Amo essa minha Vida Louca
Aprenda a valorizar uma pessoa enquanto ela está em vida, Por que, quando ela se for, seu choro não fará ela voltar, para compartilhar um abraço.
A Vida Não Termina em Nós
Hoje pela manhã, um motorista de aplicativo recebeu mais um chamado. Enquanto se dirigia ao local, recebeu uma mensagem da passageira: “Moço, estou levando minha cachorrinha para a creche. Posso levá-la dentro da casinha dela, no seu carro?”. Ele respondeu que sim. Ao chegar, encontrou a senhora com a cachorrinha dentro da casinha e uma pequena bolsa com biscoitos e brinquedos. Tudo parecia ser apenas mais uma corrida, até que, na porta da creche, algo chamou sua atenção.
A passageira desceu, entregou a cachorrinha, a casinha e a bolsa a uma funcionária e, inesperadamente, começou a chorar. Depois de alguns minutos, entrou novamente no carro ainda emocionada. O motorista perguntou se havia acontecido alguma coisa. Ela respondeu: “Hoje é o primeiro dia em que minha filhinha vai para a creche. Estou com o coração na mão”. Surpreso, ele perguntou: “A filhinha é a cachorrinha?”. Ela respondeu: “Sim. Ela é minha filha do coração”.
Durante o restante do percurso, o motorista permaneceu em silêncio. Não julgava o amor daquela mulher pelo animal; afinal, o afeto era verdadeiro. Mas uma pergunta ficou em sua cabeça: **o que será dessa mulher quando chegar à minha idade, perto dos setenta anos? Quem estará ao seu lado quando precisar de companhia, cuidado e proteção?** E a pergunta, que inicialmente parecia pertencer apenas àquela passageira, acabou levando-o a pensar em algo muito maior: **o que acontecerá com uma sociedade que, por escolha, medo, dificuldades ou comodidade, tiver cada vez menos filhos? Quem dará continuidade às famílias, às profissões, às instituições e à própria sociedade?**
Criar um filho nunca foi fácil. Meus bisavós enfrentaram dificuldades. Meus avós também. Meus pais tiveram as suas, e eu também tive as minhas. Criar uma criança exige renúncia, paciência, responsabilidade e, muitas vezes, sacrifícios que ninguém vê. Mas existe algo que atravessa todas essas dificuldades: a compreensão de que a vida não termina em nós. Antes de nós, outras pessoas caminharam, trabalharam, construíram e deixaram o mundo para que pudéssemos chegar até aqui. Depois de nós, outras pessoas precisarão encontrar esse mesmo caminho.
Sou defensor dos animais e acredito que eles merecem amor, respeito e proteção. Um animal pode ocupar um lugar especial na vida de uma pessoa e proporcionar uma companhia verdadeira. Mas amar um animal e gerar e educar uma criança são responsabilidades diferentes, que não precisam competir. A questão que me inquieta é outra: **será que estamos ficando tão preocupados em preservar nossa liberdade e nosso conforto que estamos esquecendo que a vida também exige compromisso com aqueles que virão depois de nós?**
Foi caminhando que aprendi que ninguém percorre uma longa estrada completamente sozinho. Em algum momento, precisamos de alguém que nos ofereça água, uma palavra de incentivo ou simplesmente um pouco de companhia. A vida também é assim. Recebemos muito daqueles que vieram antes de nós e, em algum momento, precisamos deixar alguma coisa para aqueles que ainda virão. **A vida é uma caminhada entre gerações: recebemos o caminho pronto, percorremos uma parte dele e temos a responsabilidade de não entregá-lo pior para quem vier depois.**
Talvez ter um filho seja uma das formas mais profundas de dizer à vida: **“Eu acredito no amanhã.”** Não significa apenas colocar uma criança no mundo, mas aceitar a responsabilidade de educá-la, prepará-la e ajudá-la a se tornar alguém capaz de continuar a caminhada. É compreender que não estaremos aqui para sempre, mas que aquilo que ensinamos, construímos e deixamos poderá continuar depois de nossa partida.
Naquela manhã, uma simples corrida de aplicativo terminou, mas uma pergunta permaneceu dentro daquele motorista. E talvez ela devesse permanecer dentro de todos nós: **quando chegar a nossa vez de deixar a estrada, teremos apenas vivido para nós mesmos ou teremos ajudado a preparar o caminho para quem ainda precisa caminhar?**
Porque caminhar não é apenas chegar ao destino. **É reconhecer que alguém virá depois de nós e fazer a nossa parte para que essa pessoa encontre um caminho possível de seguir.**
Peregrino Nino Carneiro
A vida não nos transforma de uma só vez; ela nos revela aos poucos. Cada encontro, cada perda e cada escolha mostram partes de nós que permaneciam escondidas até que o tempo as trouxesse à luz.
-Jouberth Toffoli
A vida é feita de pequenos dias, e é neles que aprendemos a forma como nos tratamos. Quem cultiva o amor-próprio nas escolhas mais simples descobre que a verdadeira paz não depende do mundo, mas da relação que constrói consigo mesmo.
-Jouberth Toffoli
O caminho de volta para si mesmo
Existem momentos em que a vida parece perder a cor, e a mente transforma pequenos pesos em grandes montanhas. Mas nenhum sentimento é uma sentença permanente; aquilo que hoje parece um fim pode ser apenas uma fase de transformação.
Não somos definidos pelas nossas dores, pelos nossos erros ou pelos dias em que não conseguimos ser fortes. Dentro de cada pessoa existe uma história que continua sendo escrita, e até as cicatrizes carregam a prova de que fomos capazes de sobreviver a momentos que um dia pareciam impossíveis.
O coração precisa aprender que nem tudo precisa ser resolvido de uma vez. Às vezes, a maior vitória é levantar, respirar, continuar e reconhecer que ainda existem sonhos esperando por nós. A mente pode criar tempestades, mas também possui a capacidade de encontrar novos caminhos.
Cuide de si como cuidaria de alguém que ama. Dê tempo ao seu processo, valorize pequenas conquistas e não esqueça, a sua existência tem valor antes mesmo de qualquer conquista. A vida não exige que você seja perfeito, apenas que continue tentando florescer.
-Jouberth Toffoli
O hoje é o único lugar onde a vida realmente acontece. Quem vive preso ao passado ou ansioso pelo futuro deixa escapar a única oportunidade que tem de transformar a própria história, este momento.
-Jouberth Toffoli
Há pessoas que passam a vida tentando parecer extraordinárias. Outras passam a vida se tornando extraordinárias. No fim, o tempo sempre revela quem investiu na aparência e quem investiu em si mesmo.
-Jouberth Toffoli
Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.
É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.
Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.
É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.
O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.
A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.
Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.
Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.
Por André Luiz Santiago Eleuterio.
Vitória e derrota, ambas exigem seu preço.
Nem todos homens conseguem suportar uma vida comum que oscila entre ambos lados, menos ainda o preço de um fracasso ou até mesmo a fama que um e outro carregam.
Todos os lados não deixam de ser fardos demasiados..
A vida é igual cachaça,
tem gole doce e agonia;
tem cabra rindo de tarde
e chorando ao fim do dia.
Quem pensa que manda no mundo
não manda nem na azia.
O tempo não pede licença,
nem avisa quando vai;
hoje o cabra está por cima,
amanhã tropeça e cai.
A vida dá muita volta,
e a conta sempre sai.
Tem rico juntando dinheiro
com medo do último dia,
tem pobre gastando o pouco
pra comprar uma alegria.
No fim, debaixo da terra,
ninguém leva garantia.
A vida é uma viagem
sem passagem de cortesia;
tem atraso, tem aperreio,
tem amor e teimosia.
Quem leva tudo a sério
envelhece antes do dia.
Fugir de grandes batalhas onde a morte é certa não é solução onde se pode viver, se a vida for pior que a morte
"É reconfortante pensar que o destino ainda vai trazer a pessoa certa para a sua vida. Mas já parou para pensar se, no teatro dos seus desastres amorosos, o papel de vilão sempre teve o seu nome?"
MATEMÁTICA DA VIDA
MATEMÁTICA × RELIGIÃO
Todo mundo sabe — ou, pelo menos, já teve algum conhecimento — de Matemática, mas passa a vida inteira sem, de fato, utilizar grande parte daquilo que aprendeu.
Na Matemática, nem sempre temos a oportunidade de usar Bhaskara, funções do 2º grau, o Teorema de Pitágoras, Trigonometria ou Geometria Plana e Espacial complexa...
Porém, na Religião, temos a oportunidade de praticar ou vivenciar todos os dias. Seja por meio de um sorriso, de um “bom dia”, de um gesto de carinho, de uma palavra amiga ou simplesmente apreciando a beleza viva ao nosso lado, o nascer ou o pôr do sol...
Talvez seja justamente o contrário: a RELIGIÃO é que é MATEMÁTICA.
Muitos preferem se fechar, criar uma bolha e andar por aí como se não existisse mais ninguém no mundo. E, assim como acontece com a Matemática, ela fica presa em um livro da época da escola, esquecida em algum lugar da vida.
A Religião também pode ser usada para assustar e controlar. Inventam histórias, criam enredos, alimentam traumas... E as pessoas ficam ou saem da escola, ficam ou saem da igreja, muitas vezes, por medo.
Mas talvez a verdadeira matemática da vida seja outra:
somar amor,
multiplicar gentileza,
dividir o que temos
e diminuir a dor do outro.
Porque, no fim, talvez seja essa a única conta que realmente importa.
Sentir o amor certamente é algo de mais belo que sentimos na vida, pois podem existir vários, ambos são a projeção do amor que existe na gente que transmite ao outro, amor familiar, amor de amigos, amor de paixão. São tantos, na nossa vida certamente é impossível viver sem esse amor, por eles somos capazes de algo quase sobrenatural, ser melhor por amor, se cuidar por amor e cuidar dos outros por amor é algo extremamente belo.
Por: J. Leão.
O toque do amor e a força da vida
Que o amor abrace, envolva e se faça sentir como um toque físico, concreto, quase palpável.
Que a vida toque profundamente e revele, em cada instante, a sua força vital pulsando, atravessando o corpo e sustentando cada passo.
Deus pode ser percebido no vento: na força que se manifesta de maneira avassaladora e, ao mesmo tempo, na suavidade da brisa que toca como a carícia de um pai sobre um filho.
Há também o desejo de sentir o amor não apenas como uma ideia, mas como presença viva; de perceber a força da vida bombeando nas veias, pulsando no coração e mantendo o ser humano de pé.
No trovão, manifesta-se o poder estrondoso de Deus; na brisa, o toque suave. Na voz que ecoa com força, há majestade; no sopro suave, há amor — como uma presença que se comunica através de gemidos inexprimíveis.
Entre a força e a suavidade, entre o estrondo e o silêncio, encontra-se aquilo que sustenta a existência: o poder de Deus, o amor que envolve e a força vital que impulsiona a vida.
É essa presença que mantém de pé, que renova as forças e que conduz cada passo. Que ajuda a
seguir sempre em frente.
Sempre seguir em frente
Domingos JS Souza.
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