Amigo de Verdade Nao Briga por Bobeira

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​"A raiva que eles sentem de você é, na verdade, a frustração de não terem conseguido te quebrar por completo."

"Não reduzo o volume da minha verdade para caber na audição de quem só aceita ecos. Minha tranquilidade custa a renúncia de ser o que esperam de mim."⁠

Amar não é ter posse, é ter parceria. Se eu a amo de verdade, eu a deixo viver, porque ela é dona de si mesma e não uma propriedade minha.

⁠Eles dizem você não precisa ser forte o tempo todo, mas na verdade eu preciso sim. Outra verdade é que até os fortes choram, só que sozinhos.

Quando digo que não quero mais você, não quer dizer que deixei te amar. Na verdade, significa que cansei de sofrer. Você me fez muito feliz por um bom tempo, mas perdemos tudo. Como é que conseguimos deixar tudo isso para tras, como pudemos brigar e chorar tanto. Não soubemos unir nossas diferenças, sonhos e infelizmente, nosso amor não foi suficiente para passar por cima de tudo. Hoje eu sei que devo seguir em frente, porque da mesma forma que você me tirou da sua vida, eu sei que preciso fazer o mesmo.

Enquanto existo só em mim, carrego duas vontades: a de morrer… e a de viver de verdade. Não apenas passar pelos dias, não apenas respirar por obrigação, não apenas sobreviver. Quero tudo o que a vida ainda me permite tocar, sentir, descobrir e construir.


Mas há também essa desistência silenciosa, que tantas vezes me faz abrir mão de tudo antes mesmo de tentar. Uma força escura que me convence a parar, a recuar, a aceitar menos do que minha alma deseja.


Que morra em mim essa desistência. Que cesse esse hábito de abandonar sonhos, caminhos e a mim mesma. Porque não nasci para apenas suportar os dias. Nasci para habitá-los.


Enquanto travo essa batalha invisível, sigo sobrevivendo um dia de cada vez. E às vezes isso já exige uma coragem imensa. Há dias em que levantar é vitória. Há dias em que continuar respirando já é resistência.


Mas no fundo de mim ainda pulsa algo que não se rendeu. Uma centelha que insiste em querer mais, em querer vida inteira, em querer verdade.


Talvez seja por ela que ainda sigo aqui.
E talvez seja ela que, no tempo certo, me ensine a viver — não só existir.

"A biblía não é somente uma teoria. Na verdade, ela é mais que um guia."


—By Coelhinha

ALLAN KARDEC. O APÓSTOLO DA VERDADE E DA TERNURA ESPIRITUAL.
Allan Kardec não pertence apenas à memória histórica do Espiritismo. Pertence à intimidade moral da humanidade. Sua presença atravessa os séculos como uma dessas consciências raras que ensinaram sem humilhar, corrigiram sem endurecer e sofreram sem abandonar a serenidade diante de Deus.
Durante muito tempo, muitos imaginaram Kardec como uma figura severa demais para o afeto, quase aprisionada numa racionalidade inflexível. Entretanto, aquilo que chegou até nós acerca de sua vida íntima revela precisamente o contrário. Revela um homem profundamente humano. Sensível. Delicado. Afetuoso. Um espírito que carregava responsabilidades imensas sem perder a capacidade de sentir as dores alheias.
Sua inteligência jamais destruiu sua ternura.
Kardec possuía a firmeza dos grandes educadores e, ao mesmo tempo, a brandura silenciosa daqueles que compreendem a fragilidade humana. Era rigoroso com princípios, porém misericordioso com pessoas. Corrigia ideias sem ferir consciências. Defendia a verdade sem transformar a doutrina numa arma de vaidade intelectual.
Talvez aí resida uma das maiores belezas de sua existência.
Ele não era um homem inacessível.
Era um homem fatigado que continuava trabalhando.
Era um espírito sobrecarregado que prosseguia servindo.
Era alguém que conhecia as angústias da alma e, ainda assim, permanecia fiel ao dever.
Sua célebre prece de aflição continua emocionando consciências porque nela não encontramos um missionário distante das dores humanas, mas um homem atravessando regiões difíceis do próprio espírito. Quando confessa sentir-se confuso, ansioso e interiormente perturbado, Kardec aproxima-se de todos aqueles que já enfrentaram noites silenciosas de exaustão emocional.
E mesmo cansado, não se revolta.
Mesmo abatido, não acusa.
Mesmo aflito, não abandona Deus.
Ele ora.
Pede discernimento.
Pede força moral.
Pede humildade para transformar sofrimento em aprendizado espiritual.
Há uma grandeza quase sublime nisso.
Num século marcado por disputas intelectuais e orgulho filosófico, Kardec escolheu a introspecção moral. Em vez de buscar culpados exteriores, investigava a própria consciência diante da Providência Divina. Sua espiritualidade não era teatralidade religiosa. Era disciplina interior. Era fé amadurecida pela razão e suavizada pela caridade.
E talvez seja impossível não sentir profunda comoção ao perceber que dentro daquele educador monumental ainda existia algo extremamente puro. Uma espécie de menino espiritual buscando repouso em Deus após o peso esmagador das responsabilidades humanas.
Seu coração não endureceu diante das lutas.
Sua alma não secou diante das perseguições.
Seu ideal não tombou diante do cansaço.
Kardec trabalhou incessantemente. Respondeu cartas. Consolou aflitos. Orientou grupos. Auxiliou necessitados. Administrou dificuldades materiais. Organizou obras gigantescas enquanto enfrentava desgaste físico e emocional quase contínuo. Havia noites de exaustão. Havia preocupações silenciosas. Havia saudades íntimas jamais verbalizadas inteiramente. Ainda assim, ele prosseguia.
Não porque fosse um homem sem dores.
Mas porque compreendia que a verdade exige perseverança.
Sua vida inteira parece ter sido um testemunho de renúncia serena. Uma existência consumida pelo dever moral, pela educação espiritual das consciências e pelo desejo sincero de aliviar o sofrimento humano.
Por isso sua lembrança permanece tão viva.
Não apenas como filósofo.
Não apenas como educador.
Mas como presença moral.
Como consciência amiga.
Como um desses raros espíritos que conseguem aproximar razão e compaixão sem destruir nenhuma delas.
Kardec venceu o cansaço sem abandonar a dignidade.
Venceu as dores sem perder a delicadeza.
Venceu as saudades sem permitir que a amargura lhe tomasse o espírito.
E talvez seja exatamente por isso que ainda hoje tantos corações sentem sua presença como um amparo silencioso atravessando gerações.
Sua grandeza não nasceu da ausência de fragilidade.
Nasceu da coragem de permanecer fiel à luz mesmo carregando o peso humano das próprias lágrimas.
Por: Marcelo Caetano Monteiro.
Fontes.
Projeto Allan Kardec da Universidade Federal de Juiz de Fora.
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Dizer a verdade é uma glória e não uma infâmia.
frases cristãs 4⁠

Na consegue remover uma mentira a não ser a verdade.
frases cristãs vol. 4⁠

Não é por ser útil que a crença é verdade.
sfj,pensamentos⁠

Não é de pão, é de verdade que o homem vive.
sfj,reflexões⁠

⁠Quantos dizendo que conhece a ELE, mas na verdade não teve um encontro genuíno com ELE.

A verdade é indestrutível, o tempo não a altera.
frases cristãs 4⁠

Saber calar o que o coração grita não é sobre omissão ou fraqueza, é, na verdade, uma das maiores demonstrações de força e elegância emocional que alguém pode ter. É a arte sutil de transformar tempestades internas em brisa leve para o mundo. Muitas vezes, a nossa mente e o nosso peito viram um cenário de ventanias, dúvidas e sentimentos que pesam. O impulso natural seria deixar transbordar, mas quem escolhe o silêncio compreende que nem todo mundo está pronto para acolher a nossa chuva. Há um valor sagrado em recuar, em fechar os olhos e permitir que o turbilhão aconteça apenas do lado de dentro.Nesse processo silencioso, a gente se torna o próprio abrigo. Em vez de espalhar raios e trovões por onde passa, quem domina essa arte escolhe respirar fundo e filtrar a própria dor. É como se no aconchego desse isolamento voluntário, o coração conseguisse desacelerar o vento, acalmar as ondas e transformar o caos em aprendizado. Quando finalmente voltamos a interagir com o exterior, o que entregamos aos outros não é o estrago da tormenta, mas o frescor que vem depois dela. Oferecemos paz, maturidade e uma brisa leve aquela que acalma quem está ao redor, enquanto mantemos intacto e protegido o nosso próprio mundo secreto.
_Enzo Ruchell_

⁠Mentira: Verdade que não aconteceu.
sfj,a arte de escrever

"A verdade, quando buscada com disciplina e reverência aos fatos, não se impõe pelo ruído das opiniões, mas se consagra na serenidade invencível da evidência."

1727
"Em verdade, verdade mesmo (e como eu já disse), não estou interessado nessas suas conversas sobre Deus. Mas tenho interesse em saber como você sabe de tudo isso o que fala. É só repetição? Como fazem Papagaios? É isso?"

Quando a saudade bate
não a luta que consiga vencer
você briga com seu piscicologico
tenta não pensar, mas acaba pensando

só quando a luta corporal
de você e de quem você diz amar
há.. que a luta se acaba
Você sai por ai toda desorientada
bebendo se acabando e nem se lembrando de quem você realmente é
Era tão bonita, encantadora
mas não é a mesma
Me diz quem você é ?
da onde você saiu ?

será que eu nunca te conheci ou apenas ficou desorientada ?
Então faça assim, me deixa aqui na minha vida calma..
e vai viver do jeito que te agrada.

Por: Silvia Godoi

Inserida por SilviaGodoi

Por que seria um crime dizer às pessoas, ao público, o que vimos e contar a verdade?

Inserida por pensador