Amo essa minha Vida Louca

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Há quatro certezas nesta vida:
- Que viemos de um útero;
- Pagaremos taxas, boletos e impostos;
- Algum dia teremos um ou mais ex- ;
- Basta estar vivo para morrer. Se você não morre, você envelhece, para depois morrer;

A vida é uma combinação de "sabores", às vezes a vida é doce, outras vezes azeda e por vezes amarga ou salgada.
Por que não, umami ?
Uma sensação de sabor "saboroso" ou "gosto delicioso" que persiste na boca. Aquela de dar "água na boca" e na vida.

Mais poderoso do que a natureza e da própria vida.
O lucro e a perda, a oferta e demanda.
O elegante fluxo de dinheiro mundial, seja legal ou ilegal. ⁠

A dívida que mais prejudica sua vida é a necessidade de manter as aparências. Fardo desnecessário para preservar uma certa imagem. É ter esta ou aquela coisa mesmo que me endivide para comprar.
É uma recompensa para ser visto pelas pessoas do meu meio ou desconhecidos como um vitorioso.

Citação


"Prepare e arrume a sua vida, porque um dia alguém vai morar nela. Quem entrar na sua vida não deve encontrar apenas promessas, mas paz, maturidade e um lugar onde também possa crescer."


— Binilson Quissama⁠

"Corte conexões que paralisam a sua vida. Com Deus, ou você larga o peso do passado, ou renuncia à promessa do futuro."

A vida pulsa, ela anseia por provimentos e movimentos, tudo em equilíbrio e perfeita harmonia, com energia para agir e sinergia para multiplicar

"Ai, que saudade de ser criança,
De olhar a vida com esperança.
Ir ao riacho, meu refúgio e encanto,
Sentir a água e o céu, e sonhar tanto,
Com um futuro brilhante, radiante!"

Mares tão bonitos


Em mares de verde-azulado, a vida resplandece por todo lado,
Águas puras dançam sob o sol que tudo aquece.
Em cada gota, um mundo a pulsar,
refresca a alma, faz o coração docemente entre flores perfumadas se aninhar.
À sombra das árvores, um sussurro suave...
Natureza exuberante, um presente extremamente valioso.
Sede saciada no fluir silencioso,
Canta a brisa eternamente um encanto precioso.
Assim, na serenidade deste lugar,
encontro paz, deixo-me levar,
Pois, na pureza das águas, sou um só...
com a essência da vida, um eterno filho do pó!

Perfume das flores


As flores murcharam, o perfume se esvaiu,
A vida, outrora colorida, agora em tons de cinza e frio...
Olhares que se buscavam, hoje trazem tristeza e dor,
e os sonhos compartilhados se desfizeram em incertezas e desamor.
Mas na dor que persiste, há um brilho a resplandecer...
um lembrete sutil de que é preciso dia a dia... passo a passo... renascer e nunca se deixar vencer.
Seguir, mesmo com feridas abertas, abraçar a solidão,
Pois cada desamor ensina a força da renovação.

A vida é feita de escolhas e também de consequências. Por isso, vale muito a pena pensar antes fazer uma escolha, tendo em mente que ela pode gerar consequências, boas ou ruins!

Você consegue ser tudo que quiser da vida, desde que estude, trabalhe, persista e faça mais do que esperam de você.

MOLDURA HUMANA


É ilusório pensar que ás adversidades da vida, nalgum instante não moldar-nos-á. Seres mutáveis estão susceptíveis a serem moldados, logo, a nossa sanidade estará em constante teste.

9 de junho de 2024... 21:02




Sonhei com a Suane, prima do meu esposo, já falecida na vida real. Com uma parte do rosto toda preta, era o lado direito.
Enquanto, ela olhava para mim, eu perguntava á uma mulher se ela já estava internada há um ano e se ela só tinha mais um ano de vida.
Eu comecei a contar sobre meus problemas e de repente ao meu lado, estava meu irmão mais velho, observando eu falar, com um olhar triste, olhando para mim.
Então, acordei...




PS: EM 28 DE JULHO DE 2024,TIVE UM COLAPSO SÉPTICO, DEVIDO AOS CISTOS HEMORRÁGICOS DO MEU OVÁRIO DIREITO.


28 de julho é aniversário do meu irmão.


Por isso, a presença dele no sonho, com semblante triste.


Eu morreria no dia do seu aniversário.






Sonhos, nunca são coincidências. São avisos.

A vida é o que é. E pronto!

Na vida, a gente não tem certeza de nada, só da partida, que ainda é incerta, porque não sabemos o dia, nem a hora.




Jesus falou isso, e todo mundo acha que se trata da volta dele, quando na verdade a metáfora se trata da morte.

Colecionar memórias é a forma mais bonita de viver. A vida é boa demais para passar despercebida, então eu escolho guardar momentos: risadas simples, conversas inesperadas, pequenos instantes que aquecem o coração. No fim, são essas lembranças que contam a verdadeira história de quem somos e do caminho que percorremos.

Eu aprendi que nem tudo depende de dinheiro quando a vida está nas mãos de Deus. Houve um momento em que meu corpo chegou ao limite, um colapso séptico que quase me levou. E ainda assim, eu voltei. Hoje entendo que Ele moveu o mundo por mim, colocando as pessoas certas no caminho, na hora exata, para uma cirurgia de emergência. Desde então vivo com serenidade, sabendo que não estou sozinha e que, quando parece impossível, Deus ainda está trabalhando.

Enquanto eu ainda respiro, existe recomeço. Aprendi que a vida não espera grandes viradas de calendário; ela oferece pequenos começos todos os dias. Às vezes acordo com o coração pesado, outras com esperança nova, mas em qualquer caso ainda há caminho. Recomeçar virou um gesto simples: levantar, respirar fundo e tentar de novo. Não preciso que tudo esteja perfeito, só preciso estar viva. E enquanto houver fôlego em mim, haverá sempre uma nova chance de continuar.

A POBREZA HEREDITÁRIA QUE MOLDA A SUA VIDA

Existe um peso silencioso que muitas pessoas carregam sem nomear. A pobreza. Não como uma fase pontual, mas como uma herança. Algo que atravessa gerações, molda escolhas, limita horizontes e ainda assim é tratada como falha individual. Você, homem ou mulher, em algum momento já sentiu essa culpa disfarçada de responsabilidade excessiva. Como se bastasse querer mais, trabalhar mais, tentar mais, para sair de um lugar estruturalmente desigual.
A pobreza não é um fracasso pessoal. Ela é um fenômeno histórico, social e familiar que se repete porque cria ambientes onde as opções são reduzidas desde cedo. Você não começa do zero. Começa do menos. E isso muda tudo. Muda o tempo que você leva para aprender, as oportunidades que aparecem, a margem de erro que você pode ter sem ser destruído ou destruída.
Quando alguém diz que basta esforço, ignora o custo invisível de crescer sem rede de apoio. Ignora o cansaço acumulado de quem precisa resolver o presente antes de pensar no futuro. Ignora que errar para quem tem pouco custa muito mais. Um erro financeiro, uma escolha profissional mal informada, uma doença, uma crise familiar podem empurrar você anos para trás.
A narrativa do mérito absoluto é confortável para quem recebeu reforços. Educação estável, apoio emocional, referências, tempo para errar, incentivo para tentar de novo. Quando esses elementos não existem, o esforço sozinho vira uma corda curta. Você puxa, mas não alcança o outro lado com facilidade.
Isso não significa que sair da pobreza seja impossível. Significa que é raro. E quando acontece, costuma envolver algo além da força de vontade. Um encontro, uma oportunidade específica, um acesso inesperado, alguém que estendeu a mão, uma política pública, uma mudança estrutural. Reconhecer isso não tira o mérito de quem consegue. Tira a culpa de quem ainda não conseguiu.
A pobreza também molda a mente. Cria urgência constante. Você aprende a resolver o agora, não a planejar o depois. Aprende a sobreviver, não a expandir. Isso não é falta de visão. É adaptação. O problema surge quando essa adaptação é julgada como limitação moral.
Você não escolheu nascer onde nasceu. Não escolheu o nível de instrução da família, o bairro, a escola, as referências. Essas condições iniciais influenciam diretamente o quanto de energia sobra para sonhar, arriscar e persistir. Dizer que tudo depende apenas de esforço é ignorar a realidade concreta da vida.
A pobreza atravessa gerações porque se reproduz no cotidiano. Na necessidade de trabalhar cedo. Na interrupção de estudos. Na normalização do cansaço extremo. Na falta de tempo para errar com segurança. Cada geração herda não apenas menos recursos, mas mais responsabilidades.
E ainda assim, você é cobrado e cobrada como se tivesse recebido o mesmo ponto de partida que todos. Essa cobrança cria vergonha, e a vergonha paralisa. Ela faz você acreditar que não merece querer mais, que sonhar é ingenuidade, que tentar é perda de tempo. Esse é um dos danos mais profundos da pobreza. Não é só material. É simbólico.
Reconhecer isso não é se vitimizar. É se localizar. É entender o terreno em que você pisa antes de se culpar por não correr mais rápido. Quando você entende o contexto, pode buscar estratégias mais realistas. Pode valorizar pequenos avanços. Pode procurar reforços externos sem sentir que está trapaceando.
Esforço importa. Mas ele não opera no vazio. Ele precisa de estrutura, de tempo, de margem para erro. Sem isso, o esforço vira exaustão crônica. E exaustão não liberta ninguém.
Você não é menos capaz por ainda estar onde está. Você está operando dentro de um sistema que exige mais de você para entregar menos. Isso não define seu valor. Define a dificuldade do caminho.
Sair de uma hereditariedade de pobreza exige mais do que vontade. Exige acesso. Exige suporte. Exige rupturas que nem sempre estão sob controle individual. Entender isso devolve dignidade. E dignidade é o primeiro passo para qualquer transformação real.
Você não precisa carregar a culpa de um sistema inteiro nas costas. Pode carregar apenas a responsabilidade possível, aquela que cabe dentro da sua realidade atual. O resto não é fracasso. É contexto.
E quando você para de se tratar como defeituoso ou defeituosa por não ter vencido uma corrida desigual, algo muda. Você passa a se mover com mais consciência e menos vergonha. E isso, embora não resolva tudo, já rompe um ciclo silencioso.
A pobreza não define quem você é. Ela explica parte do que você enfrenta. E entender essa diferença é um ato profundo de lucidez e respeito consigo mesmo e consigo mesma.