Amizade um Principio de Reciprocidade
Um dos maiores consolos desta vida é a amizade. E um dos consolos da amizade é ter a quem confiar um segredo. No entanto, os amigos não são um par, como os esposos. Cada um, genericamente falando, tem mais de um. Há homens privilegiados que contam centenas deles.
A amizade é um navio suficientemente grande para levar duas pessoas com tempo bom, mas apenas uma com tempo mau.
Amar é como uma droga. No princípio vem a sensação de euforia, de total entrega. Depois, no dia seguinte, tu queres mais. Ainda não te viciaste, mas gostaste da sensação e achas que podes mantê-la sobre controlo. Pensas durante dois minutos nela e esqueces por três horas.
Mas aos poucos, acostumas-te com aquela pessoa, e passas a depender completamente dela. Então pensas por três horas e esqueces por dois minutos. Se ela não está por perto, experimentas as mesmas sensações que os viciados têm quando não conseguem arranjar droga. Nesse momento, assim como os viciados roubam e se humilham para conseguir o que precisam, tu estás disposto a fazer qualquer coisa pelo amor.
Esqueça o acusador;
ele não conhece o seu caso desde o princípio.
Perdoe ao mau; a vida se encarregará dele.
A timidez a princípio se apossou dele, como acontece às pessoas que se surpreendem sentindo além do razoável.
Princípio crítico para ver o invisível: Ignorar o que as pessoas dizem.
Mantenha as pessoas de fora. Afaste-as, tape os ouvidos. E, se precisar, vá embora.
Ignore aqueles que dizem que é tarde demais para começar de novo.
Desconsidere aqueles que dizem que você nunca vai ser coisa alguma.
Faça-se de surdo em relação aqueles que dizem que você não é esperto o suficiente, rápido o suficiente, alto o suficiente ou grande o suficiente – ignore-os.
Há momentos em que a fé se inicia colocando algodão nos ouvidos.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste
Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.
Soneto do amigo
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.
Soneto de separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Que Deus me defenda dos amigos, que dos inimigos me defendo eu.
Bom dia, amigo
Que a paz seja contigo
Eu vim somente dizer
Que eu te amo tanto
Que vou morrer
Amigo... adeus
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