O Meu... Lábio macio. Algodão doce. Não tira pirulito...
Pés no Chão... Areia da praia. Areia da praça. Pó ao pó eu ia.
Creio ou Caio... Voo, às cegas? E crer para voar? Ou ver, pra correr?
Beiço... Beijo? Ou queijo? Homem ou rato?
Dis-Traído? Pisar em ovos? Eu prefiro andar Nas nuvens...
Empáfia? Não Me Empata... Verdades, parciais. Eu que sei mais? Que partes?
Felicidade? Após o almoço, Sob o sol, Chupar laranjas.
Rotina? Teu hálito. Nossos sonhos. Meu hábito.
Mamãe. Insone, Bordando Sonhos no Pano branco.
Bico? E a ave, Só, ciscando. Eu, nem piscando.
Ventila? Vem, Tira. Máscara? De Venturi? Mas que Desventura.
Pra Lá, Cá Pra... E nas tuas tranças, Encruzilhadas, as Minhas lembranças.
Ascensão? E esta vida, Uma dura escola. Que haja pós, no céu.
Vamos? Eu, sim. Você, não? Melhor assim? Sei não. Senão...
Sei? Não. Tudo muda, e sempre. Não me reconheço, Há instantes.
Ça Va? Lutas vãs. Eu, nos vãos. Não se vá.
Primeira e Última Palavra? Terremoto. Tsunami. Mami?
No Reto? Mundo incorreto. Tentar ser correto, Dói. No resto...
Quitanda. Pé-de-moleque. E pé de moleque. - Pede, moleque!
Política do Medo? Assistir novelas, jornais. Não é encarar a realidade. É torturar-se com exageros.
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