Amizade um Principio de Reciprocidade

Cerca de 453786 frases e pensamentos: Amizade um Principio de Reciprocidade

Me dá um beijo?
Mas não quero um beijo qualquer.
Quero um beijo bem gostoso,
com teu gosto de mulher

Quero um beijo que me excite.
Que me faça te desejar.
Quero um beijo que me agite.
Que me mostre teu jeito de amar.

Quero um beijo de emoção.
Que mexa dentro de mim.
Que me faça perder a respiração.
Que me faça querer não ter fim.

Quero um beijo com ardor.
Que me faça querer mais.
Quero um beijo de fazer amor.
Como só você me faz.

Te amo!

Joey: Isso não é um gato!
Rachel: Sim, é sim!
Ross: Por que está do avesso?

⁠⁠A vida é um sopro,
o tempo passa rápido.
Do despertar da vida
A sua despedida, parece
passar apenas uma fração de tempo.
Tão rápido como começa, chega ao fim.
Como uma leve brisa passageira!
Por isso se esforce em viver de uma
maneira que deixe marcas,
sorria, viaje, cante, dance... ame!
Se torne inesquecível,
Viva a Vida!

Traição – Uma quebra de confiança

O tema que queremos abordar é um tanto polemico e causa muitos transtornos, pois em vários momentos na vida de qualquer pessoa, ela já sofreu ou na pior das hipóteses, sofrerá algum tipo de traição, seja familiar, no trabalho ou numa relação.
O que podemos observar é que a consequência da traição é o que mais denigre e abaixa à auto estima da pessoa traída, causando a esta pessoa um grande desgosto, acompanhado de constrangimento, somado a uma enorme decepção.

Não importa o grau da traição, ela machuca do mesmo jeito!

Imagine uma relação, que iniciou com todo amor e consideração, mas de repente alguém trai, e nesta modalidade inclui todos os sentimentos de revolta e desespero, sendo que a pessoa traída não consegue separar os sentimentos e a revolta que agora preenche o espaço que antes era puro amor, dedicação, disponibilidade, afeição e amor. Ela se sente como uma fera acuada é como se estivesse de mãos atadas, de olhos vendados, inerte, sem menor disposição de agir.
O que realmente dói numa traição, não é puramente o fato de ser traído, mas a decepção de ter partido de onde menos esperava. É você perceber que depositou o valor e a confiança em alguém que não mereceu que dedicou seus esforços e atenção, honrou a palavra, seja em que área for, amorosa, profissional ou de amizade, mas o outro lado retribuiu com aquilo que você nunca esperava a traição.

A traição machuca demais, as chagas ficam expostas, a dor é incalculável!

Principalmente por achar que não merecia, partindo especialmente daquela pessoa que aos seus solhos era tudo, era perfeita era a pessoa com a qual você mantinha uma relação de confiança, era seu amor...
Numa relação, precisamos estar com os nossos pés bem firmados no chão, para não nos decepcionarmos, se mais tarde virmos a perceber que aquela imagem que construímos do outro e que acreditávamos que era perfeita se desmoronou, devido a algo errôneo que acreditamos estar correto, ou seja, muitas vezes vemos, mas não enxergamos a realidade dos fatos.
É muito fácil e comum nos enganarmos e uma vez que julgamos falsamente a pessoa que está ao nosso lado e acusamos suas atitudes sem analisar e refletir verdadeiramente os fatos abrimos brecha para uma relação desgastada, onde plantamos a semente da desconfiança e colheremos o fruto do desamor e discórdia.

A traição é uma faca de dois gumes e carrega em si, um sentimento de ingratidão e desconsideração por tudo que foi realizado, porque toda espécie de traição vem acompanhada de mentira, falsidade, fofoca e calúnia, armas que o traidor usa para sobreviver e buscar levar vantagens.
É comum ouvirmos dizer que todos têm direito a uma segunda chance. O traidor também merece, porque nem sempre o que vemos é a realidade dos fatos.

Na vida tudo que acontece se pode aceitar e até remediar. As pessoas podem entender esquecer ou até mesmo perdoar ações a que venha ferir sua dignidade, mesmo o ato vergonhoso e deprimente de uma traição, porque a traição de alguém é algo muito negativo e também inesperado, e traz como resultado uma profunda decepção.
Decepção que pode ser resumida em três atos:
Primeiro, porque nós nunca esperamos ser traído;
Segundo, porque normalmente a traição sempre envolve pessoas muito próximas a nós.
Terceiro, porque a traição carrega em si o fato de ser uma ação que destrói uma relação.

Temos consciência que somos limitados e que erramos, e sabemos que ninguém está livre de cometer deslizes, contudo temos também à certeza que onde predomina a sinceridade por parte de homens e mulheres de caráter, a traição dificilmente ocupará espaço, porque ela, normalmente impera entre pessoas de personalidade fraca.
O traidor carregará sempre a marca da ação praticada, mas se for comprovado que não houve a traição, com certeza será reconquistada a confiança perdida, e isto requer muito carinho, paciência, consideração e amor.
É preciso diálogo e muito bom senso para resolver esta situação, porque a pessoa que se julga traída numa relação, muitas vezes age cegamente e vê coisas que não existe, tornando a situação insustentável, sendo difícil buscar alternativas para amenizar tal ação, mas se buscar no seu íntimo e reviver o sentimento que os uniu, com certeza saberão retomar e resolver os problemas e curar os sentimentos feridos.

Oração da Professora

BOM DEUS,
ao iniciar este novo dia desejo falar um pouquinho contigo.
É para dizer-te o meu muito obrigado por tudo o que me tens dado:
um caminho para trilhar, um ideal para atingir e
tantos seres para amar!
E também para pedir-te que continue ao meu lado, para que eu sinta tua presença, tua força e tua luz;
Venho pedir-te, meu Deus, alegria e entusiasmo para ajudar meus alunos a compreenderem as materias que leciono.
Que eu saiba tratar a todos com bondade e justiça, e que acima de tudo, com o meu exemplo, possa levar até eles a tua mensagem.
Que eu seja ponte, através da qual muitos possam chegar a ti.
Só assim terei a certeza de estar cumprindo integralmente a missão que me confiaste.
É o que desejava dizer-te.

Nós sabemos o que o nosso coração diz que é melhor
Cada um escuta a voz de deus de um jeito
Então se tu quer me mudar pra que eu faça direito
Então faça você, já que tu és tão perfeito

Sabe o que significa "família" em inglês?

Tropecei em um estranho que passava e lhe pedi perdão. Ele respondeu: “desculpe-me, por favor, não a vi.” Fomos muito educados, seguimos nosso caminho, nos despedimos.

Mais tarde, ao estar cozinhando, estava meu filho muito perto de mim.
Ao me virar quase esbarro nele, imediatamente
gritei com ele;
ele se retirou sentido,
sem que eu notasse
quão duro que
lhe falei.

Ao deitar-me, Deus me disse suavemente: Trataste a um estranho de forma cortês. Mas destrataste o filho que amas.
Vá à cozinha e encontrarás umas flores
no chão, perto da porta. São as flores que cortou e te trouxe, rosa, amarela e azul.
Estava calado para te entregar a surpresa e não viste as lágrimas que chegaram a
seus olhos…

Me senti miserável e comecei a chorar. Suavemente me aproximei de sua
cama e lhe disse:
“Desperta, pequeno! Desperta!
São estas as flores que cortaste
para mim?”
Ele sorriu e disse: As encontrei
junto de uma árvore, e as cortei
porque são bonitas como você,
em especial a azul.

Filho, sinto muito pelo que disse hoje, não devia gritar com você. Ele respondeu:
“está bem mamãe, te amo de todos os modos.”
Eu também te amo e adorei as flores,
especialmente a azul…

Entenda que se morreres amanhã, em questão de dias a empresa onde trabalhas cobrirá seu posto.
Mas a família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida.
Pensa neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho que a nossa família.
Será que não é uma inversão
pouco inteligente?

Então, que há detrás desta história?
Sabe o que significa família em inglês?

F A M I L Y:
“Father And Mother I Love You”
(Papai e Mamãe, eu os amo)

⁠Entre o Vazio e a Criação

Às vezes, parece que minhas ideias vivem em um limbo, presas entre o que desejo expressar e o medo de que não seja suficiente. Eu as deixo flutuar no ar, na esperança de que um dia elas se tornem reais, mas, na verdade, sinto que o tempo as dissolve, como se eu fosse incapaz de lhes dar forma.

Sinto uma imensa vontade de criar, de dar vida ao que se agita em minha mente, mas ao mesmo tempo, me encontro paralisada pela insegurança. O medo de não conseguir traduzir o que vejo, de não ser capaz de fazer com que os outros sintam o que eu sinto, me deixa à deriva. Em vez de tomar as rédeas da minha própria criação, acabo jogando ideias ao vento, esperando que outros, talvez mais capazes ou mais ousados, consigam construir o que eu não consegui.

O que me impede de dar esse passo? O que me paralisa ao ponto de ver minhas ideias nas mãos de outros, enquanto eu fico à margem, assistindo sem saber como agir? Sinto que há um valor no que faço, mas, ao mesmo tempo, o medo de ser incompreendida me impede de dar a cara a tapa. A frustração cresce, e as palavras ficam guardadas, as imagens permanecem em arquivos, e o desejo de ver o fruto do meu trabalho se perde na incerteza.

Mas, por dentro, algo ainda insiste. Um fio de esperança que não me deixa desistir. Mesmo que o medo se faça presente, mesmo que eu me veja hesitante e sem confiança, sei que não posso deixar de tentar. Porque minha essência, minhas ideias, meus sonhos, são meus. E, de alguma forma, precisam ganhar vida. Porque, no final, o único risco verdadeiro é o de não tentar.
______________________________________

⁠A Hipocrisia da Felicidade Forçada

As pessoas sempre perguntam como estamos, mas existe um jogo invisível de palavras que temos que jogar. Se você diz que não está bem, a resposta quase automática é: “Não, você tem que estar bem. Tem que sorrir, ser positivo, a energia vai mudar se você disser que está bem.” Como se, ao dizer a verdade, estivéssemos fazendo algo errado. Como se o simples fato de não esconder nossa dor fosse um convite ao fracasso.

Então, a solução é fingir. Colocar um sorriso no rosto, engolir o choro, e seguir em frente, como se a dor fosse apenas uma nuvem passageira que se dissipa com um simples esforço de vontade. A hipocrisia está em achar que só o sorriso falso vai curar o que está dentro de nós. E o pior: as pessoas acreditam. Elas olham para o nosso sorriso, não veem a dor, e pensam que está tudo bem.

A cobrança para estar sempre bem, sempre otimista, transforma a dor em um fardo oculto, algo que deve ser escondido, abafado, como se admitir que não estamos bem fosse um pecado. Mas, o que as pessoas não percebem é que, quando fingimos estar bem, estamos morrendo por dentro, desconectados de nossa verdade. Estamos cumprindo um papel, mas não estamos vivendo. Estamos sobrevivendo.

Como quebrar essa hipocrisia? Como fazer as pessoas entenderem que, às vezes, o maior sinal de coragem não é sorrir e seguir em frente, mas admitir que não estamos bem, que precisamos de ajuda, que a nossa dor é real e não deve ser varrida para debaixo do tapete da fachada de felicidade?

Eu, por vezes, escolho ser verdadeira, mesmo que isso me custe incompreensão, mesmo que eu tenha que lidar com o julgamento de quem prefere ver a imagem do sorriso do que a sinceridade do olhar cansado. A hipocrisia de exigir que a gente seja feliz, mesmo quando tudo dentro de nós pede por descanso, é o que realmente dói. E talvez, quem sabe, se a gente parasse de exigir uma felicidade forçada, poderia começar a enxergar as dores verdadeiras por trás dos sorrisos falsos.

Pascásio Custódio da Costa e a Empada de Aratu: Um Patrimônio Vivo


Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Sergipe em 2021, a empada de aratu do povoado Terra Caída, em Indiaroba, transcende o sabor para tornar-se um símbolo de identidade e memória coletiva. Seu guardião é Pascásio Custódio da Costa, conhecido como "Mestre Pascásio", que há mais de meio século dedica sua vida a essa iguaria que hoje atrai turistas e fortalece a economia local.


O que muitos não veem, porém, é que essa tradição vai além da cozinha: envolve o trabalho silencioso das catadoras de aratu, mulheres que mantêm viva a técnica artesanal de coleta e preparo do crustáceo, transmitida entre gerações. É delas que nasce o catado minucioso, base não só da famosa empada, mas também de pratos como a moqueca defumada na palha de bananeira, outra joia da culinária local.


Essa rede de saberes — Pascásio, as catadoras e a comunidade de Terra Caída — compõe um ciclo cultural raro, onde gastronomia, memória e pertencimento se entrelaçam. Mais do que um prato, a empada de aratu é um eco do passado que insiste em permanecer no presente, como testemunho vivo da força e do orgulho de um povo.

Somos loucos vivendo por viver ,amando por amar e a cada dia mentindo pra nós mesmos em busca de um final feliz e um sentido pra vida, um sentido para levantarmos todas as manhãs
Loucos com a mais poderosa arma na mão "A MENTE" e sem nem se quer compreende-la

O que os olhos não vêem

Havia uma vez um rei
num reino muito distante,
que vivia em seu palácio
com toda a corte reinante.
Reinar pra ele era fácil,
ele gostava bastante.

Mas um dia, coisa estranha!
Como foi que aconteceu?
Com tristeza do seu povo
nosso rei adoeceu.
De uma doença esquisita,
toda gente, muito aflita,
de repente percebeu...

Pessoas grandes e fortes
o rei enxergava bem.
Mas se fossem pequeninas,
e se falassem baixinho,
o rei não via ninguém.

Por isso, seus funcionários
tinham de ser escolhidos
entre os grandes e falantes,
sempre muito bem nutridos.
Que tivessem muita força,
e que fossem bem nascidos.
E assim, quem fosse pequeno,
da voz fraca, mal vestido,
não conseguia ser visto.
E nunca, nunca era ouvido.

O rei não fazia nada
contra tal situação;
pois nem mesmo acreditava
nessa modificação.
E se não via os pequenos
e sua voz não escutava,
por mais que eles reclamassem
o rei nem mesmo notava.

E o pior é que a doença
num instante se espalhou.
Quem vivia junto ao rei
logo a doença pegou.
E os ministros e os soldados,
funcionários e agregados,
toda essa gente cegou.

De uma cegueira terrível,
que até parecia incrível
de um vivente acreditar,
que os mesmos olhos que viam
pessoas grandes e fortes,
as pessoas pequeninas
não podiam enxergar.

E se, no meio do povo,
nascia algum grandalhão,
era logo convidado
para ser o assistente
de algum grande figurão.
Ou senão, pra ter patente
de tenente ou capitão.
E logo que ele chegava,
no palácio se instalava;
e a doença, bem depressa,
no tal grandalhão pegava.

Todas aquelas pessoas,
com quem ele convivia,
que ele tão bem enxergava,
cuja voz tão bem ouvia,
como num encantamento,
ele agora não tomava
o menor conhecimento...

Seria até engraçado
se não fosse muito triste;
como tanta coisa estranha
que por esse mundo existe.

E o povo foi desprezado,
pouco a pouco, lentamente.
Enquanto que próprio rei
vivia muito contente;
pois o que os olhos não vêem,
nosso coração não sente.

E o povo foi percebendo
que estava sendo esquecido;
que trabalhava bastante,
mas que nunca era atendido;
que por mais que se esforçasse
não era reconhecido.

Cada pessoa do povo
foi chegando á convicção,
que eles mesmos é que tinham
que encontrar a solução
pra terminar a tragédia.
Pois quem monta na garupa
não pega nunca na rédea!

Eles então se juntaram,
Discutiram, pelejaram,
E chegaram à conclusão
Que, se a voz de um era fraca,
Juntando as vozes de todos
Mais parecia um trovão.

E se todos, tão pequenos,
Fizessem pernas de pau,
Então ficariam grandes,
E no palácio real
Seriam logo avistados,
Ouviriam os seus brados,
Seria como um sinal.

E todos juntos, unidos,
fazendo muito alarido
seguiram pra capital.
Agora, todos bem altos
nas suas pernas de pau.
Enquanto isso, nosso rei
continuava contente.
Pois o que os olhos não vêem
nosso coração não sente...

Mas de repente, que coisa!
Que ruído tão possante!
Uma voz tão alta assim
só pode ser um gigante!
- Vamos olhar na muralha.
- Ai, São Sinfrônio, me valha
neste momento terrível!
Que coisa tão grande é esta
que parece uma floresta?
Mas que multidão incrível!

E os barões e os cavaleiros,
ministros e camareiros,
damas, valetes e o rei
tremiam como geléia,
daquela grande assembléia,
como eu nunca imaginei!

E os grandões, antes tão fortes,
que pareciam suportes
da própria casa real;
agora tinham xiliques
e cheios de tremeliques
fugiam da capital.

O povo estava espantado
pois nunca tinha pensado
em causar tal confusão,
só queriam ser ouvidos,
ser vistos e recebidos
sem maior complicação.

E agora os nobres fugiam,
apavorados corriam
de medo daquela gente.
E o rei corria na frente,
dizendo que desistia
de seus poderes reais.
Se governar era aquilo
ele não queria mais!

Eu vou parar por aqui
a história a que estou contando.
O que se seguiu depois
cada um vá inventando.
Se apareceu novo rei
ou se o povo está mandando,
na verdade não faz mal.
Que todos naquele reino
guardam muito bem guardadas
as suas pernas de pau.

Pois temem que seu governo
possa cegar de repente.
E eles sabem muito bem
que quando os olhos não vêem
nosso coração não sente.

⁠Com fé em Deus, devagar e sempre e um passo de cada vez, conseguimos atingir nossos objetivos.

Em um lugar escuro estamos nós. E mais conhecimento ilumina nosso caminho.

Tive um sonho
Deveras assustador
Vi um psicopata
Um doente
Foi assustador

Ele nada sentia
Ou de todos os sentimentos
Cada um possuía
Sorrindo em pleno desastre
Enfurecido na alegre festa

Foi assustador
Vê-lo passear
Entre a paz e o caos
Num piscar de olhos
Foi assustador

Tive um sonho
Deveras autêntico
Medonho

Vi a mim mesmo

Irradiação fóssil

Viagem astral..

Às vezes me sinto um objeto da minha mente e de todos os desejos que ela tem.

O Brasil mudará de "cara" quando houver um casamento real da educação com a arte. Será então um país com memória.

" As lágrimas são um rio que nos leva a algum lugar. O choro forma um rio em volta do barco que carrega a vida da alma. As lágrimas erguem seu barco das pedras, soltam-no do chão seco, carregam-no para um lugar novo, um lugar melhor.
Há oceanos de lágrimas que as mulheres nunca choraram por terem sido ensinadas a levar para o túmulo os segredos dos pais e das mães, dos homens, da sociedade, bem como os seus próprios. O choro da mulher sempre foi considerado muito perigoso, pois ele abre os trincos e os ferrolhos dos segredos que ela carrega. Na realidade, porém, para o bem da alma selvagem da mulher, é melhor chorar. Para as mulheres, as lágrimas são um princípio de iniciação para o ingresso no clã das cicatrizes, essa eterna tribo de mulheres de todas as cores, todas as nacionalidades, todos os idiomas, que no decorrer dos séculos passaram por algo de grandioso e que mantiveram seu orgulho."

Qualquer atitude sua que venha agradar a Deus é um ato de adoração

Ser Muito

Dizem que sou muito. Que sou demais. Que transbordo sentimento. Como se houvesse um limite para sentir, como se fosse possível medir o que pulsa dentro de mim. Não sei ser pouco, não sei ser metade. Minha essência é excesso, intensidade, entrega.

Eu sinto fundo, amo inteiro, desejo com a alma. Não me contento com rascunhos de sentimentos, com migalhas de presença, com o morno das emoções rasas. E sei que isso assusta. Sei que, para alguns, sou tempestade quando esperavam brisa. Mas não sei ser menos.

Quem quiser ficar, que fique por inteiro. Quem quiser amar, que ame sem medo. Porque dentro de mim, o sentir nunca será um fio de água. Será sempre mar.