Amizade e Paz
Explodir é sinal de desequilíbrio.
As pessoas precisam aprender a domesticar as próprias explosões e os seus demônios. O mundo está entrando em guerra porque ninguém mais cultiva o autocontrole.
Os países deveriam expulsar imediamente todos os embaixadores sempre que um país desse uma de aventureiro ao invadir a Soberania do outro.
Não existe guerra que não seja a nossa. A violência sempre afeta a Humanidade inteira tal qual a injustiça. Ambas vem por hábito e onda. Ciente disso a preservação da paz tem que ser constante.
É Natal! Porém, algumas coisas precisam ser ditas, mesmo ciente que a minha voz não pode mudar absolutamente a marcha da Humanidade.
Não há como não falar que é preciso evoluir e deixar de buscar o vício em conflitos desnecessários no cotidiano.
Não há como não clamar pelas orações e pela influência de todas as religiões para que a paz chegue na Terra Santa.
Não há como não recordar que pelo mundo afora muitos dos presentes são oriundos dos campos de concentração chineses e até agora as autoridades mundiais não fizeram absolutamente nada.
Não há como não lamentar a guerra provocada pela Rússia na Ucrânia e todas as outras guerras que não fazemos ideias que existem porque não estão recebendo cobertura da grande imprensa.
Não há como não recordar que por toda a América Latina e especial no nosso continente há um oceano de presos políticos que estão presos como Jesus foi preso por pensar diferente, sem acesso ao devido processo legal e sem saber quando as suas penas injustas irão terminar.
Não há como não recordar que se temos pouco tem sempre que tem ainda menos aqui no nosso país, na América Latina e no mundo.
Não há como deixar de falar que devemos ser tolerantes com aqueles que não gostamos, ser crescentemente mais amáveis e mais amigos um dos outros independentemente das circunstâncias que nos encontramos e como se encontra o ambiente sócio-político ao nosso redor.
Devemos ser gratos pelos aprendizados e nossos êxitos, e por ter um país lindo que nos brinda diariamente com tantas belezas naturais.
Existe um versículo bíblico que gosto muito e para mim resume o objetivo de comemorar o Natal:
"Glória a Deus nas alturas, e paz
na terra aos homens aos quais
ele concede o seu favor". Lucas 2:14
A partida física é apenas uma mudança de rota confundida com a morte.
Morremos quando deixamos de acreditar em tudo aquilo que é necessário para manter e a obter a paz.
O amor que portamos é aquilo que nos leva a iluminar onde for preciso e a única comunhão com a eternidade.
Os verdadeiros mortos são aqueles que acreditam na guerra.
Deus Forte, Santo e Imortal permaneça conosco e com
todos aqueles que amamos
onde quer que eles se encontrem.
Porque creio que o amor ensinado por Ele sempre será mais forte do que a morte.
Melancia
Fiz uma imaculada
canção para os ouvidos
místicos do coração
com tudo do milênio
que artistas pintaram
e poetas escreveram.
A metáfora da flâmula
que transcende o físico,
vira semente na terra
porque a ela pertence,
e fruto humano sempre
será novo embora nativo.
Embora uns não creiam
que o amor é muito
maior do que a morte
onde ficar vivo ainda
é questão de sorte
ou para outros é poesia.
Contando toda História,
falando sobre tudo o quê
se passa: assumo o tempo
todo que tiro o sossego
de quem acha demais
e se impõe pelo medo.
Mesmo que eu seja
a única ou a última
voz sigo erguendo
a flâmula, semeando
o fruto e querendo
insistir em deter a guerra.
Não existem guerras
que não sejam
contra as crianças
Quem disser o contrário
estará mentindo,
As balas e bombas
vem programadas
para matar as crianças.
Os senhores da guerra
não gostam de crianças,
porque eles não amam
ninguém e nem a si mesmos.
Os senhores da guerra
quando não matam
as crianças com suas
balas e bombas,
Os senhores das guerra
roubam a infância
através da malignidade
das suas tropas,
Porque as que escaparem
serão convertidas
em escravos ou soldados.
Os senhores das guerra
matam a alma das crianças
por perversão fazendo as cantar
as suas canções de destruição.
Para os senhores da Guerra
o único Deus é o dinheiro,
os senhores da Guerra
não servem aos povos,
e sim são óbvios meros
lacaios dos impérios.
Os senhores da guerras
padecem de embotamento afetivo,
por isso sem culpa cultuam
os crimes de guerra e de genocídio.
Os senhores da guerra
nem sempre vestem farda,
às vezes vestem terno e gravata,
Os senhores da guerra também
podem ser senhoras de tailleur.
Os senhores da Guerra são
frontais arqui-inimigos da infância
em nome da perpétua ganância,
e deles só quero mesmo é distância.
Conviver com os senhores da Guerra fortalece a violência em espiral,
e nunca espere de nenhum
deles que te ofereçam um bom final.
Governos não garantem mais a vida,
Em Gaza já quase não há mais nada,
Nenhuma providência foi tomada,
O mundo até agora se cala
Como tragédia está normalizada,
Impressionada sigo com tudo isso,
Diante de vidas massacradas
E do abandono do Humanismo.
(Cessar-fogo total é preciso!)
Se o meu mal é ser contra a guerra,
Temente só a Deus sempre serei,
O cessar-fogo total é urgente
Para salvar Gaza e sua gente.
Guerras não levam a nada
E quem mais sofrem são as crianças,
Não quero perder as esperanças:
Os bombardeios devem parar.
Com calma e diálogo tudo se resolve,
Indiferença ou covardia não ajudam,
Devemos nos irmanar,
E exaltar a necessidade de pacificar.
(O cessar-fogo total devemos pedir
para a população palestina se salvar!)
O último dia do ano
O último dia do ano é para você
deixar para trás tudo aquilo
que não foi tão bom assim
ou aquilo que não irá satisfazer mais,
Porque eu sei que se você quer,
você sempre pode viver em paz
e ninguém é capaz de te puxar para
trás.
Uma voz lírica e oriental
cantando "Katyusha"
no Teatro de Mariupol,
Talvez sem saber
dos que foram assassinados
pelo míssil
sob a ordem do maldito.
Mal sabe ela que dele
nem mesmo escapou
o pó do que restou
de alguns dos wagneritas
que tiveram o próprio
cemitério asfaltado,
e outros ainda estão
combalidos sem direito
a Cruz Vermelha
e sem absolutamente nada.
Mal sabe ela que
para o maldito não existem
pessoas boas ou ruins,
Para esta alma atormentada
só existem objetivos e mais nada.
A Inteligência Ucraniana
ainda não tem certeza
se o Parsifal dos mercenários
foi morto igual aos demais
na tragédia do avião,
Sem querer acabei
mergulhando no oceano
do concretismo existencial
e do romantismo poderoso
em companhia sobrenatural
de Brodsky e de Pavese.
Enquanto esta guerra
não chegar no seu final
que é a Ucrânia e a Crimeia
libertadas definitivamente do mal,
Estarei devolvendo com
meus poemas cada ataque brutal.
Um povo que nunca
agrediu nenhum outro
nas trincheiras de uma
guerra injustificada
vem sendo sem direito
a defesa culpado
por quem está sentado
no sofá defendendo
um tirano sem par
que o próprio mercenário
não cansou de alertar
antes de ser sucumbido:
"É melhor você me matar,
mas não vou mentir.
Tenho que ser honesto:
a Rússia está à beira do desastre.
Se essas engrenagens
não forem ajustadas hoje,
o avião vai se desintegrar no ar.".
No meio da Praça Vermelha
eu também sou Alena enrolada
com a flâmula azul e amarela
tentando parar com esta guerra.
Sou Cuba acordada combatendo
e se manifestando contra
as operações de tráfico
humano destinadas a fins
de recrutamento militar.
Estou entre os mortos e feridos
na vitimada Kostyantynivka
em Donetsk e a memória
sobrenatural de Bucha que nunca
nem mesmo o tempo há de apagar.
Entre os Tártaros, Krymchaks
e Karaítas pela libertação da Crimeia sou a voz e toda a poética
pelo mundo que está a se espalhar.
Você não precisa ser especialista em coisa alguma para entender quais são as regras básicas numa guerra.
Se você quiser entender como funciona é usar a lógica de (1+1 = 2), ter um coração sensível e baixar gratuitamente e ler essas minhas recomendações de leitura:
Declaração Universal dos Direitos Humanos
Convenção de Genebra
Estatuto de Roma
Se você ler com atenção vai compreender fácil e estará pronto para criticar bonito quem merece ser criticado.
Eu sabia, dês da primeira vez que você pôs os olhos em mim, o quanto você me odiava. Odiava minha voz, meio jeito de sorrir, minhas piadas sem graça, odiava o modo como eu pensava, como eu gritava, e insistia que sabia cantar. E talvez se na quela época eu parasse para pensar um pouquinho mais, teria chegado a conclusão de que você me odiava até quando eu respirava. A gente não se dava bem, não se completava, nem ao menos se suportava. E bem eu até poderia dizer que também te odiava. Suas palavras sempre coincidiam com suas ações, suas verdades sempre eram verdades, e o resto bem, que se tornasse mentira. Você não se importava, nem ao menos um pouco ligava. Porque eu não conseguia ser assim? Porque eu não conseguia jogar no mesmo jogo que você? Porque eu ligava e me importava? Você me dizia, tanto fazia. Dizia que o mundo não estava nem aí para ninguém e que eu provavelmente eu iria acabar sozinha. E que você provavelmente também. Dizia que pessoas como nós nasciam para viver sozinhas, e terminarem sozinhas. Fazia horrores com minha mente, trazia e criava lembranças das quais eu queria esquecer, você tornava o mundo mais difícil para mim. Você odiava meu cabelo. Não suportava vê-lo solto, dizia que o irritava. Não gostava quando eu começava a falar e sempre mandava eu calar a minha boca. E eu pensava, uau, que submissa eu. Me calando por um homem qualquer. Eu estava enlouquecida. Você estava me enlouquecendo, e me perguntava até aonde essa loucura iria. Até onde você chegaria com essa história mal terminada, até onde você me controlaria, até onde você iria me fazer agir sempre pensando em você, até quando você me deixaria, ou me agarraria para sempre. Você criticava meu modo de viver, e me dizia que eu iria morrer sem nada ter feito, enquanto na verdade eu pensava constantemente em que você iria morrer sem nada fazer. Eu criticava o seu jeito, seus defeitos, minha mente estava sempre posta para apertar o gatilho em sua direção. Meus medos de todos o maior era terminar sozinha. De envelhecer, e no fim de tudo, nada viver. Eu corria sempre para o inevitável, e queria mudar ser a mudança, e como sempre você me criticava dizendo que eu sonhava demais. Você afirmava que sim, eu não era ninguém. Mas bem, dias depois você me disse que eu estava te deixando louco, e que não aguentava mais dividir o mesmo comodo que eu por muito tempo. Você me odiava, me desprezava. Engraçado, achei que você tivesse dito que eu era um ninguém, gritei uma vez para ele. E bom, ele gritou de volta: “Você sabe e sempre soube que você não é nada, uma ninguém, mas isso só quando não está comigo.” E eu pensei, meu deus como eu odeio esse tipo de cara. A gente não se completava, não se controlava, nem se suportava. A gente não servia para nada, muito menos para ficar juntos. Mas bem, tínhamos algo em comum, nós dois odiávamos seguir regras.
Onde há pessoas haverá conflito de egos, mas também há a chance de encontrar meninas coloridas como você
Eu estava ficando completamente insana. Minhas atitudes não coincidiam mais com minhas palavras, eu era absurda. Era teimosa, exagerada, dramática, tinha o desejo do mundo girar a meu redor, tinha o desejo de seu mundo girar a meu redor. Hoje sou um fundo, sem fundo. Uma alma perdida a procura de um corpo que lhe sirva. Hoje sou a mente que nunca pensa, as pernas que nunca andam. Hoje sou o coração, o que nunca bate por ninguém, a não ser você. Era engraçada, hoje sou apenas desleixada. Era tanto, mais tanto que chegava até a ser de verdade. Hoje sou, sou nada, um fundo sem fundo, uma alma perdida a procura de um corpo que lhe sirva a procura de uma mente que lhe acolha, de um coração que bata por mim de olhos que só me vejam. A procura de alguém. Que com o tempo foi recebendo nome, olhos, boca, com o tempo fui chamando de você.
"O melhor jeito de conhecer seus verdadeiros amigos, continua sendo quando você está muito bem, principalmente "bem financeiramente", e quando você não está tão bem, ou nada bem, também principalmente financeiramente falando...
Se quando "não" estamos "bem financeiramente" e não temos nada para oferecer, e os amigos continuam vindo, visitando, e sempre preocupado em ver o amigo bem, estes sim, são os verdadeiros amigos.
Bateu saudade... Saudade de alguns amigos que eram presentes e agora nem tanto. Aposto que você pensou em “alguéns” quando leu isso...Talvez até tenha pensado em mim. O tempo passa e a rotina às vezes nos deixa sem tempo... Bateu saudade, mas foi uma saudade gostosa, do tempo juntos, das risadas, das longas conversas, das burrices compartilhadas, das cartas adivinhadas, dos pedidos de socorro para não “pegar fogo”... Bateu saudade de brincar de pique-esconde, de fazer poção, de cortar o cabelo da boneca e deixa-la careca, mas junto com a saudade veio a alegria... Alegria de ter momentos como esse para recordar. O tempo não volta, mas haverá sempre um momento, mesmo que breve para um “Como vão as coisas?”, “Lembrei disso...”... Ainda que não conversemos como antes, que não troquemos confidencia como antes, ainda que não seja exatamente como antes, amigos continuam sendo amigos... Atarefados, na correria, enfrentando seus leões, mas amigos. Eles ainda estarão lá quando a barra apertar e precisarmos de colo e nós também estaremos aqui. Ainda que não seja exatamente como antes, no fundo é exatamente como antes.
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