Amo essa minha Vida Louca
Esse silêncio, essa dor, é trocável, e genuína, hoje eu a senti profundamente tocando o meu peito, ouvi o meu coração gritando e as vozes ecoando na minha cabeça para eu reagir e transformar tudo em força, pude ver os meu vasos sanguíneos como em um raio X e senti-los, a conexão com cada celula ..
... Eu estava tendo um princípio de infarto.
A grande crueldade do silêncio é essa: Ele não mostra nada de quem partiu, mas deixa quem ficou com todas as perguntas e nenhuma resposta.
"Toda organização distribui tarefas, riscos e oportunidades. Quando essa distribuição deixa de seguir critérios claros e passa a depender de ingenuidade, necessidade ou proximidade, surgem distorções que afetam a confiança e o engajamento."
Perdoar sempre é melhor que vingar-se. Claro que essa atitude não inibi a punição, todavia quando paramos para pensar, vemos com claridade qual a ação a ser tomada. É bem verdade que o " olho por olho e dente por dente " esta enraizado no nosso coração, no entanto é certo que uma vingança tomada por uma ira brutal, não é em sua totalidade satisfeita, mas é somente uma "bola de neve" de problemas que se acumulam, até se desencadear numa avalanche de violência, revoltar, rancor e ódio.
Você esta vivendo ou existindo?
Essa pergunta pode ter varias interpretações, dentre elas, as de alguns filósofos:Onde viver é aproveitar a vida e existir é estar preso ao sistema ou a uma rotina.
Porém viver está ligado ao existir, pois viver significa: Ter vida ou existência; e isso esta ligado ao que somos fisicamente, mentalmente e espiritualmente.
Já existir significa: O ser no momento; e isso está ligado ao tempo, ao passado através das memorias, ao futuro através das nossas esperanças e ao presente através das nossas atuais percepções.
Dessa forma não há como viver sem existir e nem existir sem viver, visto que viver é o ato de ser e existir é o ato do ser no tempo.
“O TDAH não retira a responsabilidade da pessoa, mas muda profundamente a forma como essa responsabilidade precisa ser ensinada.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Dizer que Deus escolheu mães especiais pode ferir quando essa frase transforma sobrecarga em destino e abandono em missão.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Não é sua culpa: essa frase simples pode abrir uma porta de ar em uma alma acostumada a carregar o mundo.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
Prioridade de para quem
Realmente te prioriza e
Essa decisão só você pode tomar.
Zele o amor-próprio para sua vida
Aprendendo a dizer não às vezes
Redefinimos crenças e paradigmas.
Exploram os honestos, porém dialogam com terroristas! Essa é a máxima dos representantes da nossa atualidade!
A razão é a lâmpada que guia os passos do homem, mas sem a fé, essa luz se apaga diante do abismo; pois somente quando a prudência se une à confiança em Cristo, o poder se torna justo e a esperança inabalável.
Essa geração que vive de vídeos fake e não larga o smartphone nem para dormir é o futuro? Prefiro o passado!
Pode comer carne, pessoal. Além de ser uma prática pagã essa de peixe, vocês têm motivos bem maiores pra ir pro inferno.
Você sente que precisa fazer algo diferente, mas ainda hesita. E essa hesitação é o que prolonga o desgaste.
Aprendi a colar palavras com cola emoção, onde se compra essa grudenta que o poeta tem à mão, será barata
será batata passou secou inventou, coladas em versos chiclete palavras
divertem quem gosta do doce que
entrete com figurinhas de imaginação...
na boca a recordação nhoc nhoc
nhoc
Leonardo Mesquita
Por que as pessoas se sentem perdidas nestes últimos tempos?
Para responder a essa pergunta, é necessário saber a resposta de outra: O que perdemos?
Se não sabemos o que procuramos, não reconheceremos quando encontrarmos.
A sensação de estar imerso em um labirinto existencial, sobrevivendo pela repetição de hábitos dia após dia, é algo inerente à nossa espécie. Pensamos, raciocinamos e criamos cenários mentais diversos, cada um com suas consequências.
Essas consequências surgem porque nos perdemos durante o processo, pois nossas necessidades de manutenção nos levam a uma vida de hábitos sociais enraizados em um solo frágil, já que a sociedade é mutável dentro de suas próprias criações.
Vivemos de cenários: trabalho, estudo, família, relacionamentos, entre outros. Interpretamos diferentes papéis no teatro da vida, e a cada situação, somos um personagem. Agimos de forma esperada diante da sociedade, e embora sejamos "honestos" com o que apresentamos, isso não passa de uma máscara, pois o verdadeiro "eu" está imerso, perdido entre tantas aparências e projeções de quem realmente somos.
Para aumentar esse abismo existencial, quanto mais dinâmico o contexto social, mais máscaras precisamos usar para sobreviver socialmente. Palavras, gestos, opiniões precisam estar alinhados ao modelo social vigente para que sejamos aceitos. Conflitos de gerações são comuns, pois não há uma transição linear de uma fase da vida para outra. Um dia somos crianças, no outro, adultos, e nesse salto, crianças querem agir como adultos, enquanto adultos desejam resgatar a criança interior. O ser humano foi arremessado rumo a um mundo de vitrines, onde a aceitação é regra, e não moldar-se a esses padrões mutáveis nos deixa à margem.
Se a sociedade carrega toda essa pluralidade, é fácil perder-se ou agarrar-se a um personagem que, ao final, não representa a essência verdadeira de alguém.
Desde a infância, somos doutrinados a sobreviver neste mundo, e uma das regras de inserção é ser agradável às pessoas ao redor. Ser agradável evita conflitos e facilita a aceitação no meio desejado. Crianças, ao brincarem de serem adultas, testam seus papéis sociais, ganhando autoconfiança, vínculo e empatia, pois, assim, se conectam emocionalmente, sentindo-se parte do grupo. Esse mimetismo, parte da construção da identidade, copia até aspectos desnecessários, carregando-os pela vida.
Somos ensinados a agradar ao meio, mas quase nunca a sermos agradáveis conosco. Se fizermos um balanço da vida, perceberemos que quase toda ela foi dedicada a satisfazer necessidades alheias. Ser um bom filho, marido, funcionário, aluno, são julgamentos externos atribuídos às nossas ações, que clamam por aprovação. A ausência dessa aprovação causa sofrimento.
Somos escravos do julgo social, e, como a sociedade muda constantemente com novas metas, formas de pensar e agir, e concepções de vida, dificilmente estaremos em paz conosco. O julgamento funciona como um chicote que aceitamos como objetivo a ser atingido, e, ao final, sofremos sorrindo. A sociedade nos empurra, e nós, muitas vezes, colocamos o chicote em suas mãos.
Retirar esses grilhões autocolocados não é tarefa fácil, e talvez, no fundo, você não queira. Talvez tenha medo de descobrir o que lhe restará se todas as máscaras forem removidas, e encontrar seu verdadeiro "eu", aquele que ainda está em sua forma bruta, não moldada, não apresentada, por falta de tempo para moldá-la. Quando enfrentamos nossas fraquezas, a fragilidade nos leva a buscar segurança na autopiedade, justificando os "sofrimentos" da vida, e retornamos a um ciclo vicioso de esconder defeitos e a falta de reconhecimento de si mesmo, com máscaras que apenas tentam encobrir uma verdade: estou perdido porque não quero me encontrar.
A regra para se encontrar é simples: conheça-se a ti mesmo e aceite-se pelo que é.
Quer se encontrar? Se não, não sofra!
Pense e reflita!
Paz e bem.
Massako.
Hoje a gente bebe pra ver se o álcool apaga essa mania besta de esperar por quem já esqueceu o meu número.
- Relacionados
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
- Charles Chaplin sobre a Vida
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Charles Chaplin Poemas sobre a Vida
- Mensagens de reflexão para encarar a vida de outra forma
- Eu sou assim: frases que definem a minha essência
