Amizade Verdadeira e a Falsa
És algo infinitamente maior do que teu cérebro ou o teu corpo... A tua verdadeira essência é a tua alma.
A verdadeira imagem do passado perpassa, veloz. O passado só se deixa fixar, como imagem que relampeja irreversivelmente, no momento em que é reconhecido.
Toda história tem três versões: a minha, a de quem conta e a verdadeira, que pode ser igual a minha ou a sua.
Nota: Adaptação do provérbio chinês.
A verdadeira força é ser vulnerável. É reconhecer que você não pode ser forte o tempo todo. E não ter medo nenhum disso.
Mas saiba que dói quando a loucura passa. O intervalo da loucura é a verdadeira tortura. A lucidez é uma jaula.
Sua verdadeira personalidade começará a se desenvolver quando você, através da intuição profunda, for capaz de sentir que não é este corpo sólido, mas sim a divina e eterna corrente de Vida e Consciência que flui dentro do corpo.
Quando você olhar a criação, que parece tão sólida e tão real, lembre-se sempre de que são ideias na mente de Deus, cristalizadas em formas físicas.
Não é necessário viver todo tipo de experiências humana para se alcançar a sabedoria suprema. Você deve ser capaz de aprender com a experiência dos outros. Por que envolver-se em um panorama de infindáveis experiências para enfim descobrir que nada neste mundo jamais poderá fazê-lo feliz?
O mais sábio é aquele que busca a Deus. O mais bem-sucedido é aquele que o encontrou.
Paramahansa Yogananda
Romeu e Julieta é a historia de amor mais verdadeira que existe, porque mostra que quando você se apaixona o melhor mesmo a fazer é se matar.
“A verdadeira compreensão não é entender o que o outro diz, mas entender o silêncio do que não se diz.”
Sempre gostei de ser verdadeira, mas não sei até onde isso me leva. Não, eu não quero levar vantagem em nada. Só quero a reciprocidade, a sinceridade do outro como recompensa. Ando frustrada ao constatar que amigos verdadeiros posso contar apenas em uma mão. E, ainda assim, não sei se posso ser verdadeira com eles. Uma palavra atinge, fere, frustra, repele.
A Verdadeira Riqueza
Um dia um homem que acreditava na vida após a morte, e que valorizava o ser mais que o ter, hospedou-se na casa de um materialista convicto, em bela mansão de uma cidade européia.
Depois da ceia, o anfitrião convidou o hóspede para visitar sua galeria de artes e começou a enaltecer os bens materiais que possuía, de maneira soberba.
Falou que o homem vale pelo que possui, pelo patrimônio que consegue acumular durante sua vida na Terra.
Exibiu escrituras de propriedades as mais variadas, jóias, títulos, valores diversos.
Depois de ouvir e observar tudo calmamente, o hóspede falou da sua convicção de que os bens da Terra não nos pertencem de fato, e que mais cedo ou mais tarde teremos que deixá-los.
Argumentou que os verdadeiros valores são as conquistas intelectuais e morais e não as posses terrenas, sempre passageiras.
No entanto, o materialista falou com arrogância que era o verdadeiro dono de tudo aquilo e que não havia ninguém no mundo capaz de provar que todos aqueles bens não lhe pertenciam.
Diante de tanta teimosia, o hóspede propôs-lhe um acordo:
- Já que é assim, voltaremos a falar do assunto daqui a cinqüenta anos, está bem?
- Ora, disse o dono da casa, daqui a cinqüenta anos nós já estaremos mortos, pois ambos já temos mais de sessenta e cinco anos de idade!
O hóspede respondeu prontamente:
- É por isso mesmo que poderemos discutir o assunto com mais segurança, pois só então você entenderá que tudo isso passou pelas suas mãos mas, na verdade, nada disso lhe pertence de fato.
Chegará um dia em que você terá que deixar todas as posses materiais e partir, levando consigo somente suas verdadeiras conquistas, que são as virtudes do espírito imortal.
E só então você poderá avaliar se é verdadeiramente rico ou não.
O homem materialista ficou contemplando as obras de arte ostentadas nas paredes de sua galeria, e uma sombra de dúvida pairou sobre seu olhar, antes tão seguro.
E uma voz silenciosa, íntima, lhe perguntava:
- Que diferença fará, daqui a cem anos, se você morou em uma mansão ou num casebre?
- Se comprou roupas em lojas sofisticadas ou num bazar beneficente?
- Se bebeu em taças de cristal ou numa concha de barro?
- Se comeu em pratos finos ou numa simples marmita?
- Se pisou em tapetes caros ou sobre o chão batido?
- Se teve grande reserva financeira ou viveu com um salário mínimo?
- Que diferença isso fará daqui a cem anos?
Absolutamente nenhuma !
No entanto, o que você fizer do seu tempo na Terra, fará muita diferença em sua vida, não só daqui a cem anos, mas por toda a eternidade.
“... Vida verdadeira é como a água:
em silêncio se adapta ao nível inferior,
que os homens desprezam...!”
Acredito que a verdadeira profissão é aquela que nos encontramos, aquela que podemos ser nós mesmos sem falsidade. Fazer o que gosta para o bem de todos e satisfazer o espírito e a alma.
