Amigo de Verdade Nao Briga por Bobeira

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- Esta é a parte onde você me diz que se eu machucá-la, você vai me matar?
- Não. Se você machucar Clary, ela é bem capaz de te matar por si mesma. Possivelmente com uma variedade de armas.

O sistema/1

Os funcionários não funcionam.
Os políticos falam mas não dizem.
Os votantes votam mas não escolhem.
Os meios de informação desinformam.
Os centros de ensino ensinam a ignorar.
Os juízes condenam as vítimas.
Os militares estão em guerra contra seus compatriotas.
Os policiais não combatem os crimes, porque estão ocupados cometendo-os.
As bancarrotas são socializadas, os lucros são privatizados.
O dinheiro é mais livre que as pessoas.
As pessoas estão a serviço das coisas.

p. 129

Os índios são bobos, vagabundos, bêbados. Mas o sistema que os despreza, despreza o que ignora, porque ignora o que teme. Por trás da máscara do desprezo, aparece o pânico: estas vozes antigas, teimosamente vivas, o que dizem? O que dizem quando falam? O que dizem quando calam? (Os índios/2, p. 132)


A televisão/2

A televisão mostra o que acontece?
Em nossos países, a televisão mostra o que ela quer que aconteça; e nada acontece se a televisão não mostrar.
A televisão, essa última luz que te salva da solidão e da noite, é a realidade. Porque a vida é um espetáculo: para os que se comportam bem, o sistema promete uma boa poltrona.

p. 149


Nós comemos emoções importadas como se fossem salsichas em lata, enquanto os jovens filhos da televisão, treinados para contemplar a vida em vez de fazê-la, sacodem os ombros.

Os livros não precisam ser proibidos pela polícia: os preços já os proíbem.

(A televisão/3, p. 152)


Pela tela desfilam os eleitos e seus símbolos de poder. O sistema, que edifica a pirâmide social escolhendo pelo avesso, recompensa pouca gente. Eis aqui os premiados: são os usurários de boas unhas e os mercadores de dentes bons, os políticos de nariz crescente e os doutores de costas de borracha.

(A televisão/5, p. 155)

Eduardo Galeano
O livro dos abraços. Porto Alegre: L&PM, 2002.

Não acredito em amor a primeira vista. Pois te amei sem te conhecer.

As linhas de chegada não significam que ganhamos, mas sim que vamos começar outra corrida.

Sorte é ter ela na vida. Ela não é daquelas mulheres românticas por natureza, mas uma demonstração de amor vai fazer ela fraquejar.

Ela não sabe cozinhar, mas vai se esforçar para fazer o seu prato preferido. Se não ficar bom, ela vai rir. Quando ela ri eu tenho vontade de chorar, não por tristeza, mas sim porque cada gargalhada é uma nota musical que me faz querer dançar.

Ela é tudo o que eu queria, e nunca soube que tive. O acelerar do coração é normal, e a falta dela é um vazio igual à morte. Espero que alguém seja tudo aquilo que nunca fui, que a trate bem, porque se partir o coração dela, vai perder - la para sempre.

Quem dera eu pudesse ter lido o futuro...

Coitado do homem que te tinha e preferiu não dar valor, que era tudo para você e escolheu ser nada. E depois, arrependido, tenta se convencer de que nada mudou. Mas não se dá conta de que uma coisa mudou: a sua escolha, que decidiu encontrar alguém melhor.

Eu sou uma construção de algo tão genuíno
que não sei onde me encaixar como peça.
Aonde abrirei espaço neste quebra-cabeça chamado vida?
Se faço parte dele, por que me deixas tão solta,
a ponto de sentir que não me encaixo?


Será que é porque ainda estou em construção
e minhas arestas não têm forma definitiva?


De fato, um dia estarei completa,
com estrutura firme e forte,
a ponto de me encaixar e encontrar a perfeita completude.


Mesmo genuína, buscando acertar,
ainda tropeço em meus próprios erros e medos.


Medos que me impedem de tentar,
até mesmo de errar ou de aceitar.
Eles me travam, me bloqueiam,
tomam minha mente e me conduzem
a lugar nenhum.


Será que, para me encaixar,
preciso me quebrar tantas vezes
até caber em formas
que talvez nunca foram feitas para mim?

Hoje eu queria


Hoje eu queria poder não sentir.
Queria não precisar confessar a profundidade do que me atravessa.
Queria não dizer o quanto sinto falta,
nem admitir que tantas ausências ainda doem.


Queria poder afirmar que não sinto falta.
Queria poder jurar que não dói.
Mas dói.
E eu sinto.
E esse sentir me quebra por inteira,
mesmo quando parece me manter de pé.


Hoje eu queria poder não sentir,
mas é o sentir que me parte e, ao mesmo tempo, me revela.

Não existe uma xícara de chá grande o suficiente ou um livro longo o suficiente para me satisfazer.

Não dou festas para divulgar minhas idéias. Se minhas idéias forem válidas, elas próprias se divulgarão.

Estou tão feliz solteira, que mesmo com esse frio, não sinto falta de mais nada além do meu edredom.

Você tem total liberdade de ser conservador, mas não a de impor essa ideologia na vida alheia.

A desgraça de Dom Quixote não era suas fantasias, mas o ceticismo de Sancho Pança.

Não mexa no meu silêncio, se não puder lidar com meu barulho. Só eu sei o turbilhão de vozes que habitam dentro de mim.

A vida não é como um MP3 que toca o que você quer, a vida é como um rádio e você tem que aproveitar o que está tocando.

Não deixe sua reputação à mercê do acaso ou das fofocas. Ela é a arte da sua vida, e você deve moldá-la, aperfeiçoá-la e exibi-la com os cuidados de um artista.

Caos no meio do caos não é divertido, mas caos no meio da ordem é.

A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada.

Se você pega um cachorro faminto e o torna próspero, ele não morderá você. Esta é a principal diferença entre um cachorro e um homem.

Mark Twain
The Tragedy of Pudd’nhead Wilson (1894).

Quem dera!
Se todo dia fosse assim
Se o domingo não tivesse fim
E não houvesse trabalho amanhã