Amo Alguém Comprometido

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⁠Quantos Sonos eu deixei de dormir com medo do Sono Profundo me abraçar e alguém Precisar de mim?


Há pessoas que passam a vida em estado de vigília.


Não necessariamente só porque sofram de insônia, mas porque carregam a estranha sensação de que descansar é um luxo muito perigoso.


Vivem acreditando que, se baixarem a guarda por alguns instantes, algo dará errado, alguém chamará por socorro ou uma responsabilidade inesperada baterá à porta.


É curioso como o Amor, o Dever e o Medo podem vestir a mesma roupa.


Quem ama, cuida.


Quem é responsável se faz presente.


Mas, quando o medo de falhar se torna maior do que a necessidade de repousar, o cuidado deixa de ser virtude e passa a ser prisão.


O Sono Profundo simboliza muito mais do que o descanso do corpo.


Ele representa a confiança de que o mundo continuará girando mesmo sem o nosso controle.


Dormir é um ato silencioso de entrega.


É reconhecer que nem tudo depende de nós e que há batalhas que precisam esperar, sim, pelo amanhecer.


Quantas noites foram roubadas por preocupações que jamais se concretizaram?!?


Quantas madrugadas foram preenchidas por cenários imaginários, enquanto a vida seguia seu curso sem exigir a nossa vigilância permanente?


Talvez a maturidade também consista em aprender que estar disponível não significa estar esgotado.


Quem nunca descansa acaba oferecendo aos outros apenas os restos da própria força, da própria existência.


E ninguém sustenta uma luz acesa para sempre sem, um dia, ver a chama enfraquecer.


Permita-se dormir em paz.


Se alguém realmente precisar de você, que o encontre inteiro, renovado e capaz de estender a mão com serenidade.


Porque há um Tempo para Velar, mas também há um Tempo Sagrado para fechar os olhos, confiar e simplesmente Descansar.

"Quando alguém engana
outra para alcançar um
objetivo admite sua
incompetência para
conquistá-lo sozinho."

Desacreditado


Há um momento em que alguém deixa de ser apenas questionado e passa a ser desacreditado.


A diferença parece pequena. Não é.


Questionar ainda deixa alguma coisa em aberto. Ainda existe espaço para resposta, para dúvida, para surpresa. Desacreditar é diferente. Muitas vezes, a conclusão chega antes da pessoa.


Ela fala, mas a escuta já começa a se fechar. Tenta explicar, mas a explicação parece vir tarde demais. Tenta de novo e encontra aquela suspeita silenciosa de quem pensa, antes mesmo de ouvir: “eu já sei onde isso vai dar”.


É assim que um erro, pouco a pouco, deixa de ser apenas um erro.


Ele cresce. Ocupa espaço. Ganha memória.


E, sem que ninguém perceba exatamente quando isso aconteceu, passa a representar a pessoa inteira.


Há uma diferença enorme entre dizer que alguém falhou e dizer que alguém é um fracasso. A primeira frase fala de um acontecimento. A segunda transforma o acontecimento numa definição.


Talvez esse seja um dos pesos mais difíceis de carregar quando se é desacreditado: não apenas perder a confiança dos outros, mas perceber que, para alguns, já não existe sequer o direito de ser diferente daquilo que um dia se mostrou ser.


No começo, isso vem de fora.


De um olhar. De uma palavra. De uma comparação. De uma lembrança que alguém insiste em trazer de volta. Vem daquela sensação estranha de que uma versão antiga de nós entrou no ambiente antes da nossa chegada.


Depois, com o tempo, alguma coisa muda de lugar.


A voz que vinha de fora começa a aparecer por dentro.


“Ninguém acredita em mim” pode, quase sem ruído, transformar-se em “talvez eu também não deva acreditar”.


E aí o descrédito se torna mais perigoso.


Porque já não precisa de plateia.


A pessoa recua antes que a rejeitem. Evita tentar para não confirmar aquilo que teme. Cala algumas coisas antes mesmo de descobrir se seriam ouvidas.


Não porque tenha necessariamente perdido sua capacidade, mas porque começou a perder algo mais delicado: a imagem de si mesma como alguém capaz.


Nem todos reagem da mesma maneira.


Alguns se recolhem. Passam a esperar menos de si, dos outros, da vida. Outros fazem o contrário: tentam provar demais, transformam cada gesto numa defesa, cada erro numa ameaça, cada dúvida alheia numa nova acusação. Há ainda quem escolha o desapego como proteção: se eu não esperar nada, pensa, nada poderá me frustrar.


São caminhos diferentes, mas podem nascer da mesma ferida.


O descrédito repetido reduz expectativas. Expectativas menores podem reduzir tentativas. E menos tentativas podem produzir, com o tempo, justamente aquilo que no início era apenas um julgamento dos outros.


A pessoa deixa de arriscar.


Deixa de insistir.


Deixa de imaginar alguns caminhos.


E, anos depois, talvez olhe para aquilo que não aconteceu como se nunca tivesse sido possível.


É aí que a frustração se torna mais difícil de compreender.


Porque ela não nasce apenas do que se perdeu.


Nasce também do que deixou de ser tentado.


Dos caminhos abandonados antes do primeiro passo. Das escolhas recusadas por medo. Das possibilidades que morreram não porque fossem impossíveis, mas porque a própria pessoa passou a acreditar cedo demais que não conseguiria alcançá-las.


Talvez, então, alguns dos frustrados de amanhã sejam os desacreditados de ontem que, pouco a pouco, aprenderam a esperar menos.


Não todos.


Não necessariamente.


Mas alguns.


Sobretudo aqueles que passaram a carregar por dentro o julgamento que antes vinha de fora.


Ainda assim, é preciso cuidado.


Desconfiar também protege.


Nem toda pessoa merece crédito. Nem toda promessa deve ser acolhida. Nem toda segunda chance precisa ser dada apenas porque foi pedida.


Há pessoas que repetem.


Há arrependimentos que funcionam muito bem nas palavras e muito mal nos atos.


Há mudanças anunciadas tantas vezes que acabam se tornando apenas outra maneira de ganhar tempo.


Por isso, desconfiar nem sempre é dureza.


Às vezes, é memória.


Às vezes, prudência.


Às vezes, é a forma que encontramos de não cair novamente no mesmo lugar.


Mas existe uma fronteira. E talvez ela seja mais importante do que parece.


A dúvida pergunta: “será?”


A desconfiança pergunta: “que razões tenho para acreditar?”


O descrédito absoluto já decidiu: “nada será suficiente”.


Um ainda observa.


O outro procura apenas aquilo que confirma o que já pensava.


Um admite a possibilidade de rever.


O outro transforma um episódio em destino.


Talvez seja por isso que desacreditar alguém possa significar mais do que retirar confiança.


Pode significar retirar movimento.


Deixar de admitir que uma pessoa possa reparar, amadurecer, aprender tarde — mas aprender. Recusar a hipótese de que possa fazer diferente, surpreender, escapar da imagem na qual foi aprisionada.


Isso não significa esquecer.


Nem fingir que nada aconteceu.


Nem devolver confiança apenas porque o tempo passou.


O tempo, sozinho, não melhora ninguém.


Há coisas que precisam ser demonstradas. Mudanças que exigem constância. Palavras que só recuperam algum peso quando, finalmente, começam a aparecer nos gestos.


Mas existe um perigo também do outro lado.


O perigo de decidir cedo demais que nada jamais será suficiente.


Porque chega uma hora em que já não estamos apenas tentando nos proteger de uma nova decepção.


Estamos tentando proteger nossa própria certeza de qualquer coisa que possa contrariá-la.


E isso também aprisiona.


O descrédito pode começar como defesa e, devagar, virar prisão para os dois lados: para aquele que perdeu o crédito e para aquele que já não consegue rever o julgamento que fez.


Quanto tempo deve durar um erro?


É difícil responder.


Quanto de alguém deve permanecer preso ao pior que fez?


Não sei se existe uma medida justa.


Quando uma lembrança necessária deixa de ser memória e passa a funcionar como sentença?


Em que momento uma mudança deixa de ser apenas uma fala bonita e começa, de fato, a merecer consideração?


Talvez essas perguntas não tenham respostas fáceis — e talvez não devessem ter.


Há uma tensão que não desaparece: responsabilizar sem congelar, desconfiar sem transformar a suspeita numa identidade, reconhecer mudança sem inventá-la, admitir reparação sem apagar aquilo que aconteceu.


Talvez maturidade tenha menos a ver com saber exatamente quando acreditar e mais com continuar capaz de perceber quando a realidade já não cabe na ideia que fizemos dela.


Porque o descrédito também seduz.


Há nele uma estranha promessa de segurança.


Quem não espera nada imagina que não poderá se frustrar.


Quem não acredita em ninguém pensa estar protegido do engano.


Quem já decidiu que alguém nunca mudará não precisa enfrentar o desconforto de admitir, um dia, que talvez tenha mudado.


Só que toda certeza cobra alguma coisa.


E, às vezes, cobra justamente a capacidade de enxergar aquilo que veio depois.


Ser desacreditado talvez seja uma forma de exílio.


Não exatamente de um lugar.


De um lugar possível.


É entrar numa conversa e sentir que aquilo que você fez anos atrás chegou antes. É perceber que o erro ocupa tanto espaço que quase não sobra lugar para todo o resto. É ser ouvido por meio de uma versão antiga de si mesmo.


E isso cansa.


Cansa ter de explicar.


Cansa ter de provar.


Cansa perceber que, para algumas pessoas, qualquer gesto novo continuará sendo lido por uma lente velha.


Talvez uma parte da reconstrução comece quando entendemos que não controlamos o momento em que os outros voltarão — se algum dia voltarem — a nos enxergar de outra maneira.


Algumas confianças não serão recuperadas.


Algumas portas não se abrirão novamente.


Algumas pessoas preferirão guardar para sempre a versão de nós que conheceram num momento ruim.


E há pouco que possamos fazer sobre isso.


Mas existe uma parte que não deveria ser entregue.


A própria identidade.


Porque perder o crédito de alguém não é a mesma coisa que perder a si mesmo.


Talvez a última resistência do desacreditado seja justamente essa: não passar o resto da vida tentando provar alguma coisa para todos; não transformar cada gesto numa defesa; não viver permanentemente diante de um tribunal imaginário, esperando uma absolvição que talvez nunca venha.


Talvez seja apenas continuar.


Com mais consciência.


Com menos ilusões.


Talvez com algumas cicatrizes.


Mas continuar.


E conservar dentro de si a chance de ainda se tornar alguém que nem o próprio passado conseguiu prever.


Porque ninguém deveria ser obrigado a coincidir para sempre com o pior momento da própria história.


Talvez exista uma liberdade pequena, quase silenciosa, nisso.


Seguir em frente sem exigir que todos voltem a acreditar.


Sem implorar que esqueçam.


Sem negar aquilo que aconteceu.


Mas também sem permitir que o descrédito dos outros tenha autoridade para escrever a última frase sobre quem ainda podemos ser.

"A decepção é imprevisível
e triste porque é sempre
por alguém que estimamos."

*Atraso Bendito*

Sempre nos atrasamos por alguma razão ou por alguém,
O ônibus que não veio, a chuva na janela,
O copo de café que caiu sem querer.

Eu reclamava do tempo perdido,
Das horas que escorriam entre os dedos,
Sem saber que o relógio conspirava a meu favor.

Foi num atraso desses, sem pressa e sem mapa,
Que meu caminho tropeçou no teu.
E no meio da correria que eu não tive,
Encontrei o que a vida inteira almejei:
(Saul Beleza)

*O VAI-E-VOLTA"
*(Saul Beleza)*


Gente, vocês já ficaram com alguém que é igual ônibus?
Ela vai... ela volta... ela vai... ela volta...
E você lá no ponto. De guarda-chuva. Na chuva. Há 3 anos.


Aí um dia você se pergunta:
"Quem é o problema aqui? Ela que volta... ou eu que deixo?"


Mano, é os dois.
Ela é o problema que volta.
E eu sou o problema que abre a porta.


Ela vai e volta igual controle de TV com pilha fraca.
Some 2 semanas, do nada: "Oi sumido"
Mano, sumido nada. Eu tava aqui. Você que tava na Disney.


E eu aceito.
Por quê? Porque saudade é igual cachaça ruim.
Você sabe que vai dar dor de cabeça amanhã,
mas na hora você bebe e grita: "VEM MAIS UMA!"


Aí ela volta, a gente finge que é recomeço.
É recomeço nada. É Ctrl+C, Ctrl+V.
Mesma briga, mesma maquiagem, mesma promessa de "agora vai".


Sabe qual é a diferença entre vai-e-volta e relacionamento?
No relacionamento tem futuro.
No vai-e-volta só tem retorno.


E o pior é que a gente vira especialista.
"Ah, ela vai voltar na terça"
"Não, volta depois do feriado, que ela sempre volta depois do feriado"
Irmão, você virou meteorologista de ex.


Se ela se vai e logo volta...
O problema tá nela que não sabe ficar.
E tá em mim que não sei soltar.
E tá nos dois que transformaram amor em elástico.


E elástico, gente... uma hora estoura.
E quando estoura, bate na cara.
E dói. Mas pelo menos para de esticar.


Obrigado, gente! Se seu ex te mandou "oi" hoje,
responde com "tô ocupado".
Ocupado nada, estou aqui, oi sumido!

De quem eu gosto?


Foram tantas tentativas
de se gostar de alguém...
Mulheres incríveis.
Amei todas,
quando estávamos juntos.
E agora aqui,
perdido,
sem saber de quem eu preciso.
Talvez não seja sobre
de quem eu gosto,
mas sobre quem eu sou
quando não estou tentando gostar de ninguém.
O amor que você deu foi real.
O vazio agora também é.
Respira.
Ele passa,
e te ensina a ficar.


Saul Beleza

Não sou um macho na essência da palavra.
Sou tua cia,
alguém que só quer estar contigo,
teu companheiro de sofá,
de riso bobo,
de silêncio bom.
De pescaria, sem pegar nada, de coceira de carrapatos, de coçar tuas costas em altas horas.
Macho eu serei
só na intimidade
que não nos faz mal.
Naquela que nos faz bem,
que nos cuida,
que nos acolhe.
Lá eu sou teu,
inteiro.

Saul Beleza

"Tudo que eu falei, alguém já falou.
Tudo que eu escrevi, alguém já escreveu.
Tudo que eu cantei, alguém já cantou.
Mas, tudo que eu amei, vivi e senti,
ninguém amou, viveu ou sentiu.
Ninguém...só eu! "

♫ Agora Sofre, sofre...
Todo mal que cê me fez, você bem cedo irá pagar...♫

☆ Haredita Angel

"Não espere por alguém que te ilumine, sejas tú a própria luz!"
☆Haredita Angel

"Sou alguém alinhada aos meus valores.
Portanto, não adianta querer atropelar minhas convicções.
Já aprendi a me observar com carinho e respeito."
✫Haredita Angel

"Amar alguém é um dom de Deus.
Pena que poucas pessoas sabem disso.
-Ame muito! - Principalmente, quem lhe ama.
Perdoe quantas vezes for necessário.
Recomece sempre que precisar.
Amar é preciso, viver não é preciso!"
...e feliz ano!
☆Haredita Angel

"É sempre assim...
Sou de alguém por uns dias...
Ao fim, me mando flores e uma garrafa de vinho...
Me saúdo...
Tim Tim...
Estou de volta prá mim!"
☆ Haredita Angel

"Sempre que recebo algo de alguém, seja o que seja, dou algo em troca também; seja o que seja."
☆Haredita Angel

⁠
"Eu lhe pedi uma estrela e você me negou.
Daí, veio alguém que me deu a via láctea."
☆Haredita Angel

⁠A paixão é uma droga que
te vicia a alguém.
É uma loucura!"
☆Haredita Angel
15.10.21

"Prometi -me que se algo ou alguém não me fizesse bem, eu não permitiria enraizar.
-Até hoje eu tenho cumprido!"
Haredita Angel
08.07.19

Hoje rezei por alguém muito especial para mim.
Alguém que veio ao mundo, através de mim... Nasceu de mim!
Deus me usou para trazê-lo ao mundo.
Durante nove meses ele foi só meu.
Tudo que precisou, dependeu de mim.
Em uma noite do dia 21 de março de 1988, ele chegou e trouxe muita alegria.
Meu pedacinho de gente, tecido por Deus em meu ventre!
Agora ele é um homem!
Mas pra mim continua menino.
Deus lhe abençoe meu filho, hoje e sempre
- Lhe desejo o melhor de tudo no mundo.
O melhor Hoje, o melhor Amanhã,
O melhor de tudo na vida, sempre!
Parabéns!
Com amor mamãe!
Haredita Angel
21.03.2006

-Ah, o amor!
- Amar alguém é carregar o céu dentro de si.
( E o inferno também)
Haredita Angel
27.10.16

"É tão bom ter alguém como você,
me sentir completa.
É bom sentir sua mão me levando
além do horizonte"
Haredita Angel
24.10.12