Amigo o que você falou me magoou
Jamais pense que você saiu da minha vida porque decidiu. Desculpa, mas eu só desisto das coisas que não me interessam mais.
Quero ser melhor do que fui ontem. Melhor do que eu sou, não melhor do que você. Só o melhor que eu possa ser.
Alguém especial...
Você é isto que descrevi acima,
Uma pessoa de valor inestimável.
Que está me fazendo ficar apaixonada,
Querendo novamente saber o que é alegria.
Seu sorriso tem o brilho das estrelas,
Seus olhos são belos como o luar.
Sua voz é doce como o canto dos pássaros,
O seu toque é suave como uma gota de orvalho.
Eu quero ter teu beijo, eu quero ter você.
Ao meu lado, fazendo-me um carinho.
Pegando em minha mão, sentindo meu coração,
Pulsar no ritmo do sentimento que tenho por ti.
Enfim, não sei ficar longe de ti, não dá,
Penso em ti, em teu sorriso, teu olhar, tua voz.
Sonho em te encontrar, te conquistar,
E em mostrar que tudo o que quero é te fazer feliz
Simples assim.
Se você caminha por uma rua e vê uma rosa crescendo do concreto, mesmo se tiver pétalas danificadas e tiver meia caída, você vai achar maravilhoso ver uma rosa crescer do concreto. É a mesma coisa quando você vê uma criança do gueto crescendo no meio das piores circunstâncias, e ele pode falar, ele pode sentar ao redor de uma mesa e fazer você chorar, fazer você rir, mas tudo que você consegue ver é a sujeira que caiu na minha rosa, meu caule sujo, e como sou meio torto, mas não percebe por tudo que passei até conseguir nascer do concreto.
Você tem o direito de experimentar com sua vida. Você vai cometer erros. E eles estão certos também.
Você está gritando muito?
Por Que As Pessoas Gritam?
Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? – Questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente.
E por quê?
Porque seus corações estão muito perto.
A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
“Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta”
Dolor hic tibi proderit olim. (Algum dia esta dor será útil a você.)
Nota: Trecho de um pensamento de Ovídio (Perfer et obdura, dolor hic tibi proderit olim).
Cantada (Depois de ter você)
Depois de ter você...
Pra que querer saber
Que horas são
Se é noite ou faz calor
Se estamos no verão
Se o sol virá ou não
Ou pra que, que é serve uma canção
Como essa...
Depois de ter você
Poetas para que
Os deuses, as dúvidas
Pra que amendoeiras pelas ruas
Para que servem as ruas?
Depois de ter você...
Quando você tem algo a dizer, o silêncio é uma mentira.
Tendemos a ignorar o poder das palavras porque as usamos o tempo todo para coisas significativas e sem sentido.
Por exemplo, se você ficar calado quando algo ruim acontecer diante de seus olhos, o mal se tornará parte de você mesmo.
Estar vivo envolve ser corajoso, então, diga o que pensa, mas meça suas palavras, porque elas são mais poderosas do que somos ensinados a acreditar.
Porque eu tenho pesadelos que parecem tão reais até quando você me abraça. E eu acordo triste, e brigo de verdade e passo o dia grave e dolorida como quando a gente leva um tombo no piso liso... que é só o passado. É como se eu sentisse um ciúme horroroso do meu livro predileto comprado em sebo, a dedicatória apaixonada que não é a minha, os resquícios do manuseio de outras mãos. Alguém corrompeu o trecho que eu mais gostava quando grifou à caneta algo que não pude apagar com borracha e que era tão secretamente meu. Desenhou corações onde só havia minha dor e eu discordei da interpretação alheia. E achei aquilo tudo de uma crueldade atroz. Mas permaneci com o livro no colo, cheia de um afeto confuso por ele: afeto pelo que era, angústia por já ter sido de outro alguém, e aquela sensação (imbecil) de falta de exclusividade. Eu que sempre achei que tudo é e está para o mundo. Perdoa o meu senso de autoimportância, já que não consigo perdoar o meu egoísmo. Eu sei que em alguns presentes, no embrulho, laços do passado são aproveitados. Eu só queria que eles não fossem tão vermelhos: desses que doem nos olhos e no coração.
O que eu quero de você
Quero acordar do seu lado num domingo de manhã e saber que não temos hora para sair da cama. E, depois, ir tomar café na padaria e ler o jornal com você. Quero ouvir você me contar sobre o trabalho e falar detalhadamente de pessoas que eu não conheço, e nem vou conhecer, como se fossem meus velhos amigos. Quero ver você me olhar entre um gole de café e outro, sem nada para dizer, e apenas sorrir antes de voltar a folhear o caderno de cultura. Quero a sua mão no meu cabelo, dentro do carro, no caminho do seu apartamento. Quero deitar no sofá e ver você cuidar das plantas, escolher a playlist no ipod e dobrar, daquele seu jeito metódico e perfeccionista, as roupas esquecidas em cima da cama. E que, sem mais nem menos, você desista da arrumação, me jogue sobre a bagunça, me beije e me abrace como nunca fez antes com outra pessoa. E que pergunte se eu quero ver um DVD mais tarde. Quero tomar uma taça de vinho no fim do dia e deitar do seu lado na rede, olhando a lua e ouvindo você me contar histórias do passado. Quero escutar você falar do futuro e sonhar com minha imagem nele, mesmo sabendo que eu provavelmente não estarei lá. Quero que você ignore a improbabilidade da nossa jornada e fale da casa que teremos no campo. Quero que você a descreva em detalhes, que fale do jardim que construiremos, e dos cachorros que compraremos. E que faça tudo isso enquanto passa a mão nas minhas costas e me beija o rosto. Quero que você nunca perca de vista a música da sua existência, e que me prometa ter entendido que a felicidade não é um destino, mas a viagem. E que, por isso, teremos sido felizes pelos vários domingos na cama e pelos sonhos que compartilhamos enquanto olhávamos a lua. Que você acredite que não me deve nada simplesmente porque os amores mais puros não entendem dívida, nem mágoa, nem arrependimento. Então, que não se arrependa. Da gente. Do que fomos. De tudo o que vivemos. Que você me guarde na memória, mais do que nas fotos. Que termine com a sensação de ter me degustado por completo, mas como quem sai da mesa antes da sobremesa: com a impressão que poderia ter se fartado um pouco mais. E que, até o último dia da sua vida, você espalhe delicadamente a nossa história, para poucos ouvintes, como se ela tivesse sido a mais bela história de amor da sua vida. E que uma parte de você acredite que ela foi, de fato, a mais bela história de amor da sua vida. Que você nunca mais deixe de pensar em mim quando for a Londres, escutar Dream' Bout Me ou ler Nick Hornby. E, por fim, que você continue a dançar na sala. Para sempre. Mesmo quando eu não estiver mais olhando.
Nota: A autoria da crônica, publicada em Agosto de 2006, tem vindo a ser erroneamente atribuída a Tati Bernardi.
...MaisE sim, há momentos em que eu odeio você
Mas eu não reclamo
Porque eu tive medo de que
Você fosse embora.
Não dá pra fingir- disse Jace, objetivo - Eu amo você, e vou amar até morrer, e se houver vida depois disso, vou amar também.
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