Facinho... Seios, duros. E o falo, duro. Não é mole...
Ternamente... Você, dormindo. E respira, lentamente. Eu, admirando, eternamente.
Crescente, Minguante... Noite, funda... Teu hálito na face Oculta da lua...
Situação... Pé frio. Meia boca. E no cio...
Testemunha Ocular... Sou ninguém? Bem, se sou, existo. E teu olhar é o registro...
Dias Frios com Filhos... Família na cama. E entre nós, frações, Felizes, de nossas ações.
Desespero... Um rosto úmido, Sob mãos secas... O que me resta?
Lamento... Mão pequena, Coração pequeno. Mas que pena.
Grão... Minúsculo, Sinto-me agora. Queria ser um gigante...
Solidão... Tudo se vai... Até a melancolia, Dorme no fim.
Dá Dó... Filhos, futebol... O menor pega a bola: Agora, é si contra si, papai!
(Auto)Análise... Sonhos loucos. Dias insanos. Humanos...
Filhote... Rosto na mesa. E rabisca fantasias. Até as minhas...
Telefone: Não Ligo? E a cada ligação, Uma onda de medo. Mas que maldição...
Pop, Pop, Pop... Cultura pop... Conteúdo? Pop! Pipoca vale mais...
Hoje, Só a Capa... Fuçando no armário De carnavais passados: Olha! Já fui super-homem...
Molhado... E tua voz, rouca, Tua língua, louca, Molhando a razão...
Novos Tempos... Era uma vez, Comido pela vovó, O lobo mau...
Não Quero Ver... Às vezes olho, Mas não enxergo... A cegueira é opcional?
Sem Juiz... Ando meio distraído, Atraído pelo abstrato, Quiçá traído pelo juízo...
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.