Amigo que eu Escolhi
Santos, eu não vivo sem você,
Santos é a minha devoção
Santos, vou te amar até morrer
Santos, meu eterno campeão
De duas coisas que eu nunca vou fazer a primeira é desistir do meu grande amor e a segunda é obriga-lo a permanecer.
Feliz é quem diz tô nem ai, Eu quero mais; é ser feliz. Afinal pra que brigar com a vida ela já é dura de mais onde o melhor é ficar de olho bem aberto e quando ela desaperceber-se pumba lá estamos nós virando o jogo. Diga todos os dias pra si mesmo...Eu quero, Eu posso, Eu vou! Ando afirmando continuamente pra mim que até Deus não duvida, creia pior é não existir.
Chega de esconder o que eu sinto por você,
Eu me apaixonei de primeira.
Chega de fugir, o amor é fato e não dá pra conter,
Contigo eu quero viver!
Eu te usei.
Usei mesmo, sem dó ou prestações.
Usei tuas manias desajeitadas nos trejeitos dos nossos pequenos. Eu criei a cor dos olhos teus, transformando-o em remédio para um mundo melhor. Sim. Prenda-me. Eu explorei o teu vazio e inventei edifícios de sentimentos aí por dentro. Desenhei as tuas impressões digitais em algum cantinho do meu corpo e até ousei desabotoar tua cara amarrada com a largura do meu sorriso. Eu te usei das piores formas possíveis, b’shert. E até quem via de longe podia perceber que era eu quem manejava os nossos caminhos para que os mesmos rasurassem as linhas do destino. Porque eu te admirava como quem tira a sorte grande na loteria da vida. Perdoa-me por persuadir as coisas a tua volta e decorar tuas mil e uma manias, por fingir ter medo das trovoadas apenas para conseguir um abraço teu. Eu te usei como válvula de escape por sempre fugir de algo que tenho medo de conhecer, entende? Estar contigo, te reinventando, invertendo os sentidos, criando monomanias é o que ainda me matem viva, controlando o teu pulsar, as minhas costumeiras reações... Tenho medo de nunca mais encontrar o conforto que a tua íris proporciona, medo de vasculhar lembranças e não colidir com um “Pare de ser assim, tão amavelmente bonita”, mesmo que eu tenha inventado isto também. Acho que te peço desculpas, pela falta de jeito, pelo sufoco do inexistente, pelo sopro de insistência e acima de tudo, pelas fichas apostadas. E eu te usei até como moeda de troca com o infortúnio, b’shert, de anjo protetor, de floresta incendiária. Eu te usei. Desculpa revidar a indiferença dos ombros com a chuva dos olhos, o tapa de realidade com um beijo no cenho, desculpa diluir o medo da senescência na paz do teu sossego. Desculpa se transformei o teu perfume num ponto de serenidade. Perdoa ser o antônimo dos teus acasos, enfim, chegou a hora de voar com as próprias asas, não é? E mesmo depois de tudo, eu ainda te desejo o incalculável.
E uma rua iluminada de lembranças nossas.
Se é que tenha algum.
♦Olhava-me com o queixo baixo e dizia: “Você não gostaria de estar na minha pele”.
Ah como eu queria.
Quando eu era criança, me falaram que ''PAPAI NOEL'' existia que ''FADAS'' existia, que se eu incomoda-se o ''BICHO PAPÃO''iria me pegar, e hoje eu vejo que nada disso existe, que são mitos, mais era tão emocionante acreditar na aqueles mitos, eu queria virar adulta, hoje eu quero virar criança para sempre.
Eu sei que você esta cansada e quer dormir, mas você sabe né? eu sei que seu sono é importante, mas não tanto como eu!.
Se eu soubesse que aquela seria a última vez, será que eu faria diferente.... tenho certeza que sim...
Você disse muitas besteiras até hoje, e todas eu nem precisava pensar muito pra perdoar com facilidade, mesmo que sempre me fizessem vários machucados, eu nunca liguei. Mas hoje, eu senti que vc precisava que eu fizesse algum machucado maior em vc, alguma besteira que vc nao fosse perdoar, alguma coisa que te ajuda-se a esquecer tudo... bom, eu consegui. E é isso.
