Amigo sem Vc Nao sei o que seria de Mim
Quando a justiça se corrompe, não é apenas a lei que se desfaz — é o próprio alicerce da sociedade que se rompe. O primeiro passo dos corruptos é sempre o mesmo: quebrar o espírito do povo. Transformar cidadãos em espectadores passivos, em vozes caladas, em corpos dobrados pelo medo.
Um povo frouxo, acovardado, é o terreno fértil para tiranos. É nesse silêncio que a injustiça floresce, é nessa apatia que os poderosos se tornam intocáveis.
Mas justiça não é apenas um tribunal, não é apenas um código escrito. Justiça é chama viva, é consciência coletiva, é coragem de dizer não quando todos querem que você se cale.
A corrupção da justiça é a tentativa de apagar essa chama. E quem se curva diante dela entrega não apenas seus direitos, mas sua dignidade.
Por isso, quando a justiça se corrompe, o povo não pode se acovardar. Deve erguer-se, deve resistir, deve lembrar que nenhum poder é maior do que a força de uma sociedade desperta.
Porque justiça só existe quando há coragem. E coragem só existe quando há povo disposto a lutar.
Não acredita na sorte.
Sorte é desculpa de quem não se prepara.
Quem constrói o próprio caminho não depende de acaso, depende de disciplina.
Nem dê espaço para a dúvida.
Dúvida é brecha, e brecha vira fraqueza.
Convicção é arma, clareza é escudo.
Quem hesita, perde. Quem decide, conquista.
Nem vá abrir a porta pro azar.
Azar não entra em quem fecha a mente para desculpas.
Azar não toca quem ergue muralhas de foco e determinação.
O destino não é sorte, é força.
E força não se pede.
Melhor não fazer nada,
Do que perder-se em vaidades fugazes,
Pois no nada que se escolhe, há essência,
E na pausa, a força de ser inteiro.
Então se não a o que fazer
Então é melhor não fazer nada.
O ser humano que não tem audácia para ser honesto já anuncia sua própria derrota.
Porque a honestidade exige coragem — coragem de assumir erros, de falar a verdade, de encarar a vida sem máscaras.
Quem não faz o bem não representa ninguém.
Não representa família, não representa valores, não representa nem a si mesmo.
É apenas um vazio ambulante, um corpo caminhando sem propósito, sem raízes, sem honra.
Afinal, caráter não se herda, não se compra, não se finge.
Caráter se prova.
E só quem tem coragem de ser íntegro, mesmo quando ninguém está olhando, é que pode dizer que realmente vale alguma coisa.
O resto… é só aparência tentando se passar por gente.
Guardem as palavras honestas, justas e verdadeiras — aquelas que não se dobram diante do tempo.
São elas que atravessam as muralhas da mentira e permanecem como farol na escuridão.
Quem as carrega no peito não se rende ao peso da mediocridade, nem se curva ao silêncio dos covardes.
Porque a palavra que nasce pura, firme e carregada de verdade é como fogo indomável: ilumina, queima e liberta.
Nenhum império ousa confrontá-la, pois diante da verdade não há coroa que resista, não há poder que perdure.
A palavra justa é espada e escudo, é raiz e horizonte.
E aqueles que a pronunciam tornam-se eternos, mesmo quando o mundo tenta calá-los.
O Criador não reside em templos erigidos por mãos humanas,
pois nenhuma obra de pedra ou madeira pode conter a infinitude de sua presença.
Se o homem constrói, ali não está a verdadeira morada de Deus,
porque ele não se limita a paredes, altares ou ornamentos.
Deus habita o templo que a si mesmo edificou,
um santuário vivo, feito de espírito e consciência,
onde cada batida do coração é um cântico,
e cada respiração é uma oração silenciosa.
Sua morada eterna é o interior do ser,
na pureza da alma que o reconhece,
na mente que busca a verdade,
e nas mãos que praticam o amor.
Não é nas alturas das torres que o encontramos,
mas na profundidade da fé que nos sustenta.
Não é no ouro dos altares que ele se revela,
mas na simplicidade de um gesto de compaixão.
"Saudade não convence ninguém a ficar. Apenas lembra quem tentou."
— F.Fidelis - Psicanalista, Filósofo entusiasta e observador das relações humanas
Busque o vento contrário, o ar rarefeito, a região onde não há trilhas nem símbolos. A sua sabedoria nasce do enfrentamento, não da adesão.
Ler sobre carros e direção defensiva não te ensina a dirigir, assim como assistir o êxito alheio não te faz vencedor. Dirija sua vida, escreva sua história e seja protagonista das suas conquistas e vitórias.
Insta: @elidajeronimo
Não é preciso correr — pra quê tanta pressa?
Meu coração nunca foi ameaça, e sim abrigo.
Não é necessário fugir de mim, porque nunca te pedi o impossível,
nem te cobrei o que tua alma não podia entregar.
Eu te dei minha palavra — sincera, inteira,
a promessa de que não te feriria,
de que meu afeto seria leve como brisa
e firme como a verdade que carrego no peito.
A empreitada chegou ao fim,
não por falta de sentimento,
mas porque o destino às vezes nos move
por caminhos que não podemos deter.
Assim, com serenidade e sem mágoas,
deixo um pouco de mim onde você fica,
e levo um pouco de você para onde eu for.
Migro para outro lugar, sim,
mas não levo pressa, nem fuga, nem dor.
Levo apenas a gratidão por ter sentido você.
Que a vida te seja suave.
Que seu riso encontre novas manhãs.
E que, se o vento um dia sussurrar meu nome,
você apenas sorria — porque fomos verdade enquanto durou.
Com carinho e poesia,
Raimundo Santana
Por favor, mantenha a porta fechada.
Não temas — não há risco de invasão.
Eu já estou do lado de fora,
e não existe em mim sequer a sombra de voltar.
Quando a porta se fecha, não é apenas madeira e ferro.
É escolha. É sentença.
É o fim que não precisa de palavras,
apenas do silêncio que pesa e confirma.
Alguns caminhos não se desfazem em gritos,
nem em despedidas longas.
Eles se encerram assim:
com a firmeza de um gesto,
com a certeza de que não há retorno,
com a dignidade de quem sabe que partir também é necessário.
Tinha tudo e nada. Felicidade e castigo. Paraíso e inferno. O extremo disso tudo está além. Não tem rotas. Apenas acontece. Não dá para abraçar o que está íntimo e ao mesmo tempo distante. Nessa imensa e inóspita vida, somos gigantes e marionetes ao mesmo tempo.
'ELA'
A conheci. Foi assim que aconteceu.
Não tínhamos a chama que abrasa.
Tampouco a sensação que estarrece.
Olhares que não se atraem.
Invólucro que aquece.
A incidência diria que ela não iria fazer parte.
Destino insignificante e controverso.
Escória dos que esperam.
Foi assim que ela se apresentara.
Não perguntou se eu desejara ou se tinha remorsos.
Ficamos amigos. Não tinha outra saída a não ser
fingir-lhes amigos de sangue.
Nesses entraves, pouco lembro-me dela.
Gostaria de lembrar mais vezes, tê-la em meus
pensamentos com afinco, ultrapassar a mera visão
de mortal que és. Tê-la sôfrega aos desejos que aspiro.
Resultado do inesperado, ela representa pouco.
O pouco que imortaliza. Temos um pedaço em comum
que mais atraí que repulsa.
É isso que faz a heterogeneidade da vida.
A vida que não pedi, mas que agradeço.
Tenho aprendido tanto que, se me perguntarem quem sou, digo que não me conheço. Sou metade humano, outra metade tropeços.
O céu não é azul. As cores que pensara enxergar, não existem. O mar não é calmo. E as ondas com todo seu poder danificam. Tentei escrever algo gracioso, mas o inverso me veio assim sem coerência. ah inverso!... Existes realmente? Ou és apenas circunstância inventada por mim?
Você não entrou na minha vida. Você sempre esteve lá, como uma memória do futuro que meu coração insistia em esperar...
--- Risomar Silva ---
A solidão não é a ausência de vozes ao redor, mas a incapacidade de reconhecer a própria voz no meio do caos...
--- Risomar Sírley da Silva ---
'MISTURA INVULGAR...'
Não traço acepções olhando para o horizonte,o infinito apaga o sentido, e não se edifico.Delineei quimeras com estrelas e luas pálidas,eis o que me resta: um vulto, uma silhueta oblíqua.Contorço-me em viagens por veredas nunca feitos,rumo ao desconhecido, desfazendo em meu peito sinônimos, anônimo, sem nome, mas, minha trilha prossegue...
A pele é feita de sombras de espectadores,minha voz, o sussurro de antigos labores.Ninguém vê a fractura, o paradoxo visceral, opalco é minha cela, a plateia meu juiz,sou a cortina de amalgama, o gesto teatral.Invulgar como um cometa que caiu e não se extinguiu. Na terra fria e negra, um novo sol fabriquei.Sou mistura de abismo e de voo rasante...
O palco é minha cela, a plateia meu juiz,apresento o sorriso que nunca foi feliz.Cada ato é um naufrágio coreografado com arte,cada aplauso, um epitáfio que me rasga em parte.Sou o contorcionista da própria alma esfacelada,a procura de um centro na rotação desvairada.O desconhecido é meu único lar conhecido...
Anônimo na multitude, um rosto sem moldura,carrego o peso leve de uma existência à toa.Por trás da maquiagem, há um menino assustado,por trás do espetáculo, um silêncio sagrado.E o show precisa seguir, é imperativo e urgente,ainda que o actor principal esteja ausente.
Sempre em cartaz, a peça que não tem roteiro...
Nome raro, flor de estufa, rara írisnavegando em alto mar.Desenhei aspirações com fios de alquitarras,
e delas fiz névoa, labirinto, obelisco.Não sou o que percebem, sou o que não dizem,o vazio que habita no coração da risada. Aprópria procura que se nega na busca...
E assim se desdobra minha existência, entrelaçada,uma moeda de duas faces sempre jogada ao mar.O anônimo esplêndido, a mistura invulgar,a dança solitária que ninguém pode parar.O espetáculo que está sempre, sempre em cartaz,mesmo quando o teatro arde em chamas de paz.E no silêncio final, ecoa o verso: 'mistura invulgar'...
--- Risomar Sírley da Silva ---
Um dia morri antes de morrer.
Não foi no corpo, foi no silêncio que me engoliu, foi quando o mundo pesou demais e eu deixei de caber dentro de mim.
Morri quando calaram minha voz, quando a vida me pediu mais força do que eu tinha, e eu me vi pequena, espremida entre o que senti e o que ninguém quis enxergar.
Morri quando esperaram que eu sorrisse enquanto meu peito gritava, quando o cansaço virou casa, e a espera virou esquina onde meus sonhos sentavam para descansar.
Um dia morri antes de morrer, e ninguém percebeu.
Porque a morte mais cruel é aquela que acontece em silêncio, por dentro, bem antes de qualquer adeus.
Mas também renasci. No instante em que recolhi meus pedaços, no momento em que decidi me mover mesmo ferida, mesmo frágil, mesmo sem aplausos.
Renasci quando entendi que sobreviver já é coragem, que respirar depois de uma dor profunda é milagre diário, e que viver, às vezes, é voltar do fundo trazendo luz.
Um dia morri antes de morrer, e foi justamente ali que descobri quem eu era: não a queda,mas a força que me levantou.
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