Amo Alguém Comprometido
Para mim, há uma diferença clara entre alguém que não tem medo e alguém que toma atitudes, apesar do medo, como ele.
(Divergente)
Veneno de Áries – Autossuficiente, nunca se entrega totalmente a alguém. É o tipo de mulher que prefere ficar sozinha do que mal acompanhada.
É, eu sei que quando você esquece alguém você não sente nada em relação a pessoa. A voz não falha ao tenta conversar, a perna não treme diante da presença dela. Quando você esquece alguém não há mais interesse por essa pessoa. Eu sei que eles ainda sentem algo um pelo outro, bem lá no fundo ainda tem uma pequena brasa do que um dia foi um grande fogo crepitante. Mesmo que sejam feitos um para o outro, o melhor a se fazer é ficar longe. Eu vejo que, de perto, principalmente com ele, que estão bem com a vida que tem... tenho certeza que estão felizes distantes um do outro, mas eu ficaria muito mais feliz se um dia conseguisse ver os dois juntos novamente.
Agora sei o que é amar alguém. Não importa o que você faça é impossível fugir dos seus sentimentos. É impossível deixar de amá-lo.
(Dong Shan Cai)
Quando alguém se despede: o vaivém da vida
Acordo. Um dia chuvoso, daqueles melancólicos. Alguém parte, não porque o dia tá estranho, mas porque a vida tem esse vai e vem. A casa fica ali, aguardando as despedidas, os desenlaces de todas aquelas coisas que nos dizem quem somos, não pelos seus valores materiais, mas pelas cores e flores que usamos, pelas músicas que ouvimos e os livros que lemos. Detalhes, que falam sobre quem somos, aguardam outros destinos, outras mãos, outros olhos... Nós, ficamos por aqui, seguindo. Inicialmente uma saudade que faz irmandade com feridas abertas, sangra, lateja e arde. Porque somos humanos nos apegamos, choramos, escondemos aqueles lenços brancos das despedidas, ficamos de mal com o sol, a lua e as estrelas. Fazemos pouco caso da comida, do banho, do sono. Porque amamos de um jeito que sempre quer mais demoramos a entender que alguém tão querido não entrará mais pela porta... Os dias seguem e nós seguimos com eles, procurando paz na dor, ternura na saudade. Os dias seguem e nossa dor pede alívio, não porque seja fácil, apenas é necessário. E aí a gente se inventa pra ter paz por aqui e dar paz a quem se foi. A gente se inventa porque partidas pedem chegadas, pedem olhos para aquelas coisas que não enxergávamos, estranhamente a vida fala através da morte, percebemos que vivemos porque alguém se despede. A gente se reinventa nos detalhes, percebe que a vida acontece nas miudezas, que o muito reside no pouco. Aí a gente abre a porta, sabendo que alguns amores não chegarão, abre para que entre vida na nossa vida e se, indiferentes ao vaivém da vida, não percebemos que é preciso e necessário seguir o sol se esconde, as flores não brotam, a brisa não toca nosso rosto... deixamos lado o café e as conversas longas, os abraços e o amor destinados a quem pernoita com a gente, aquelas pessoas que ainda fazem pouso em nosso coração. Que alguém muito maior nos dê a dimensão do nosso tamanho pra que as coisas que ficam tenham e mereçam ser olhadas pelo tamanho que são, assim, nossas estações de parada serão abraçadas simplesmente porque é bom parar por ali, assim, lugares não tão bons serão tratadas como pontes para chegarmos a lugares muito melhores...
Sempre que sentirmos o impacto da compaixão, de querer ajudar e fazer algo por alguém, estaremos caminhando melhor nesse mundo.
Existem momentos que talvez o mais importante não é ter alguém especial para você. Mas é ser especial para alguém.
Quanto mais alguém se preocupa com e depende da graça de Deus, maior a ocasião que tem de notar esse poder e graça.
Não somos malucos. Somos humanos. Queremos amar e alguém tem de nos perdoar pelas escolhas que tomamos para amar, porque os caminhos são muitos e negros, e somos ardentes e cruéis durante a nossa viagem.
