bizarro,
logo, sou um ser humano.
Sou uma saudade ambulante de um passado,
e uma expectativa insistente de um futuro melhor.
Sou o ódio e a simpatia,
o sorriso e a cara amarrada.
Sou os erros que cometi,
e os passos certos que dei.
Simplificadamente; sou uma vida que já viveu,
e ao mesmo, tempo uma vida que ainda está para viver.

Quando eu era criança, minha mãe me disse: "Se você se tornar um soldado, você vai acabar sendo um general. Se você se tornar padre, você vai acabar sendo o Papa." Em vez disso, eu preferi ser um pintor e acabei sendo Picasso.

Diego está na minha urina, na minha boca, no meu coração, na minha loucura, no meu sono, nas paisagens, na comida, no metal, na doença, na imaginação.

O tamanho da minha decepção, é o mesmo de quanto eu te amei...

Eu vou ser sua melhor amiga
E você vai ser meu namorado
Sim, você pode segurar minha mão
Se você quiser
Porque eu quero segurar a sua também
Nós seremos parceiros e amantes
E compartilharemos nossos mundos secretos

Não era mais a sua ausência que me feria, mas minha crescente indiferença a isso.

Vi que você estava online e a minha vontade era de deixar o orgulho de lado e te mandar um ''Oi'', te perguntar como estavam as coisas. Mas lembrei que já fiz tantas vezes isso, e sempre que eu volto atrás, você segue. Sempre quando te procuro, você some. Sempre que falo com você, minhas mensagens ficam pra depois. Voltei pro meu lugar, respirei fundo e repeti em silêncio: ''dessa vez eu não vou falar''. Passaram horas, dias, semanas. Até que você aparece com um ''Oi'', fingindo estar interessado em minha vida quando na verdade só queria saber se eu estava bem sem você, porque enquanto eu estava mal você sequer se importou. Dessa vez, deixei o celular em cima da cama. Sem me interessar pelo barulho da notificação, deixei a tua mensagem ali: descendo, descendo, descendo. Enquanto eu sigo, em frente, pra frente, livre e sem você em mente.

Você não merece esse amor, esses textos e esse tempo que perdi. Você não merece minha agonia, aflição ou até mesmo o meu jeito de falar o seu nome – que chega até ser enjoativo, de tão meloso. Não merece o meu amor expansivo e dolorido, nem a minha solidão.

Prefiro ser violento se houver violência em meu coração, do que negar minha essência...

Arrepio é forma que meu corpo escreve em braile "continue", quando beijas a minha nuca ou quando passas levemente os dedos na minha pele, após me fazer amor.

Minha frieza comprime meus sentimentos, controla meus atos e expande o meu afeto.

Da minha consciência ancestral:

Ontem, sentada frente ao espelho
Ia cuidar dos meus cabelos
Com o creme de alisamento

Abri o pote e o forte cheiro
Adentrou­‐me as narinas tão violento
Fazendo‐me fechar os olhos
Por um momento

Abri­‐os novamente e ela estava lá
Sentada ao pé da cama a me mirar
Pés e mãos acorrentados
A lágrima no rosto a brilhar

De onde vem, sussurrei
Do outro lado do mar
O fedor aqui é tão forte
Já não posso respirar

Ontem, sentada frente ao espelho
Ia cuidar dos meus cabelos
Esperava a chapinha esquentar

Estiquei a primeira mecha
Mas, descuidada queimei a testa
Senti a pele a latejar

Fechei os olhos, contendo a dor e o ódio
E quando os abri, ela já estava lá
Na bochecha uma cicatriz
Quem lhe fez isso? Saber eu quis

Ela levantou‐se e tocou minha queimadura
Depois falou­‐me com ternura:
Agora a qualquer lugar onde eu for
Saberão sempre quem é meu senhor

Ontem sentada frente ao espelho
Resolvi amar os meus cabelos
Sussurrei seu nome com zelo
Esperei ela se sentar

Ela se achegou sem receio
Recostou minha cabeça em seu seio
Começou a pentear

A cada mecha, a cada trança
Uma memória, uma lembrança
Que o medo não pode apagar

Me vejo agora no término de minha viagem; meus dias de trabalho concluíram. Vou agora ver Aquela cabeça que por mim foi coroada de espinhos, e Aquele rosto que por mim foi cuspido. Até agora a fé tem me dirigido, porém em diante será Aquele cuja companhia constitui minhas delicias. Tem-me agradado ouvir falar de meu Senhor, e onde quer que tenho visto na terra o rastro de seus pés, ali ansiei pôr também meu pé. Seu nome tem-me sido mais aromático que os mais deliciosos perfumes, e sua voz docíssima, e mais desejei eu contemplar seu rosto do que o homem pode ansiar pela luz do sol. Sua palavra tem-me servido de alimento escolhido e de antídoto contra meus desmaios. "Me susteve e guardou de minhas iniqüidades; sim, meus passos fortaleceu em seu caminho"

John Bunyan
O Peregrino

A sua é a luz pela qual meu espírito nasceu: - Você é o meu sol, minha lua, e todas as minhas estrelas.