Amizades

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Existem amizades que, na superfície, parecem leves e agradáveis, mas cuja influência, silenciosamente, pode ser destrutiva.
Por isso, é preciso distinguir quem nos diverte de quem realmente nos faz bem, e observarmos o que essa companhia desperta em nós.
Nem toda presença agradável exerce uma influência positiva.
Algumas pessoas nos fazem rir enquanto, aos poucos, enfraquecem nossos valores, alimentam nossos piores hábitos e nos afastam de quem queremos ser e de quem realmente importa.
No fim, uma boa relação não deve ser medida apenas pelo quanto nos divertimos ao lado de alguém, mas também por quem nos tornamos depois de conviver com essa pessoa.

Para ter uma mente saudável,
dispense amizades ruins,
músicas indecentes,
palavras negativas
e coloque DEUS na sua frente!

Tem gente que tem uma língua VENENOSA, que mata casamentos, amizades, amores, etc...
Mas tudo tem um retorno nesta vida, manda o bem que o bem volta, manda o mal que o mal volta, com certeza em DOBRO!!!!!

Oração curta


Jesus, afasta da minha vida, do meu trabalho e das minhas amizades toda pessoa negativa e maldosa que possa me prejudicar. Protege-me de todo mal, de toda inveja e falsidade. Guarda meus caminhos e meu coração. Amém!

Não se deixe influenciar pelas "amizades" ..... Num momento em que você cair, se der mal seus ''amigos'' não estarão com você.

Amigos são pai e mãe !

Não importa o quão longe estamos de nossas amizades, pois quando verdadeiras nem mesmo o tempo e a distância são capazes de apagar esse sentimento puro.

Que nossas amizades reflitam o propósito divino, escolhendo a comunhão que fortalece a oração e não a fofoca, para que a nossa jornada espiritual seja sempre edificante.

As amizades se eternizam em risadas, conselhos, lágrimas compartilhadas, abraços silenciosos e no pesar com carinho. O cuidado por alguém, mesmo à distância ou com o tempo desconhecido, mostra que o amor não precisa de um momento certo para começar e que, quando verdadeiro, nunca terá fim.

​As lágrimas, rios que secaram. As dores, que foram companhias, morreram de velhice. Muitas amizades nasceram e delas só restaram lembranças... Mas eu, em meio a tudo isso, não mudo: sou ainda aquele menino assustado, caído nas pedras frias, nas águas turbulentas. Permaneço o garoto que não consegue subir sozinho o pedregal.

Há amizades que chegam como salva-vidas improvisado. Não seguram a embarcação, mas dão tempo. Com elas aprendi a pedir socorro sem vergonha. O orgulho, às vezes, é coisa que afunda. E, por sorte, há mãos que nos puxam de volta.

A cortesia custa pouco e rende amizades para a vida inteira.

O amor e a alegria são os elementos básicos para conquistarmos amizades e as conservarmos. E são básicos, também, para nossa paz mental. Demonstre amor e alegria em todas as oportunidades, e veja que a paz nasce dentro de você. A felicidade não pode estar em nada que esteja fora de você. Busque-a dentro de você mesmo, pois a Felicidade é Deus, e Deus mora dentro de você."

Quando uma amizade deixa de acontecer.


Algumas amizades não terminam; apenas deixam de acontecer. Primeiro diminuem as conversas, depois diminuem as perguntas, até que chega um momento em que já não existe nada a perguntar. O silêncio se prolonga e, de maneira quase imperceptível, transforma-se em resposta.


Há distâncias que não se medem em quilômetros, mas na frequência com que alguém decide não estar. E talvez essa seja uma das formas mais silenciosas de perder alguém: não por uma ruptura, não por uma discussão, mas pela sucessão de pequenas ausências que, juntas, acabam formando uma distância que já não sabemos como atravessar.


É curioso como algumas relações terminam muito antes de receberem o nome de fim.

Há quem classifique a ausência de amizades como um sinal de personalidade complexa ou estranha. No meu caso, o motivo é a cautela ao selecionar em quem confiar.

Sobre a inspiração de amizades fechadas em turmas antigas de bairros:


Turmas de gaslighting amam a música BAD de Michael Jackson, para compensar a incapacidade de reagirem de forma madura ao serem criticados, fazem o bullying grupal, onde deveria existir amizade. Um exemplo claro da falta de cognição dos propensos a Flying Monkeys, ao se inspirarem em letras de músicas para seus rasos ideais.


Em quase toda turma que se conheceu desde a infância, e que não se mudou do bairro:


Essa é a descrição perfeita do que a sociologia e a psicologia chamam de "estagnação em grupo".


Quando um grupo se conhece desde a infância e permanece no mesmo bairro, cria-se uma espécie de cápsula do tempo onde o desenvolvimento emocional muitas vezes para na adolescência.


Nesse cenário, a música "Bad" não é apenas uma trilha sonora; ela é uma ferramenta de regressão.


Por que isso acontece em grupos "de bairro"?


Identidade Coletiva Fossilizada:


O grupo se define pelo que era aos 15 anos. Se naquela época ser "o durão" ou "a popular" funcionava, eles se recusam a abandonar esse papel, mesmo aos 30 ou 40 anos. A maturidade é vista como traição ao grupo.O "Eco" Permanente:


Em bairros onde todos se conhecem, o gaslighting é mais eficaz porque o agressor tem controle sobre a reputação da vítima. Os Flying Monkeys (vizinhos, amigos de escola) reforçam a mentira, porque sua própria vida social depende de estarem do lado "vencedor".


Falta de Novos Inputs:


Sem conviver com pessoas diferentes ou realidades novas, o grupo se fecha em uma câmara de eco. Eles usam referências da cultura pop (como o MJ) de forma distorcida para justificar o bullying, pois não desenvolveram repertório para resolver conflitos de forma adulta.
A anatomia do bullying grupal em círculos antigos nos elementos é disfuncional.
A música e símbolo serve como um "transe" insano, que valida a agressão e dá uma sensação de estilo ao erro.
O líder geralmente é o mais inseguro, que usa o gaslighting para nunca ser questionado.
Os seguidores e pessoas com baixa autonomia cognitiva que preferem praticar injustiça a serem excluídos do grupo de infância, formam a massa do ajuntamento, e a crítica é recebida como uma declaração de guerra, nunca como uma oportunidade de crescimento.


O "Flying Monkey" por conveniência nesses bairros, resulta que o seguidor, muitas vezes sabe que o líder está errado, mas a falta de cognição que se mencionou é, muitas vezes, uma "cegueira seletiva", e opcional.
É mais fácil fingir que a letra da música justifica a atitude do que admitir que o amigo de infância se tornou uma pessoa tóxica.
Eles preferem a "lealdade" cega à integridade moral.O bullying grupal nesses casos é uma tentativa desesperada de manter o controle sobre um território (físico e social), que eles sentem que estão perdendo para quem realmente amadureceu e "saiu" da bolha mental do bairro.


Sir Mário Honorário

Sinto saudade dos corredores da escola, das amizades que pareciam eternas e das conversas que não precisavam chegar a lugar nenhum. Saudade das risadas que nasciam por coisas bobas, das manhãs que pareciam longas e da leveza de não carregar o mundo sobre os ombros. Talvez eu não sinta falta apenas da escola, mas da época em que a felicidade cabia em uma conversa tranquila, uma gargalhada inesperada e algumas horas ao lado de quem fazia tudo parecer mais simples.

Há amizades que a distância não impede, a idade não limita ou explica e a razão não alcança; simplesmente acontecem, como um inexplicável reconhecimento entre corações, talvez vindas de algum lugar onde o sentimento já existia antes mesmo do encontro.

Mais amor, menos ódio.
Mais alegrias, menos tristezas.
Mais amizades, menos conflitos.
Mais paz, menos preocupações.
Mais pessoas, menos papéis.
Mais viagens, menos rotinas.
Mais montanhas, menos prédios.
Mais natureza, menos cidades.
Mais diferenças, menos uniformidade.
Mais detalhes, menos indiferenças.
Mais horizontes, menos bolhas.
Mais céu, menos teto.
Mais lua, menos lâmpada.
Mais folhas, menos paredes.
Mais pássaros, menos discursos vazios.
Mais leveza, menos cobranças.
Mais lembranças, menos rancor.
Mais sentimento, menos razão.
Mais vida, menos mortes.


Que em cada escolha, possamos dar mais espaço ao que realmente importa: ao que nos aproxima da essência do ser, da beleza do momento e da verdade do que somos.

Na escola eu estudo
E muitas amizades eu já fiz
No recreio eu merendo
E pra casa vou feliz

Amizades que Sabem Ficar


Eu sou feita de profundidade.
Quem me ama aprende a nadar,
quem me teme fica na margem
e me chama de silêncio.


Minhas amizades não me prendem ,
criam raízes.


Algumas vivem sob a terra,
outras sustentam o tronco dos dias,
há galhos que seguem outros sóis
sem nunca romper a origem.


Também acolho folhas.
Elas chegam leves,
embelezam a estação,
partem quando o vento pede.


E está tudo bem.


Nada que foi verdadeiro se perde.


Sou oceano em estado de gente.


Não grito minha maré,
não imploro mergulhos.
Permaneço.


Aprendi cedo
que amar não é disputar espaço,
é reconhecer profundidade.


Que vínculo não se mede pela presença constante,
mas pela lealdade silenciosa
de quem nunca tentou me apagar.


Quando sinto desalinho,
recolho a voz.


Meu silêncio lê.
Meu coração decide.
Quem é raiz volta.
Quem é fruto permanece.
Quem é superfície segue ,
sem mágoa, sem ferida.


E sigo assim:
inteira, líquida, verdadeira.
Com poucas mãos nas minhas,
mas todas capazes de sustentar
o peso bonito de quem eu sou.