Amigo de Verdade Nao Briga por Bobeira

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O Perigo existe, mas o medo é uma opção...

Inserida por fdespontin

Seu desejo muda, sua vontade muda, seus hábitos mudam, sua casa, seu nome, seu telefone mudam... Seu caráter nunca mudará...

Inserida por fdespontin

Enquanto a sorte existir, a habilidade e a experiência vão ser ofuscadas.

Inserida por fdespontin

o tempo é algo aparecido com o amor, se vai Se lembra, mas nunca é o mesmo.

Inserida por fdespontin

A Cristo S. N. Crucificado estando o poeta na última hora de sua vida

Meu Deus, que estais pendente em um madeiro,
Em cuja lei protesto de viver,
Em cuja santa lei hei de morrer
Animoso, constante, firme, e inteiro.

Neste lance, por ser o derradeiro,
Pois vejo a minha vida anoitecer,
É, meu Jesus, a hora de se ver
A brandura de um Pai manso Cordeiro.

Mui grande é vosso amor, e meu delito,
Porém pode ter fim todo o pecar,
E não o vosso amor, que é infinito.

Esta razão me obriga a confiar,
Que por mais que pequei, neste conflito
Espero em vosso amor de me salvar.

Gregório de Matos
AMADO, James (Org.) Obras Completas de Gregório de Matos. Salvador: Ed. Janaína, 1968.
Inserida por Sofiasofia0312

Ter dinheiro também traz responsabilidades. É importante gerencia-lo com sabedoria, investir em causas que realmente importam e contribuir para o bem-estar da comunidade. A generosidade e a empatia são valores que enriquecem a vida de maneiras que o dinheiro por si só não pode proporcionar. Assim, a reflexão sobre ter dinheiro envolve não apenas como ganha-lo e gasta-lo, mas também como usá-lo para criar um impacto positivo no mundo ao nosso redor.

Inserida por alinnydemello

⁠Ter dinheiro pode ser uma bênção e uma responsabilidade ao mesmo tempo. É uma ferramenta que pode amplificar quem somos: se somos altruístas, podemos usá-lo para ajudar os outros; se somos consumistas, podemos nos perder em busca de mais. É crucial encontrar um equilíbrio, onde o dinheiro seja utilizado para satisfazer necessidades reais, buscar objetivos significativos e promover o bem-estar, tanto pessoal quanto coletivo. No final das contas, o valor do dinheiro está na maneira como o usamos para moldar nossas vidas e o mundo ao nosso redor.

Inserida por alinnydemello

Entre um por de sol e outro, nós dois e o amor...

Inserida por alemedeiros

Vou chover junto com essa chuva e derramar minha vontade do carinho seu,
rodar pelas ruas molhadas, enfrentar a estrada,
imaginando o beijo que a gente não deu.
E quem sabe eu chegue inteiro, sem a metade do meu coração, que é seu.

Inserida por alemedeiros

⁠Ai vc vai dizer que a vida é assim, que eu viajo e estou na maioria das vezes longe de mim e de ti, e para que tantas viagens, abusadas, ou lambuzadas de sonhar, e eu responderei uma vez, duas vezes, varias vezes, que estarei sempre viajando, sem fim, nas suas estrelas, que um dia, eu vi brilhar para mim.

Inserida por alemedeiros

⁠Aceitarás o amor como eu o encaro?
Adaptação do poema de Mario de Andrade, por José Adriano de Medeiros

...Alvo e bem leve, lindo, suavemente como sua pele
Tudo o que há de melhor e de mais raro
"Vivo" em teu corpo nu de ardente
Meu olhar preso ao teu perdidamente.
Não me exijas mais nada, além do desejo
A realidade é simples, e isto apenas.
Também mais nada te exijo, só teu beijo

Inserida por alemedeiros

"⁠E no final, seremos só eu e você, para sempre.E, será muito bom olhar para trás e rever o quanto foi bom viver tantos momentos ao seu lado."

Inserida por alemedeiros

⁠"E agora após escrever, percebo que acabei de condenar esta folha de papel, ser parte de mim. Que culpa ela tem por carregar este fardo que não lhe cabia, mas que eu teimosamente, fiz caber em sua linhas."

Inserida por alemedeiros

⁠"Cada ser tem uma poesia que é só sua, ela pode ser dividida, repartida, mas no universo poético ela será sempre a essência do seu ser criador"

Inserida por alemedeiros

⁠Clic
(José Adriano de Medeiros)
Clic
Sob o véu da tarde, um espetáculo
Clic, clic
Olhos atentos, câmeras a capturar
Clic, clic, clic
Um pássaro solitário, a sobrevoar
Clic, clic, clic, clic
A lua, um disco de prata
Clic, clic, clic, clic, clic
E o Sol a desaluminar.
Clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic

Inserida por alemedeiros


Todo dia a Casa Tremia
(José Adriano de Medeiros)
Todo dia a Casa Tremia,
Silêncio
Bummmm
Enquanto algumas pessoas só conhecem o sabor do lanche,
aqui nós não aguentamos mais o fel das explosões.
Bummmm
Bummmm
...
Choro
...
Soluço
Ainda bem que o nosso avião chegou




⁠O poema "Todo dia a Casa Tremia" é uma obra que evoca fortes emoções e nos convida a refletir sobre temas como violência, sofrimento, esperança e a busca por um lugar seguro. Subjetivo a sua interpretação pode variar de acordo com a experiência e sensibilidade de cada leitor

Inserida por alemedeiros

No chão
(José Adriano de Medeiros)

No chão um jovem, um sufoco.
Fardas sem rostos.
Quatro em pé garantindo a segurança dos três, que sobre o pescoço, costas e pernas deixam bem claro,
que o mais seguro é permanecer
de braços cruzados ao fundo







O poema "No chão um jovem, um sufoco" é uma denúncia contundente da violência e da opressão. Através de uma imagem forte e concisa, é um convite a refletir sobre a nossa própria responsabilidade diante da injustiça e questionar nossas atitudes e a buscar formas de construir um mundo mais justo e igualitário.

Inserida por alemedeiros

Solo Seguro
⁠(José Adriano de Medeiros)

Evitei dormir o voo todo
Queria ver coisas inteiras mesmo que de muito longe,
que de muito alto.
Lasso de tantas coisas destruídas,
um abraço há muitas mãos em solo seguro,
era tudo o que eu mais queria.

Inserida por alemedeiros

Ventos e chuvas
(José Adriano de Medeiros)⁠

Quando os ventos trarão felicidade? Os que estão soprando só trazem a gélida tristeza, fim de pequenos amores caninos, que chocam ou a queda de muros que deviam sustentar e proteger, mãe, filhos e os espiritos santos. Que chuvas irrigarão e trarão prosperidadde? As que caem, alagam vidas com atrasos, perdas, enchem os lares de desesperanças e com toda sujeira advinda da velha politica. Ai se os ventos, soprassem responsabilidade, vergonha e altruismo, não precisava nem ser os mais fortes, uma brisinha branda e simples já bastaria.

Inserida por alemedeiros

⁠"Sobre a loirice de pele roseada, o fruto vivo das antilhas, faz a vida alegre, no seu vermelho"( José Adriano de Medeiros)

Inserida por alemedeiros