Disp(é)ia. E mataram A crase! Não trema?
Porquearia! Mas por que Eu não sei usar Os porques?
Seguro? Segundos... Viver será seguro? Mas, inseguro, Eu não me seguro.
Acobertar? Envolto em sonhos. A realidade? É fria.
Veri... Tá? Buscamos a verdade. Será que é uma Verdade?
Barro? Mãos na terra. Minha casa é pó. E eu, aspirando...
Refração? Céu, bem azul. Ilusão de óptica? Adoro mágicas!
Cama de Pregos. Insone. Insano? Humano.
Brisa, Breve. Barulhos alhures. Vento silenciando. Ora, apenas existo.
Amanheço. Horizonte, ao longe. Estrelas falsas no chão. No céu, a verdadeira Dalva.
E terno... Se eu te amo? Houvesse outras vidas, Seriam poucas.
Tríades? Passado, presente e futuro. Pai, filho e o espírito santo. Eu, você... Assim já tá bom.
Não? Ainda assim, Te darei O sim.
Escolhas... Na superfície, não afogo. Na profundeza, não afago. Mas fora d'água, há fogo.
Água? Fogo. Do pó ao pó? Mas tenho sede, Sede de vida.
Bom? De Bondade. Rico ou pobre, Branco ou preto, Só o bom é nobre.
Noite. Amanhecer. Amanhã, ser? Será tarde.
Enxaqueca. Manchas cintilantes. Brain storm? Tempestade à vista.
Mundo Pequeno. É... Amar. Nada mais importa. Ah! E não esquece a porta...
Roupa? Pouca. Verão infernal. E um ventilador. Vem e tira a dor?
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