Amigo sem Vc Nao sei o que seria de Mim

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Escrevo, só não sei decifrar; será que é amor?

"A verdade pode ser solitária. A falsidade é sempre acompanhada do não sei o quê."

Um pouco louco
Um louco completo
Um pouquinho louco
Um louco e meio
Não sei
Só sei que eu não nasci pra ser normal.

Eu não sei colocar em palavras tudo o que sinto.

Faça uma pergunta a um homem simples e ele lhe dirá 'não sei'; mas, se fizer uma pergunta a um vaidoso, ele lhe dirá 'eu sei de tudo'.

Não sei quanto tempo durou o discipulado de Elias com Eliseu, mas sei que ele aprendeu bem, porque, na primeira oportunidade que teve, Eliseu abriu o Rio Jordão, assim como seu professor Elias fez.

"Eu nem sei o que
faria se não tivesse
o que fazer"

Eu sei que não sou bom o tempo tudo, mas eu tento ser um pouco!

“Pense o que quiser.
Eu sei quem sou.
Sua opinião não muda minha
— verdade —
Você julga, eu vivo.”

Hoje não foi um dia bom, nós nos afastamos nem sei por quanto tempo e está doendo muito. Tô aqui lembrando do seu rosto, da sua imagem, mas foi a decisão que tomamos juntos, e mesmo assim me arrependo, mas as circunstâncias nos levaram a isso e se tornou o mais correto a se fazer, mas como eu não tenho um coração, pois o que bate no meu peito é todo seu, nossas memórias sempre estariam aqui. Eu te amo por toda eternidade!

Assassinos da gramática...
....escrevo tudo sei ate não saber nada mais...
Não sei escrever apenas copio o que escreveu!
As palavras estão mortas....!
Somos cegos e analfabetos funcionais?
E alguém diz analfabeto político asas da liberdade esta em chamas...
Pois a declaração de pobreza intelectual sera superarada pelos momentos mortos...
Algoz atroz, mundo sem palavras ou fonemas...
Seria possível um percentual absurdo instante.
Voltaria num tempo da inocência...
As palavras era pequeno mundo numa mente vazia...
As chamas dos desenho rupestres elevam sonhos de futuro melhor.
Voto de cabresto ainda vemos as palavras tomarem formas.
Maldizer para o cantor que se perdeu no tempo.
A escuridão sem semântica se torna a deriva a que o abismo da palavras sejam instante de lágrimas de quem aprendeu a ler catando milhos..
A cópia ganha contraste de um abismo.

⁠Como você quer ser recebido? Já não sei mais...se te quero

⁠Eu sei, sei que não me amas, eu sinto o frio, o gelo e o aperto da sua ausência no meu coração.

Milagre é quando a humanidade diz que não tem como acontecer, a divindade diz: eu sei como fazer!

⁠⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.


Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.


Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.


E está tudo bem.


Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…


Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.


Nem toda ausência precisa virar ruído.


E nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.


Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.


Que se contente com ela.


E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.


Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.


É o berço do descanso da alma…


O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.

As manhãs me recebem com perguntas que não sei responder. Então respondo com pequenos atos: água, roupa, café. A rotina vira tábua de salvação nas ondas das incertezas. E quando a coragem retorna, ela vem na forma de hábito. Pequenas repetições fazem com que eu me reconheça novamente.

Não temo mais minhas falhas, elas moldaram minha identidade, sei onde piso porque já caí lá, sei quem sou porque me quebrei, e sei o que quero porque sobrevivi.

Carrego tempestades no olhar, mas é nelas que percebo que ainda sei sentir. A lágrima não denuncia fraqueza, denuncia existência. É a prova de que o coração, apesar de cansado, não desistiu de pulsar. E quem sente, ainda está vivo, mesmo que a vida doa.

Fiz da ausência um hábito, depois um vício e, por fim, meu próprio nome. Já não sei quem eu seria se o vazio me deixasse.

Tem certas coisas que eu não sei dizer, mas sei escrever para quem ousa entender.