Amigo sem Vc Nao sei o que seria de Mim

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⁠Sei que ainda te amo!
quando meu telefone
toca as 3 da manhã...
quando chamo seu
nome sem perceber...
quando acordo chorando
por não te encontrar
no meu lado...
quando meu coração bate...
E enquanto eu respirar!

⁠Sei exatamente como você se sente, pois vivo em meio a ansiedade e a síndrome do pânico.

⁠Sei que fiz errado !

Sei que errei por tentar te impressionar com atitudes que acabaram tendo efeito contrário, mas tudo que fiz por querer ver você bem, e vc bem me faz bem, por que o amor é assim recíproco.
Todas vezes que declamei poemas não escritos e pensados por mim, foi na mais pura e sincera emoção e amor que sinto por você.
Jamais quis te magoar e ferir, com palavras doces e nem te iludir com tals gestos.
Você é o Sol que apareceu em minha vida que já mais tinha visto, você é o brilho de luz que faz com que meu universo seja mais brilhante em toda escuridão do infinito.
Eu apenas sou um homenzinho torto que está cada dia tentando se endireitar.
E fazer a mulher linda que amo ainda mais feliz, com belas e singelas demonstração de amor.
Meu Sol, gostaria de continuar a ser sua Lua meu amor
Bjos te amo muito.

Eu quero fazer o que você quiser
Se você quisesse, garota, nós poderíamos cruzar essa linha
Sei que somos amigos
E o amor só conhece fins quebrados,
Foi o que você disse, mas, garota, permita-me mudar seu pensamento

⁠"PRESSA"

De nada sei sobre agilidade no tempo.
De nada sei sobre ferocidade no agora.
De nada sei sobre inúmeras coisas e isso não me insatisfaz, afinal de contas o “não saber” é necessário para a busca do conhecimento...Então, existe razão na pressa exacerbada de ter resposta para tudo?.
Opto pela pressa preguiçosa, vagarosa e tranquila.
Opto pela satisfação de lições que se eternizam num tempo qualquer e intencional.
Opto pelo tempo eternizado em seus olhos castanhos.
Opto pelas atitudes e toques não apressados, acompanhados de sorrisos bobos e coloridos.
Opto pela pressa inexistente que adoro criar.

⁠Eu sei onde eu piso, pego obstáculo
Eu levo pro palco e faço espetáculo
E aviso pra todos os meus favelados,
A guerra e a paz não é pra homem fraco

⁠E se no futuro tudo o que eu tenho
Foram todas as lições que você me ensinou
É por que eu sei que lá no passado
Você aprendeu todas elas com tanta dor

⁠Eu tive medo mas sempre vou tentar
Hoje eu sei que aqui é o meu lugar

⁠Quanto mais eu me divirto, mais dor vou sentir quando nos separarmos. Sei disso muito bem.

Eu nunca pensei
Silêncio com você, eu me encontrei
Nem precisa falar nada, meu amor, eu sei
Acostumada com o drama, meio que cansei
Eu nunca pensei
Silêncio com você eu me encontrei
Nem precisa falar nada, meu amor, okay
Eu já entendi que eu te quero

Sou única até onde sei... Sou tudo ate onde posso... Sou minha como pensei... Sou de ninguem ate onde mostro.

Chinese Democracy - Democracia Chinesa
(...)
Eu sei que sou um caso clássico
Veja meu rosto desencantado
Culpe o Falun Gong
Eles viram o fim
E você não pode se segurar agora(...)

Para termos personalidade precisamos ter caráter.
Sei que às vezes passamos por algumas barras... Temos problemas... Nem sempre somos felizes...
Mas temos que nos tornar memoráveis pela nossa personalidade... Pelas coisas boas que fizemos e somos.
Pense... Repense...
Bem vindo a Vida.

Sei que por amor se faz de tudo
E eu faria tudo por você
Só você é tudo que procuro
Tenho mil razões pra te querer

Amor de verdade eu senti
Quando eu te conheci
E esse sonho que sonhei
É real, agora eu sei
Não é só uma paixão
É amor de coração

Só sei que a gente inventa o amor e dor e tudo que nos satisfaz.

Eu numca sei bem ao certo
(é tão grande o meu desejo...)
se te beijo quando sonho,
ou sonho,quando te beijo!

Noites de junho, noites de outrora

Junho acabou e eu nem sofri com isso. Sei que alguns lugares as festas ainda teimam em sobreviver, mais por vício de calendário e pesquisa mercadológica do que por necessidade.

Considero obscena a decoração que as lojas comerciais promovem em nome de uma tradição que não mais existem, as bandeirinhas de papel fino, os balões armados com arame e plástico, as fogueiras de mentirinha, movidas a ventilador. No adro de algumas igrejas, também há movimento, mas sem empolgação, lucro das barraquinhas mudará as telhas quebradas dos templos, alguns deles aos pedaços.

Não sei como as coisas se passam em outros sítios. Aqui, no Rio, é uma calamidade, os jardins de infância faturam por fora em nome dos santos juninos, e os pais são obrigados a gastar os tubos com fantasias caipiras que as crianças sem entender e sem amar. Até o presidente da republica bota na cabeça um chapéu de palha em frangalhos e convida os ministros para um quentão oficial geralmente substituído por uísque 12 anos.

Da antiga e bonita tradição das festas de Santo Antônio e São João não sobrou nada, apenas a referencia no calendário e a advertência anual das autoridades a respeito de os balões e fogos.

Pois foi por aí que a festa acabou. Reconheço os motivos que obrigaram o governo, em seus diferentes níveis, a proibir os balões. Mas que diabos na minha infância, o céu ficava pintado de balão-como lembra a marchinha de Assis Valente. As casas eram mais frágeis, mais espaçadas, havia matagais em abundancia na paisagem e mesmo assim os incêndios eram poucos.
Que me lembre nunca vi incêndio provocado por balão, embora meu pai, nos anos de infância, fosse famoso baloeiro entre os baloeiros mais famosos. Foi talvez a única arte em que se distinguiu,nas demais foi um desastre.

Os preparativos começavam no mês de maio, as resmas de papel fino sueco, era o melhor e o mais resistente, de cores mais cintilantes e duradouras. Os balões se amontoavam pelas salas e quartos, pendurados em varas, ganchos, em cima dos armários, deles saia um cheiro de cola de farinha de trigo e do papel importado. Ali eles aguardavam a noite mágica em que subiriam ao céu.
Murchos, coloridos e disformes, pareciam monstruosas fantasias de palhaços, sem alma, sem chama, à espera do momento em que entrariam em cena , no imenso espaço da noite de junho.

Mas dia 13 (Santo Antônio) ou dia 24 (São João), eles se erguiam, iluminados, varando espaço majestosamente, enquanto aqui embaixo ficávamos, ao redor da fogueira, olhando atônitos aquela beleza que subia, frágil e poderosa. Eram enormes os balões e belos.

Lá distante, da sala onde funcionava a primeira radio vitrola que meu pai comprara na casa Edison, provavelmente a prazo, vinha a marchinha de Assis Valente na voz de Carlos Galhardo. “Cai, cai balão/ não deixa o vento te levar/ quem sobe muito/ cai depressa sem voar/ e a ventania/ de tua queda vai zombar/ cai, cai balão/não deixa o vento te levar ”

Mas os ventos levavam os balões e eles sumiam na imensa enseada da noite. Mais um pouco e as fogueiras ficavam reduzidas a cinza, onde se assavam batatas-doce e roletes de cana. Enquanto isso os balões voavam pela madrugada, silenciosos, buchas apagadas. Manoel Bandeira tem versos pungentes sobre os balões apagados das madrugadas, no poema que foi o primeiro que entendi e amei. (“Profundamente”).

Vivi a mesma experiência: acordava no meio da noite e pensava em todos os que estavam dormindo, profundamente, e de repente um balão apagado passava em silêncio pela minha janela, vindo de longe, cansado sem gloria, cumprindo seu destino de balão. Todos estavam dormindo, menos eu, vigiando o céu, esperando que um deles viesse cair em nosso quintal. Alvoroçado acordava meu pai e íamos juntos e orgulhosos apanhar a dádiva que os céus nos mandara.

Pois é! As fogueiras acabaram mesmo. As noites de junho eram as mais frias do ano. E as festas também estão acabando. Mas não posso deixar de lembrar os balões que nunca me libertaram do seu legado de tristeza, mansidão e fragilidade.

Carlos Heitor Cony
Folha de São Paulo 17 de julho de 2009

Eu confesso que esta difícil que as vezes penso em desistir, mas continuo porque sei que só a minha existência já faz alguém feliz

Muitas vezes penso que sei algo, mas toda vez me engano porque o mundo é cheio de novas descobertas.

Tenho uma alma vulgar e fechada, falo em paradoxo constante, sou miticamente errado e sei disso, e nem se quer por um minuto penso que poderia voltar atrás, não julgo, afinal, quem sou eu para julgar os que me julgam? Sou errado, mas não me permito errar, não minto, nem quando necessário, prefiro a verdade, até mesmo que ela faça com que alguém morra. Eu também amo, eu também sinto, mas quem precisa ver? Quem precisa sentir além de mim? Ninguém, a solidão me pertence e eu pertenço a isso, sou uma rocha, rocha opaca, oca, que por sinal se destrói, que se esvai e se preenche, preenche de nada. Sou vazio, morto, sou lixo, mas também sou algo, algo que não se explica.