Amo essa minha Vida Louca

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⁠Vivo de saudades e essa é minha forma de eternizar o amor.

ESSA É PRA VOCÊ


Eu te odeio tanto
que a sua morte
é a minha liberdade
minha salvação
e minha felicidade.


Quando você morrer
vou rir diante do seu sangue derramado
não porque eu sou psicopata
mas porque sou um ser traumatizado.


Quero te ver no caixão
Levar flores e esfregá-las na sua cara
quero te ver sofrer
até depois da morte.
Só assim eu vou curar cada corte
que eu mesma provoquei
na esperança de morrer primeiro que você.


Vou te levar na funerária Santa Maria
onde cada morte provoca um sorriso e uma alegria
mas quem vai estar mais feliz com tudo isso,sou eu.


Se um dia você realmente morrer antes de mim, me desculpe
eu tentei me matar na esperança de te deixar em paz.
Mas se você morrer primeiro, eu vou ficar muito agradecida
por me deixar ser feliz.

Como explicar que, em meio a essa tua batalha,
teu olhar manso e firme foi o que me venceu?
Minha alma, que antes buscava uma falha,
encontrou, no teu peito, o refúgio que o destino me deu.


-------- Eliana Angel Wolf⁠⁠⁠⁠⁠

Eu sei que essa minha franqueza assusta, mas acho melhor ser direta para deixar as coisas às claras, não gosto de assuntos mal resolvidos !

Para aquele que sofre

O que me atrai em você é a parte minha que vejo, parte essa já enterrada, pois não busco mais compreender o maior causador das minhas dores inexplicáveis. Eu já passei daí…

Me atraio, pois entendo sua dor, entendo seu vazio, sua introspecção. Sei que está no fundo do poço, e eu já me banhei em lama…

O fundo tão fundo em que está é raso, mas não consigo te provar.

Seus olhos perdidos, que me olham sem nenhum destino, já com pouco brilho, sem tanto entusiasmo com a existência, já estiveram em minha face.

E então me atraio pela sua dor, não porque quero senti-la, mas porque sei a cura!

Eu não suporto saber que sente as dores que senti. Eu me compadeço, pois te entendo tão profundamente, que seria capaz de entrar no fundo do poço contigo só para te mostrar a saída e, depois, banhar contigo, tirar toda a lama que a existência nos cobriu, pois somos sensíveis demais para esse mundo; pois o que nos fere não sara, primeiro inflama.

Da nossa cabeça, o purgatório em vida. Mas que tristeza é essa?

Inexplicável dor física, daquilo que não sabemos como explicar. Do coração apertado, como se alguém o segurasse e o impedisse de bater; da respiração que, muitas vezes, não faz nenhum sentido; e do vazio no peito e na mente que nos faz querer implodir em uma explosão melancólica, do grito mais desesperador que não conseguimos externar, do desespero apavorante que nos consome e some com nossa essência, com nossos sonhos, com a nossa vida.

Mas por que tudo precisa ser tão triste?

Sem respostas.
Sem esclarecimento algum, perseveramos na busca do propósito da nossa própria existência, pois precisamos de um motivo que justifique essa passagem na Terra, que, por agora, não tem sentido algum. E então colapsamos pela falta do porquê.

E, enquanto a mente não encontra nenhuma resposta, tampouco qualquer mísero sentido, vivemos tal qual um morto-vivo. Poderíamos estar mortos, mas continuamos agindo.

A COR DA ESSÊNCIA

Para onde minha essência me leva,
As sementes vão.
Germinando brotos da fé pelo chão.
Ela não se esconde na escuridão,
Pois é direcionada pelo calor majestoso do astro sol.
Também dança harmoniosamente com o vento,
mesmo nas intempéries do tempo.
O seu caule é forte e resistente,
mesmo em dias cinzentos.
Pela transmutação da cor vibrante,
A vida a fez impetuosa e reluzente.
Posicionando-a sempre em direção à luz.
É essa força do amor que a conduz,
Mantendo-a intacta e imponente.
Como a flor de girassol!

Lu Lena / 2026

Que loucura é essa que a minha cabeça cria expectativas onde nunca me deram?
Que loucura é essa que a minha cabeça cria um laço de amor onde não existe?
Que loucura é essa, que loucura é essa?

Por que existe algo em vez de nada? Minha resposta a essa pergunta é que há algo que sempre existiu, algo eterno, e esse ser eterno só pode ser Deus.




​Além disso, proponho outras questões:
Será que a ordem pode vir da não ordem?será que a vida pode surgir da não vida? Será que a consciência pode vir da não consciência? Pode a racionalidade originar-se da não racionalidade?pode as emoções e sentimentos não vir das emoções e sentimentos?pode a ética e moral vir da não ética?




​Creio ser impossível que essas coisas surjam de forma espontânea, sem provirem de algo já existente. Para mim, elas só podem ter vindo de Deus; por isso, acredito absolutamente em Sua existência."

O amor é essa bagunça gostosa de ter o seu cheiro grudado na minha camisa mesmo quando você não tá por perto. É saber que, no fim do dia, o meu porto seguro não é um lugar no mapa, é o teu abraço.

DeBrunoParaCarla

"A opinião que você tem formada sobre a minha pessoa, não me diz respeito. Lembre-se,que essa é a sua opinião e não a minha."

---Olívia Profeta---

⁠Amanheço com gratidão essa é minha primeira Oração.

Paz, alegria e vitalidade. Essa é a essência que habita em mim e conecta a minha alma ao que há de mais verdadeiro na vida.

Eu não sou médico. Mas sou humano.
E é da minha humanidade que nasce essa dor silenciosa, essa indignação cravada no peito e essa tristeza que carrego como um eco de muitas experiências, minhas e de tantos outros.


Porque, na essência mais dura e real, a medicina tem se afastado do amor.


Nos corredores frios onde se deveria escutar a esperança, ecoa a pressa.
Em muitos olhares, vejo o cansaço… mas também a ausência. A ausência de presença.
Vejo decisões tomadas sem escuta, tratamentos aplicados sem preparo, protocolos cumpridos sem alma.


E a pergunta que grita dentro de mim é:
em que momento deixamos de enxergar o outro como ser humano?


Quantas vezes vi pessoas enfraquecidas, sem o mínimo de condições físicas, sendo submetidas a procedimentos agressivos, não por maldade, talvez, mas por automatismo, por insensibilidade, por uma confiança cega nos processos.
Quantas vezes observei diagnósticos mal conduzidos, ausências de investigação, condutas impessoais…
E tudo isso, por vezes, diante da total ausência de quem deveria olhar, ouvir, acolher e, principalmente, cuidar.


Mas essa culpa, não é só de quem executa.
É também minha.
E é também sua.
É de todos nós.


Culpo-me, sim.
Culpo-me pela falta de coragem em certos momentos, por não questionar, por não insistir, por não exigir o que era justo.
E todos nós, de alguma forma, deveríamos nos culpar também.
Pela omissão. Pela passividade. Pela falta de atitude diante do que sabíamos que não estava certo.
Deveríamos nos culpar por não nos aprofundarmos nos temas, por não buscarmos entender, por delegarmos tudo a quem, muitas vezes, sequer nos escutou.
Deveríamos nos culpar por termos nos acostumado a aceitar qualquer coisa sem lutar, sem perguntar, sem pedir ajuda.


Porque enquanto aceitarmos com silêncio, profissionais continuarão tratando a vida como plantão.
E plantões, por mais importantes que sejam, não podem ser apenas relógios a bater ponto.


Sinto, e profundamente, o que tudo isso tem causado:


Sinto a frustração de, muitas vezes, não ter voz num sistema que frequentemente se mostra cego.
Sinto o desconforto de saber que decisões são tomadas como se o fim já estivesse decretado.
Sinto a dor de quem ainda tem fé… e encontra frieza.
Sinto o vazio deixado por ausências, de presença, de escuta, de compaixão.
Sinto a indignação de testemunhar que, por trás de muitos jalecos, o cuidado virou função, e não mais missão.


Não é uma acusação cega.
É um chamado.
É um clamor por consciência.


Falhamos, sim, falhamos como sociedade quando permitimos que a vida seja tratada como um detalhe.
Falhamos quando deixamos que o sistema engula o indivíduo.
Falhamos quando banalizamos o sofrimento alheio, como se não pudesse ser o nosso amanhã.


Mas aqui faço uma pausa necessária:
não quero, de forma alguma, generalizar.
Existem, sim, profissionais incríveis, médicos e equipes que ainda preservam a essência do cuidado, que escutam com atenção, que sentem com o paciente, que tratam com humanidade e zelo.
Esses profissionais existem, e a eles, minha profunda admiração.
Mas o que relato aqui nasce das experiências que tenho vivido e presenciado e, talvez, eu esteja enganado, mas os bons profissionais da área de saúde parecem estar se tornando raros.
Espécies em extinção.
E esse texto não é um ataque, mas um pedido urgente para que essas exceções voltem a ser a regra.


Podemos fazer diferente.
E é isso que peço:
Que cada um de nós volte a exigir.
Que cada um de nós volte a se importar.
Que cada um de nós volte a cuidar, inclusive de quem deveria cuidar de nós.


Só assim forjaremos uma nova geração de profissionais.
Profissionais que amam o que fazem.
Que estudam além do óbvio.
Que escutam o que não está no prontuário.
Que reconhecem, em cada paciente, uma alma e não apenas um caso.


E talvez, só então, a medicina volte a ser o que nasceu para ser:
uma extensão do amor.


E que esse amor nos cure, a todos.

⁠que essa infinita vontade se dissolva em meus pensamentos, e esses pensamentos se percam em minha necessidade.

O sol da manhã ilumina minha alma, infundindo-a com calor e alegria. É essa luz radiante que me guia ao entardecer, mesmo quando a escuridão se aproxima. Pois carrego em mim a chama do sol, que queima em cada passo e me inspira a seguir em frente. Com determinação e esperança, sigo adiante, sabendo que a luz sempre prevalece, mesmo quando a noite se instala.⁠

"Não me explique por que a minha ideia não vai dar certo; gaste essa mesma energia tentando entender como vou fazê-la funcionar."

Quem me cuida não dorme...
a minha força tem nome:
Essa força é DEUS...
em tudo e pra tudo.

Essa é a Minha Mãe


Minha mãe nasceu no regime machista,
onde o silêncio era educação,
onde mulher aprendia cedo
que obedecer também era obrigação.


Ela cresceu ouvindo que homem manda,
que mulher deve compreender,
que certas portas não eram para ela,
e que questionar era aprender a perder.


Hoje ela cultiva o machismo,
não porque inventou suas raízes,
mas porque algumas correntes antigas
parecem familiares demais para serem vistas.


A visão dela é machista,
e talvez ela nem perceba.
Carrega dentro dos próprios olhos
a mesma prisão que um dia a cercou.


O feminismo nunca existiu na vida dela,
não como escolha, não como caminho.
Talvez porque, quando ela era jovem,
ninguém lhe mostrou que havia outro destino.


Talvez ela nunca tenha conhecido o feminismo.
Talvez nunca tenha precisado desse nome.
Talvez tenha apenas aprendido a sobreviver
com as regras que lhe deram.


Não uma vilã.
Não uma santa.
Apenas uma mulher moldada pelo seu tempo,
que carregou o passado para dentro do presente.


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O sino anuncia, o sol ilumina, essa minha sina de ser quem sou.

Essa noite eu sonhei que abria as gavetas da minha alma...
Na primeira havia Você;
Na segunda havia você;
E em todas as outras havia Você.
Mas, na última encontrei uma canetinha, velhinha tadinha...
Fui ver se ainda escrevia, e escreveu...
- Saudade de você!
Haredita Angel
20.12.25