Amizade Agente Nao Escolhe Agente Reconhece
Entre tantas.
Tu, somente tu
Minha flor delicada
Exala o perfume
Que meu coração
Reconhece como seu.
Humildade: Esse sentimento reconhece que o sofrimento e as ideias de inadequação pessoal fazem parte da experiência humana em geral – algo por que todos passam, e não uma coisa que acontece somente a você.
Seu valor é notado por alguém que aprecia e reconhece em detalhes a transparência de seu caráter e a incrivibilidade da mulher que é em sua simplicidade.
Se tu reconhece que pecou contra tua sabedoria, estarás um passo à frente do seu egoísmo e de sua ignorância
Fica do lado de quem reconhece sua presença, saiba valorizar seu tempo e te assume perante as pessoas e sua importante. Que não tenha medo de te exibir na sociedade, reconhece sua ajuda nas conquistas materiais, emocionais e financeiros.
Quando jogamos a culpa em alguém que reconhece sua inocência, ele se afasta evita nosso contato. É neste exato momento que reconhecemos que o errado era nos mesmo.
Humildade é um sentimento na qual a pessoa sendo rico ou pobre, reconhece sua própria limitação com modéstia, uma característica visando qualidade de quem age com simplicidade, assumindo as suas responsabilidades.
A sabedoria é um paradoxo, onde aquele que mais sabe é o que mais reconhece o tamanho da sua ignorância.
Na historiografia, há “relativismos” e relativismos. Concordar com a posição que reconhece as implicações da relatividade de todo ponto de vista para a História, e com ao fato de que a historicidade também atinge radicalmente o próprio historiador, não deve ser pretexto para considerar a historiografia inoperável, ou mera redução ao discurso.
O “relativismo absoluto” – se pudermos utilizar essa paradoxal expressão no sentido de um 'relativismo radical' que termina por se voltar contra si mesmo – no limite pode considerar que no decurso da historiografia só há opiniões, todas válidas, e que estas diversas opiniões e análises que emergem dos trabalhos dos historiadores estão sempre destacadas umas das outras, presas aos seus Presentes e às subjetividades pessoais de cada historiador. Este tipo de relativismo leva de fato a uma inoperância. O relativismo útil, contudo, é aquele que – ainda que considere a relatividade de cada posicionamento historiográfico e análise – reconhece que na Historiografia há algo que se acumula e que contribui dialogicamente para as futuras análises historiográficas. A Historiografia está repleta de análises sobre eventos históricos específicos que hoje já são descartadas, por terem sido refutadas empiricamente através das fontes ou por não terem sobrevivido no plano de logicidade de suas argumentações à luz de novos conceitos e desenvolvimentos das reflexões historiográficas.
Diria o “relativismo absoluto”, talvez, que estas posições que indicamos como “descartadas” são tão válidas quanto outras, pois são pontos de vista como os demais. Mas rigorosamente não é assim. Tanto existem as posições e análises historiográficas que vão sendo descartadas ao longo do desenvolvimento da historiografia por falhas irrecuperáveis no nível empírico-lógico, ou em função de descobertas irrefutáveis, como existem análises interessantes e válidas que vão se acumulando no decorrer da história da historiografia, alimentando outras, abrindo caminhos, permitindo que haja um acúmulo maior de complexidade que permite dizer que a historiografia relativa a certo problema histórico examinado não deixa de progredir de alguma maneira. Não se trata de um “progresso” no sentido iluminista, de verdades irrefutáveis que vão superando outras, mas de um progresso ao nível de acúmulo de complexidades, de repertórios de análises, de enriquecimento dos desenvolvimentos conceituais e metodológicos. Não há por que negar este progresso teórico-metodológico – ou, se se quiser, este “enriquecimento teórico-metodológico” que vai beneficiando de uma maneira ou outra a historiografia à medida que ela recebe mais contribuições pertinentes.
[trecho extraído de 'Teoria da História, vol.2 - Os primeiros paradigmas: positivismo e historicismo'. Petrópolis: Editora Vozes, 2011, p.187]
Quando você aprende a se valorizar e realmente reconhece que merece o melhor, aonde existem escolhas que devemos fazer; para se alcançar a felicidade e é necessário algumas renuncias para que tudo dê certo e ocorra de forma real e verdadeira.
Você demonstra que evoluiu...
Ricardo Baeta.
Um grande amor surge mais de uma vez na vida. A maior dificuldade é estar pronto para reconhecê-lo.
"Deus abomina (detesta) a mentira, por menor que seja, e reconhece o mérito daqueles que falam a verdade"
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