Amigo sem Vc Nao sei o que seria de Mim
O mundo seria diferente se os fofoqueiros parassem de falar da vida de Flávio, Maria e José, e começassem a falar de Nietzsche Freud, Marx e Foucault.
..sou chata, idiota, bipolar, séria, alegre, triste, depressiva, ciumenta, briguenta, voluntariosa, iluminada, deslumbrante, radiante, maravilhosa..
-Tudo para quando me apetece!
☆Haredita Angel
Seria lindo ver a juventude do mundo inteiro farmando aura contra os políticos que fazem guerras ou se omitem em relação à elas. Seria o ápice!
No horizonte de eventos.
Tudo é visto com a beleza.
Qual seria o seu horizonte de eventos?
Pois a busca por beleza te faz admirar algo?
E enquanto isso nota feiura e contraste do caos te faz ter sentimentos. Para o qual o evento te proteja em sua mente a inércia da imagem. E tudo que se faz ou seja torna se maravilhoso. Num estado absurdo os sentidos lhe da realidade.
Os sentidos lhe dao liberdade e um sentido da vida.
Sem os sentidos vivera dentro da escuridão não haveria sentimentos apenas lembranças.
De um evento parado numa cena do desconhecido.
Anoitece sob seu ego a madrugada...
Calo me no disparate o seria?
No entanto sua mente o bastaria.
Pujante seus olhares retumbantes...
Mares congelados num estado de magnitude vespertina a tuas palavras...
Coexistência temporal
A consciência é parte da existência?
A teoria do vórtice.
Seria a elipse do próprio apogeu?
Tantas perguntas...
No máximo achismo...
Um novo começo?
No espaço translúcido ha uma perfeição?
Entre o deslumbre do próprio caos
Pode se predomina a existência de dois seres no mesmo espaço?
Vemos a virtude julgada?
Seria o fluxo interessante...
No domingo a vitrola velha toca um soneto musical.
O que seria esse soneto musical?
Novos horizontes transformaram a música num espaço de palavras jogadas de tantos palavrões acabou ate o sabão para limpar boca suja...
As garotas e garotos acham bonita demais se expressar de forma tão vulgar...
Ao passar do tempo vejo os frutos da alienação intelectual.
Na sombras a poesia está morta.
Seria simplório a música encanto da minha vida...
Então são metáforas de um sentimento...
Exposição da carne nua crua comida pelo corvo...
O corvo é preso pelo delito de comer...
Nas sombras o assassino se vangloria...
Seus caminhos são expostos pela lucidez..
Ar sombrio engana de madrugada...
Espinhos da rosa morta são belas...
Num suposto telema apenas olhares num estante vazio.
O glamour do pos morte na mesma palidez observa que o brilho do luar.
Sois antro perdido de alegrias e tristeza pois declínio do silêncio é o algoz do silêncio.
Tal conciliação atroz sentimento o fruto do esquecimento.
Embora seja maravilhoso o renascer do amanhecer,
Como amantes cansados espera o entardecer do dia para acordar e contemplar as trevas do anoitecer.
Mansões de espírito ricos sem sombras.
Seria simplório como andar de camelo...
Mas, pequenos lampejos nas carruagens de fogo tem a tendência de explorar os mais vulnerável.
Discursos inalterável que vitória é simplicidade abandonado do ser pensante para ser dominante. Ate o pais venderia...
Mais esta na devastação da tornozeleira elétrica ninguém quer pois já fala sozinho....
Seus Discursos falsos feitos pela inteligência artificial demandam de alma e espírito so tem é de espinhos do GTP e a imagem cansada da farra de bebedeiras se torna deepfakes.
Transição moral morre nos instantes opacos que diz guerra ao comunismo...
A retrospectiva retórica da embalagem do discurso autoritário e fascista.
Sendo assim fakes news da televisão.
Renúncia do meu algoz eu ao nada do o nada...
Seria eu caminhando ao centralismo ou eu apenas sonhando...
Sou eu fanático pelo eu caminhando pelos espaço translúcido..
Sendo que mantive meu ser como eu...
Eu também eu vi que passou tempo no meu ser para ser o sou.
A alucinação das estrelas e colonias espaciais. Fuga para estrelas seria s otupia mas temos ter pes no chão realidade ambígua focada imaculada.
Somos objetos na imensidão nada sabemos do que sabemos nas linhas do tempo. Somos um sopro na definição inversal gritamoaos quatros cantos existimos para extir Somos formigas intelectuais... aplausos apagamos a fogueira acendemos a luz.
(Se as vozes do passado ecoam no profundo da essência, seria brando obscuro os sonhos que ainda não tivemos?)
A realidade tem seu preço, muitos brigam para obter realizações, mas pequenos lampejos da derradeira verdade escorrem em teus olhos.
Sendo assim que compreendemos...
Que as sombras fazem parte das correntes.
Imagina comer carne no último momento se comer sera o último sabor e sera seu último ato...
Então o que prefere viver?
mais um mês...
ou comer seu lanche preferido...
Esta é uma das distorções da realidade.
No qual não é uma escolha, apenas uma aceitação do que escolheu.
Nesse momento irônico percebi, tudo valeu a pena.
Pois suas fraquezas e experiências podiam ser outras.
Doce querer se existimos por existimos?
Qual seria a finalidade de tal processo apenas a reprodução?
Se for?
Qual seria direção a seguir?
Uma vida sem seguimentos e realizações?
Para o final ser apenas algoz na escuridão da existência!
Sua voz estaria num fonema desfocado no espaço e no tempo...
Faria alguma diferença do caos que predomina o mundo.
Ou seria apenas um percentual casal?
No linear do horizonte vemos por do sol...
Esta visão mudaria sua vida pois pode ser a borda do mundo ou somente uma novo amanhecer no obscuro sentido da vida.
Seria possível pensar num mundo no qual de igualdade e paz?
Será...? sempre espera um mundo melhor para o amanhã?
O homem na gaiola seria um pássaro ou ser político...
O homem é simplicidade na gaiola por suas crença e alienação...
O homem segui político até sua gaiola aonde contando ja outros para entrar na gaiola.
O homem por sua vez não sabe viver fora da gaiola.
O homem olha para si mesmo num espelho se admira sua beleza e aonde esta preso numa gaiola...
Tem liberdade para que serve se nao compreender a grandeza do universo.
Lamento pelo homem que reciclável o torna menos culpado pela destruição do meio ambiente.
O homem nega que esta preso na gaiola que é tudo normal.
No fardo o canto que é pássaro e maravilhoso no fundo do silêncio.
Seria simplório dizer que o silêncio é divino.
Pois é fértil o propósito de viver de baixo da cachoeira corrente,
Fluido instante pois as nuvens contam histórias num mundo de imagens e paredolias nos damos vida aos encantados.
O mundo sem o homem seria melhor?
Meus pensamentos voam na solitude da minha vida, mesmos diante o mundo caminhamos so na imensidão do universo.
O homem destroi seu meio ambiente para viver aonde no futuro viverá?
Velo meus olhos tento esperar a tal da sensatez. Que ouço rumores irracionais... barulhos que floresta não mas, vai ser mar verde cheio de vida nos mantem vivos, calo me em silêncio olho olhar triste que mundo ja foi o que esta se tornado... tento mudar o pensamento daqueles leem um pouco dos meus pensamentos tortos e garrrajudos mais sou apenas um na multidão.
Seria Humanamente impossível usar qualquer Mau Comportamento para relativizar outro sem se togar do Mau-Caratismo.
A tentativa de justificar o erro com outro erro revela mais sobre quem argumenta do que sobre o fato em si.
É como se a consciência, incapaz de sustentar a verdade nuą e crua, buscasse abrigo na comparação: “se o outro fez pior, o meu não é tão grave assim”.
Mas desde quando a gravidade de um ato deixa de existir porque há algo mais grave ao lado?
O peso moral não se dilui por contraste — ele apenas se acumula.
Relativizar desvios é uma forma sutil de normalizá-los.
E a normalização do erro é o terreno mais fértil para a sua repetição.
Quando alguém aponta o erro alheio para suavizar o próprio ou de alguém, não está defendendo justiça, mas tentando escapar dela.
É uma negociação íntima com a própria consciência, um pacto silencioso onde a verdade é sacrificada em nome do conforto.
O problema não está apenas na falha, mas na recusa em encará-la como tal.
Porque reconhecer o erro exige coragem — uma coragem que dispensa comparações e aceita a responsabilidade sem muletas.
Já o mau-caratismo, esse sim, precisa de referências externas, de exemplos piores, de histórias paralelas que sirvam como cortina de fumaça.
No fim, quem relativiza não absolve ninguém — apenas se condena junto.
Afinal, ao escolher medir o certo pelo errado, abandona-se qualquer possibilidade de integridade.
E sem integridade, o julgamento deixa de ser moral e passa a ser apenas conveniente.
Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.
E comprar cabeças não exige dinheiro em espécie.
Exige, antes, acessos…
Acesso às emoções, aos medos mais íntimos, às esperanças mais frágeis…
Exige repetição até que a mentira soe familiar, e familiaridade até que a dúvida se torne desconfortável.
Aos poucos, não se impõe uma ideia — planta-se.
E, como toda semente, ela cresce melhor quando o terreno já foi preparado.
A compra de algumas consciências inaugura o ciclo.
São vozes estratégicas, rostos confiáveis, figuras que inspiram pertencimento, quiçá instrumentalização da fé religiosa.
Elas funcionam como pontes: ligam o estranho ao aceitável, o absurdo ao plausível.
Quando essas vozes falam, não parece imposição; parece consenso.
E é aí que o aluguel começa — quando pensar por conta própria passa a ser mais difícil do que repetir.
Nenhuma mente é tomada de uma vez.
O processo é gradual, quase imperceptível.
Pequenas concessões aqui, uma simplificação ali, uma narrativa conveniente acolá.
De repente, o que antes causava estranhamento passa a ser defendido com fervor.
E o que era questionamento vira ameaça.
Mas talvez o ponto mais inquietante não seja o ato de comprar algumas cabeças — e sim o silêncio das demais.
Porque onde há ausência de reflexão, há espaço de sobra para a ocupação.
E onde há medo de discordar, o aluguel se renova automaticamente.
No fim, não se trata apenas de quem compra ou de quem aluga.
Trata-se de quem resiste a vender — e, mais ainda, de quem insiste em pensar com a própria cabeça.
Talvez se os “de bem” se libertassem da hipocrisia, já seria o bastante para resolver metade dos problemas no mundo.
Isso incomoda porque expõe uma contradição silenciosa: o rótulo de “bem” muitas vezes não nasce de virtude, mas de conveniência.
É mais fácil vestir a moral como um uniforme do que praticá-la como um exercício diário.
A hipocrisia, nesse cenário, deixa de ser um desvio e passa a ser um mecanismo de proteção — um escudo que permite condenar no outro aquilo que não se quer reconhecer em si mesmo.
Há uma espécie de conforto em apontar o erro alheio.
Ele cria a ilusão de superioridade sem exigir transformação.
Enquanto isso, a coerência — essa sim, exigente — cobra silêncio antes do julgamento, escuta antes da reação, e, principalmente, revisão antes da acusação.
Não é à toa que ela é tão rara.
O problema não está apenas nos que erram, mas nos que se absolvem com facilidade demais.
Porque quando a régua moral muda de acordo com o interesse, o conceito de “bem” se torna elástico, moldado pela conveniência e não pela consciência.
E aí, o discurso vira palco, mas a prática continua nos bastidores — muitas vezes em desacordo com tudo o que se defende em voz alta.
Libertar-se da hipocrisia não é só um gesto grandioso, é um exercício muito incômodo.
Exige reconhecer falhas sem terceirizá-las, alinhar discurso e atitude, e abrir mão da necessidade constante de só parecer certo.
Talvez por isso seja tão evitado: porque é mais difícil ser íntegro do que parecer correto.
Se metade dos problemas do mundo nascem dessa incoerência cotidiana, então a solução não está em grandes revoluções, mas em pequenos alinhamentos.
Menos discurso inflamado, mais prática silenciosa.
Menos julgamento, mais autocrítica.
Menos aparência de virtude, mais esforço real para vivê-la.
No fim, não é sobre deixar de errar — isso é inevitável.
É sobre deixar de fingir que não erramos.
Porque, talvez, o verdadeiro “bem” comece justamente onde termina a necessidade de parecer bom.
Sem a covardia de muitos que se julgam bons, os maus jamais subsistiriam.
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