Amigos e a Familia que Podemos Escolher
Se um dia você tivesse uma filha e ela dissesse que a pessoa que ela ama tá machucando ela, o que você diria?
Nós estaremos na nossa árvore genealógica pequenininha, novinha, e é assim que começa.
Não prestamos muita atenção ao que não está dando certo em nossa vida. Prestamos atenção ao que está dando certo, e temos muito o que agradecer.
Nem mesmo monstros conseguem sobreviver sem um coração batendo dentro do peito.
O divórcio é difícil. Sabia que seria, mas é muito mais do que eu esperava. E passar por um divórcio com uma criança no meio é um milhão de vezes mais complicado. Você será obrigada a interagir com aquela pessoa pelo resto da vida. Precisa dar um jeito de planejar as festas de aniversário em conjunto ou de aceitar duas comemorações separadas. Precisa planejar os feriados que cada um vai passar com a criança e também quais dias da semana, às vezes até as horas do dia. Não dá para se livrar num piscar de olhos da pessoa com quem você se casou e de quem se divorciou. Você é obrigada a conviver com ela. Para sempre.
Escolhas
I
Como escolher entre
O doce e o eterno?
O doce que embriaga
Como vinho e aperta
O coração no momento
Mágico da paixão;
O eterno que transcende
A vida e a morte,
Como maná que
Aplaca a sede de amar;
Como escolher entre
O cheiro e o paladar
O útil e o agradável
O beijo e o inefável?
II
Como escolher entre
O medo e o desejo?
O medo que rasga rente
Com suas garras e punhais;
O mesmo medo que
Jamais intimida os casais;
O desejo que é dor e
Prazer a um só tempo;
Apetite ardente mesmo
Quando em passatempo;
Como escolher entre
O riso e o meio-tom
O toma-lá e o dá-cá
O áspero e o vulgar?
Nem sempre ter entre tantos pra escolher é a melhor escolha.
Quando se dispõe de lugares que você já conhece, que sente que pertence ou que simplesmente gosta, é desses lugares que você sente falta quando já experimentou de tudo ou quando não quer despender esforços para o que pode ser só 'superestimado' por aí.
Nada troca a paz da certeza de que se eu ir para minha cidade terei a extensa liberdade de fazer o que eu quero quando bem quero, de ir exatamente encontrar o que eu procuro sabendo que vai estar praticamente como eu esperava. Nada mais do que já sei. O picolé na praça, o litrão antárctica, a ponte de Cora, a carioca, a sota e os pés de cajazinho do larguinho. De saber como ninguém de fora poderia saber, pois muitas vezes fui, dali cresci e vivi. Maior parte das vezes prefiro estar lá, reencontrando a paz, do que me aventurando numa cidade nova, com um mapa e roteiros imensos na mão. Perdido na confusão.
Também... nada troca o conforto de saber que, assim como eu pertenço a minha família, meus familiares pertencem a mim. E que por mais complicado que as vezes parece ser, sei que se fosse escolher vagaria em tantas casas. E esse vagar cansa muito mais do que tentar melhorar o que você já tem. O que você já ama. Se despedaça, os pedaços ainda estão lá, você junta, cola, recomeça em nova forma no mesmo lar.
A mesma coisa vale quando se tem a capacidade de escolher entre tantas parceiras, pessoas, e que se imaginaria mais feliz se relacionando com outras por aí. Vai ser interessante, vai ter momentos inesquecíveis, e vai ter mais a experiência do que a suficiência. Não, nunca será suficiente e, se você se desprende... Quem tantas vezes te garantiu também poderá ir e quiçá viver com outro a bela profundeza que você não quis.
Sabe aquele motivo de comprar um disco ou CD, baixar aquela playlist do Spotify "This is..." mesmo (mas muito) porque conhece até as cores de cada nota? É bem por aí o que tento exemplificar aqui.
Posso escolher, posso escolher muitas coisas... e o mundo hoje tem tanta, mas tanta coisa que se pode fazer, que parece um rodízio maluco daqueles que você põe um pouco de tudo mas no final a diversidade de gostos te neutraliza de perceber o que realmente alimentou você.
Parece também o feed aqui do Instagram, que você vê tanta informação em um minuto que nem consegue recitar tudo que viu a não ser que veja de novo!
Meu Deus... Me livre de não criar raízes.
Às vezes, só para irritar a mamãe um pouco mais, ele também levava o instrumento para a cozinha e tocava até o fim do café-da-manhã.
O pão com geleia de papai ficava meio comido em seu prato, enrolado no formato das dentadas, e a música olhava de frente para Liesel. Sei que soa estranho, mas era assim que ela a sentia. A mão direita de papai passeava pelas teclas cor de dente. A esquerda apertava os botões. (A menina gostava especialmente de vê-lo apertar o botão prateado cintilante - o dó maior.) O exterior do preto acordeão, arranhado, mas reluzente, ia para um lado e para o outro, enquanto os braços de Hans apertavam os foles empoeirados, fazendo-os sugar o ar e tornar a expeli-lo. Na cozinha, nessas manhãs, papai dava vida ao acordeão. Acho que isso faz sentido, quando a gente realmente pára para pensar.
Como é que a gente sabe se uma coisa está viva?
Virifica a respiração.
Somos mais que um dia ruim.
Somos mais que um relacionamento complicado.
Somos mais que incertezas e desprezo.
Temos o poder para modificar tudo o que quisermos, mas antes, devemos refletir introspectivamente, para que nada de fora abale a nossa convicção de quem somos ou onde queremos chegar.
Você é inteiro sozinho, essa história de ter que ser completado é um clichê terrível demais e deve ser esquecido!
Precisamos urgentemente abrir a mente para essa nova perspectiva de ser bom estar só.
É bom ter noção de quem "eu sou" ou para onde "eu devo ir."
Pare e pense: é ruim estar só?
Se a resposta for sim, tome um tempo para si e reveja toda a sua realidade.
Ele me leva onde quer...sem que eu tenha que questionar... No deserto Ele está... e no mais alto monte...posso encontrá-lo, olhando o vale posso vê-lo. De tão perto me conduz...em qualquer lugar posso ir, Ele me dá liberdade mas, só posso ir com Ele. É inexplicável este AMOR...
Lindo é você se apaixonar por alguém que nunca tocou. Lindo é você se apaixonar por uma voz do que por um beijo. Lindo é você desejar alguém todos os dias e não perder as esperanças.
Vem difícil, sem partir
Dizem que a gente aceita na nossa vida o amor que achamos que merecemos, e eu tenho refletido isso a todo o momento e você nem imagina e eu me pergunto. Eu mereço só isso? Você é minha ilusão, tem gente que tem mania de mentir, eu tenho mania de você, eu tenho mania de acreditar que você é do jeito que eu penso.
Por que eu não consigo ver além da superfície? Quem é você? O que você quer? Nem pra chegar de mansinho, chegou que nem um furacão desorganizou minha vida meus pensamentos meu cabelo meu juízo, e agora vai saber o porquê as coisas mudaram pode ser falta de tempo, esta difícil, estou sentindo falta do que nunca existiu, existe eu e você?
Você é um desafio, mas eu estou cansada eu carrego fardos, já decepcionei, já fui decepcionada e esse lance esta na corda bamba, quando eu te conheci era você a paixão que eu achava que eu merecia, mas agora eu não consigo mais pensar em nada sobre eu e você além de pontos de interrogação ininterruptos, e eu tenho pensado em colocar um ponto final, mas tenho pensado também em perder meu tempo com você, mas querer sozinho é triste demais, talvez você queira, e eu ache que mereça pouco, por que eu sou egocêntrica e tenho muitas coisas com facilidade e tudo que vem fácil vai fácil, então vem difícil, mas só se for pra não partir por que o meu querer interminável.
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