Amizade Sorriso
Ponha um sorriso no seu rosto, esqueça os muros de lamentações, seja feliz! Cada um carrega sua cruz diária. não queira jogar a sua nas costas dos outros.
Feliz e feliz. O mundo Gira. Não queira ficar no mesmo lugar.
Sorria
"Imaginando a janela do seu sorriso"
Eu gosto de olhar para você enquanto dorme, vejo a imagem de um anjo refletindo na sua calmaria, sinto o gosto dos seus beijos ao imaginar a delicadeza que tocastes suas mãos em minha face, sinto você e de você apenas imaginei-me, afinal alguns minutos de uma boa conversa, quase me derreteram em sal. E o meu ódio por você aumentou em 77%.
CAPÍTULO II – O COLÓQUIO DOS QUE NUNCA PARTILHARAM A LUZ.
“Foi apenas um sorriso... mas a eternidade se abriu por um instante e teve medo.”
I. O Sorriso que não Sabia Ficar.
Era uma noite sem lua — mas com vento. Camille desceu ao porão mais uma vez, como se a noite lhe pertencesse, como se a escada soubesse o peso da alma dela. Joseph já a esperava, não como quem aguarda alguém, mas como quem reconhece o inevitável.
Ele estava com as mãos sujas de tinta seca. Rascunhava em uma parede uma frase:
“Deus não nos condena — nos observa em silêncio.”
Quando ela chegou, ele se virou com a lentidão dos que não se acostumam à presença.
— “Trouxe as flores?” — perguntou ela, com a voz baixa, quase como um lamento que queria parecer alegria.
— “Roubei-as do cemitério da rua de cima. Ninguém sentirá falta. Estão todas mortas lá... inclusive os vivos.”
Camille sorriu. E o sorriso dela doeu.
II. Colóquio no Escuro.
Sentaram-se frente ao outro. Ele a fitava como quem se vinga da luz, por amá-la demais e ao mesmo tempo temê-la. Ela recostou o queixo sobre os joelhos.
— “Sabe o que me assusta, Joseph?”
— “A vida?”
— “Não. O que há dentro de mim quando você sorri.”
— “E o que há?”
— “A vontade de viver. Isso me assusta mais do que morrer.”
Ele engoliu em seco.
Camille segurou uma de suas mãos, não para apertar, mas para impedir que fugisse de si mesmo.
— “Prometa que se eu morrer antes, você não escreverá sobre mim.”
— “E se eu prometer, você viverá mais?”
— “Não. Mas saberei que ao menos você me amou em silêncio, e não em frases soltas por aí.”
III. Instante Suspenso na Poeira.
Joseph sorriu. Não muito. Apenas o suficiente para que o mundo inteiro parasse por um milésimo de eternidade.
Camille, deitada agora sobre um lençol rasgado, observava os traços dele à meia-luz de um lampião antigo.
— “Por que você sorriu?” — perguntou.
— “Porque me senti feliz.”
— “E por que o medo veio logo depois?”
— “Porque a felicidade não é para nós, Camille. É como o fogo para quem vive em papel.”
Eles não falaram mais por um longo tempo.
Só o ruído do lampião, e o rangido suave da escada apodrecendo com os anos.
IV. Promessas no Fim do Tempo.
Antes de subir de volta à noite, Camille parou no degrau mais alto, olhou para ele como quem olha do fundo de um abismo invertido — do alto para o que está enterrado.
— “Joseph...”
— “Sim?”
— “Prometa que você não sobreviverá muito tempo depois de mim.”
— “Você quer que eu morra?”
— “Quero que não me esqueça. Nem mesmo para viver.”
Ele assentiu. Não era promessa. Era sentença.
V. Felicidade Medrosa: O Amor que Pressente a Perda.
Eles foram felizes naquele instante.
Mas era uma felicidade assustadora, como a criança que descobre por um momento que os pais podem morrer.
Ou como o prisioneiro que vê uma fresta de luz — e teme que ela revele que o mundo lá fora nunca o esperou.
Camille e Joseph sabiam:
Quanto mais se amassem, mais doloroso seria o silêncio que viria depois.
E ainda assim... sorriram.
Com medo.
Mas sorriram.
“Diziam que era apenas um romance soturno... mas era um universo inteiro tentando amar sem voz.”
Fragmento atribuído a Camille, encontrado sob um retrato queimado.
Aquele momento em que a memória te presenteia com um sorriso, um suspiro de alívio e a certeza de que valeu a pena cada passo dado.
Eu nasci para secar as tuas lágrimas através do meu sorriso.
Embora, eu também tenha os meus problemas.
Felicidade Surge em pequenos gestos, como um sorriso, uma boa companhia ou a realização de um sonho.
Felicidade Surge em pequenos gestos, como um sorriso, uma boa companhia ou a realização de um sonho.
É uma escolha diária de ver a beleza no comum, valorizar o que se tem e estar em paz consigo mesmo.
Ao longo desse caminho, aprendemos que a felicidade não é algo a ser alcançado ao final, mas uma construção diária de escolhas,
Buscar a felicidade é, acima de tudo, aceitar que ela é um caminho a ser apreciado em cada etapa.
A felicidade está nas pequenas coisas: nos detalhes que muitas vezes passam despercebidos
Ela mora em um abraço apertado, em um café quente em uma manhã fria, no cheiro da chuva e no sorriso de quem amamos.
Está no prazer de realizar algo simples, na tranquilidade de um fim de tarde, ou no som de uma risada espontânea.
Quando aprendemos a enxergar o valor desses momentos, percebemos que não é preciso esperar por grandes conquistas ou acontecimentos para ser feliz.
A felicidade, na verdade, está presente em nosso dia a dia, basta desacelerar e abrir o coração para essas pequenas maravilhas.
MULHER
Ela levanta-se como o sol, inegável,
Com olhos que carregam séculos de luta,
E um sorriso que desafia o impossível,
Ela é a voz que nunca mais será silenciada.
Não é feita para caber em moldes antigos,
Ela quebra correntes com suas próprias mãos,
E com cada palavra, ela constrói um mundo
Onde todas são livres, todas são iguais.
Ela é filha das que queimaram em fogueiras,
Das que gritaram em silêncio, das que marcharam sem descanso,
E cada passo seu ecoa pelos tempos,
Uma revolução que se tece em cada gesto.
Ela conhece o peso da injustiça,
Mas carrega em si o poder de transformar,
De reescrever histórias com tinta de coragem,
E de erguer outras mulheres ao seu lado.
Não pede permissão para existir, para brilhar,
Ela simplesmente é: mulher, em sua plenitude,
E quem ousa duvidar de sua força
Não entende que ela é feita de estrelas e aço.
Danço em suas curvas
Devaneio em seu sorriso
Doce são teus lábios
Divirto-me em teus braços
Durmo em teu colo
Dou-me por completo
Duma vez, me afasto
De você, nada quero
Dose amarga de fel
Deu-me para beber
Dope-me mais uma vez
Dissipe minha alma
Desejo insaciável
Deslumbrante
Dói e nada sinto
Divergente
Dignidade já não há
De novo e de novo
Despido
Temos a certeza que o amor sobrevive em nós quando, num momento de desespero, um sorriso se abre após olharmos pro lado e ouvirmos uma voz doce e suave dizendo: estou aqui!
Quando lhe faltarem palavras, apenas sorria, pois o sorriso pode despertar em nós emoções que nem mesmo as mais sabias palavras são capazes de despertar.
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